25/07/2015

R.I.P. SUSUMU YOKOTA


R.I.P. SUSUMU YOKOTA.

Um dos mais influentes músicos japoneses morreu no passado dia 27 de Março após longo tratamento médico com a idade de 54 anos.
PS:Ainda há pouco tempo ouvi e gravei uns temas de Susumu Yokota. Conheci e tive o album "Sakura" na altura da discoteca Valentin de Carvalho.

A trágica notícia foi divulgada hoje com um comunicado lido pela família à comunicação social:
“It is with great sadness that we announce the death of Susumu Yokota who passed away on 27th March, 2015 at the age of 54 after a long period of medical treatment. We are deeply thankful to the people who listened to and supported Susumu’s music during his lifetime. Please accept our sincere apologies for the delay in this announcement, as we were until recently unacquainted with Susumu’s music industry contacts.”

Susumu Yokota (横田進 ou ススム・ヨコタ) foi um compositor japonês conhecido na cena de música independente pelos seus álbuns de ambient/experimental, embora também tenha tido uma longa carreira como DJ de house music, chegando mesmo a lançar vários cds neste estilo musical.
(July 14) Lo Recordings released the following statement - "Yokota's music was always completely individual, always esoteric yet never wilfully indulgent. His touch was that of a master craftsman, creating intricate musical jewels that sparkled like no others. There's no doubt that if he had been in a position to play live concerts his reputation would far exceed many of his contemporaries. He will be sorely missed by those who value quality and originality in music."

Multi-talented producer Susumu Yokota returns to the ambient realm with the beautiful and diverse Sakura. When he indulges his fondness for pop hooks with his dancefloor material, Yokota's melodic choices are glossy and extroverted, but his music for home listening is focused, controlled, and deeply internal. His knack for blending traditional instruments like guitar and piano with simple electronics harks back to ambient music's birth in the mid-'70s; at times Sakura recalls the work of pioneers like Brian Eno, Cluster, and Manuel Göttsching.

Susumu Yokota emerged in the early '90s as one of the most versatile and prolific electronic producers going. In his native Japan, he was known for many years as a top-tier dance music talent, Yokota released a string of fantastic albums back in the day – his glorious ambient masterpiece “Sakura” from 2000 was probably the pick of the bunch, though there was much to admire in his back-catalogue such as “Grinning Cat” – as he moved away from the house music he was best known for at the time and began exploring more dreamy fare.

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THE LEAF LABEL released six of Yokota’s albums over a period of four years (1999-2002), including three that have come to be considered classics of ambient music: Sakura, Grinning Cat and The Boy And The Tree. Those records helped put us on the map, and are still some of the best selling releases in The Leaf Label’s 20 year history. Their word-of-mouth success was made all the more remarkable by the fact that Yokota barely promoted them, visiting Europe to play live just once in the entire period we worked with him. Yokota returned the compliment by releasing a personally selected compilation of Leaf releases on his own Skintone label (Leaf Compilation, 2001). My personal favourite of his albums was the first we released, Image 1983-1998, a collection of delicate, otherworldly archive recordings.
As well as his ambient work, Yokota was respected for his house and techno music, with releases stretching back to 1993.
I only met Yokota three times, twice in the UK and a third time when I visited Japan in 2001. Yokota drove me (sometimes at alarming speed) through the endless sprawl of Tokyo and Yokohama to the tranquil city of Kamakura, where we visited ancient Buddhist and Shinto shrines and an extraordinary vegetarian restaurant (a rarity in Japan) that only served variants of tofu (it tasted immeasurably better than that sounds). Later we visited an onsen (hot spring baths), a real Japanese treat. Though he spoke very little English, he was always a charming and thoughtful companion. A sign on a harbour wall in Japanese and English we saw on the trip inspired the title of a Leaf compilation: "Watch for tsunami when you feel earth quake”, an instruction that would haunt me years later.
Tony Morley

RIP KYOKO, CO-FOUNDER OF JAPANESE EXPERIMENTAL BAND OOIOO

RIP KYOKO, CO-FOUNDER OF JAPANESE EXPERIMENTAL BAND OOIOO
Kyoko, the guitarist and co-founder of Japanese avant-garde rock outfit OOIOO, has died.
Her friend and bandmate Yoshimi P-We, also a founding member of the Boredoms, shared the news via Instagram this morning, along with a photo of the band in its early days:
Now 20 years into their existence, Japanese experimental rock band OOIOO have lost one of their founding members. Kyoko, who assisted Boredoms drummer Yoshimi P-We in starting the band, has passed away.
P-We confirmed the news on Instagram, posting an early OOIOO band photo and sharing the following statement:
This is Yoshimio.
I regret to inform you that my friend, Kyoko has passed away morning on July 19th.
Kyoko came from same hometown as I am . We started OOIOO together. She was the first guitar player of OOIOO. She left the band to concentrate to cure her illness but she came to help selling merchandise sometimes to our shows. She started the band with Itoken who was also her longtime partner.
Kyoko was 183cm tall. She was on her own pace , optimistic and natural blur. I loved her very much. I do not like to believe she is no longer with us anymore. I love to see her again.
Though Kyoko had not appeared on the band's recordings since 2000's Gold and Green, OOIOO have remained active. Most recently, they released Gamel in 2014.

R.I.P. DIETER MOEBIUS

R.I.P. DIETER MOEBIUS . Morreu o pioneiro da electrónica alemã Dieter Moebius
“A música que deixou é linda”, resumiu Erol Alkan. Aos 71 anos, desapareceu um dos membros dos grupos Kluster/Cluster e Harmonia.
Uma referência para o rock e a electrónica, a sua banda Harmonia era “a banda rock mais importante do mundo” para Brian Eno, que colaborou com os músicos e lá foi beber inspiração para a sua carreira.
A notícia foi dada primeiro pelo seu amigo, vizinho e companheiro de banda nos Harmonia, Michael Rother, que anunciou o desaparecimento de Moebius na sua página de Facebook (Rother estará, aliás em concerto em Portugal nos próximos dias - sábado no festival Milhões de Festa, segunda na Galeria Zé dos Bois). Seguiu-se a confirmação da página oficial do duo musical que mantinha com Hans-Joachim Roedelius, os Cluster, que também lamentou a morte do músico. Não foi avançada a causa da morte.
Um dos pioneiros do krautrock e da electrónica, o teclista nascido na Suíça fez a sua carreira entre sintetizadores e a pesquisa de arranjos minimais. “Destemido pioneiro do free rock electrónico, e simplesmente destemido”, escreveu no Twitter o músico Luke Haines. “A música que deixou é linda”, resumiu Erol Alkan, que partilhou um vídeo de Caramel, do álbum Zuckerzeit (1974) dos Cluster.
Era já a segunda encarnação da primeira aventura musical de Moebius – o jovem estudante de arte chegou a Berlim Ocidental vindo da universidade em Bruxelas e, no final dos anos 1960, conheceu Hans-Joachim Roedelius, bem como Conrad Schnitzler, dos Tangerine Dream.
Desse encontro no clube nocturno, o Zodiak Free Arts Lab – aliás fundado por Roedelius e Schnitzler –no bairro de Kreuzberg, nasceram os Kluster em 1969. Já na década seguinte tornar-se-iam os Cluster após a saída de Schnitzler (que morreu em 2011) e que continuaram a fazer música até há cinco anos.
Entre os seus 11 álbuns de originais houve um percurso da abrasão do krautrock para a música ambiental, transformação visível nos influentes Zukerzeit (1974) ou Sowiesoso (1976), embora tanto Roedelius quanto Moebius não se reconhecessem directamente no rótulo do krautrock, como disseram numa palestra da Red Bull Music Academy em 2010. Seguem-se-lhe Cluster & Eno (1977) e After the Heat (1978, também com Eno).
Os Harmonia nascem do duo Moebius-Roedelius e sua junção ao membro dos Neu! Michael Rother, recebendo mais tarde novamente Brian Eno para mais colaborações. A história do encontro dos músicos com o ex-Roxy Music é, aliás, curiosa nas vozes de Moebius e Roedelius.
Ele veio apresentar-se no intervalo de um concerto dos Harmonia, contou Roedelius em Londres em 2010, e “convidou-se para se juntar a nós no palco”, completou Moebius. “Pensámos ‘Oh, temos de o ter no nosso palco?’”, riu-se. Dois anos depois, Eno respondeu ao convite para se lhes juntar em estúdio quando os Harmonia já se tinham separado.
Além dos Harmonia e dos Cluster, Moebius, tido como experimentalista, foi um prolífico compositor, editando 17 álbuns a solo, o mais recente dos quais, Nidemonex, editado em 2014. Os Cluster actuaram em Portugal em Junho de 2010, na Casa da Música, no Porto.
Moebius teve influência e formação musical na área da clássica – a mãe era pianista – e no final dos anos 1960 tocava saxofone. O rock ‘n’ roll entrou na sua vida com Chuck Berry ou os Velvet Underground – e era um fã de David Bowie nos anos 1970. Em Berlim, estava frequentemente em manifestações e com os seus grupos musicais aventurou-se no design gráfico desenhando as capas de alguns álbuns.
Sobre a electrónica que aconteceu nos últimos anos, disse à revista Frieze (associada à feira de arte contemporânea londrina) em 2012: “Não ouço música electrónica. Nem sequer ouço a minha música, uma vez acabada”.
Mas mais uma vez em Londres, Moebius reconheceu o trabalho de alguns músicos que vê nos festivais para os quais os Cluster eram convidados, mas também lamentou o uso de alguns de "programas" que fazem com que a música, opinou, não seja "tão profunda e calorosa".
JOANA AMARAL CARDOSO

16/07/2015

ANGÉLICA LIDDELL


 You Are My Destiny (Lo stupro di Lucrezia) (You Are My Destiny (Le viol de Lucrèce) 

Angélica Liddell, pseudónimo de Angélica González é produtora, encenadora, actriz, escritora, poetisa e dramaturga espanhola, criadora da companhia Atra Bilis Teatro, juntamente com Gumersindo Puche.

En 2009, l’Espagnole Angélica Liddell créait avec sa compagnie Atra Bilis La Maison de la force où six femmes disaient leur douleur, abordaient la violence des relations à l’autre quand cet autre est un homme. Au centre de la pièce, le monologue enragé d’Angélica Liddell évoquait un voyage à Venise, une ville devenue pour elle épicentre de la cruauté intime et collective.
Cinq ans plus tard, Liddell retrouve une Venise plus lumineuse, pour y camper son spectacle You Are My Destiny (Lo stupro di Lucrezia) (You Are My Destiny (Le viol de Lucrèce), sorte d’« envers rédempteur de La Maison de la force », selon ses propres mots. Sur scène, ses complices des précédents spectacles – Lola Jiménez et Fabián Augusto Gómez Bohórquez – côtoient des comédiens et des chanteurs rencontrés à Venise. La pièce porte un regard nouveau sur le viol de Lucrèce relaté par Tite-Live ou Shakespeare. Ce qu’elle met en scène, c’est aussi la rébellion de Lucrèce contre ce que l’histoire a voulu faire d’elle : une femme qui se suicide pour défendre sa vertu et sauver son honneur. La pièce n’est ni un pamphlet politique, ni un manifeste féministe. Elle est l’histoire d’un amour qui se prolonge au-delà de la mort. « Ce qui m’intéresse, explique Angélica Liddell, ce n’est pas l’ordre social mais le désordre des sentiments. Comprendre la relation entre le désir et la douleur. »
 LE FESTIVAL D'AUTOMNE À PARIS

29/06/2015

R.I.P. CHRIS SQUIRE DOS YES


R.I.P. CHRIS SQUIRE.
Morre Chris Squire, fundador da banda Yes, era o único integrante da formação original do grupo. O fundador e baixista do Yes, Chris Squire, faleceu na manhã deste domingo (28).
O músico estava se submetendo a um tratamento em Phoenix, Estados Unidos, tentando lutar contra a leucemia, mas acabou não resistindo.

 Geoff Downes dos Yes, e dos Asia, (keyboard player, composer, sports analyst, political commentator, international ambassador, music buff, computer nerd) usou o Twitter, o público e os fãs ficaram sabendo da triste notícia e na página oficial da banda, a informação foi confirmada.

Chris era o único integrante da formação original dos Yes e tinha 67 anos. Cheguei a ver os YES no coliseu do porto, 23-2-200. Estava a ouvir radio na altura, e concorri a um passatempo.

 Acertei na pergunta, e fui levantar o bilhete ao Porto. Quando lá cheguei, ainda me perguntaram se tinha namorada, ou esposa, eu disse que sim. Ofereceram outro bilhete. Ainda os tenho.Lembro-me do concerto, cenicamente impressionante, e do excelente jogo de luzes.

 O regresso ao nosso país em 2011– actuaram em 1999 no Pavilhão Atlântico e no Coliseu do Porto – de Jon Anderson, Steve Howe, Chris Squire, Rick Wakeman e Alan White acontece no âmbito da ‘35th Aniversary Tour’ que, tal como o título indica, se destina a comemorar a carreira do grupo formado em 1968, em Londres.

 A digressão teve início a 15 de Abril nos Estados Unidos e chega à Europa a 2 de Junho. ‘House of Yes: Yes Live From House of Blues’ (2000) é, ainda, o mais recente álbum dos autores de ‘Owner Of A Lonely Heart’, cujo primeiro disco, homónimo, foi lançado em 1969. Tocam juntos desde 1968, foram considerados os pioneiros do rock progressivo e são uma das mais importantes bandas de todos os tempos.

Os Yes estiveram em Portugal, dia 3 de Novembro, e a Renascença é a rádio oficial deste grande concerto, no Coliseu de Lisboa. Será que comprou um álbum dos Yes só para ouvir vezes sem conta o clássico “Owner of a Lonely Heart”?
E quantas vezes é que pôs o volume do rádio no máximo por causa de “Love Will Find a Way”?
 Estes são apenas alguns dos clássicos desta banda que, desde a sua formação em Londres em 1968, já editou 21 álbuns de estúdio, o último dos quais “Fly From Here”, em Junho desse ano.

 O grupo londrino lançou, também, 9 álbuns ao vivo que fazem jus ao que se diz sobre a qualidade dos seus concertos: intensos, envolventes e cenicamente impressionantes.

24/06/2015

R.I.P MAGALI NOEL

A cantora e actriz francesa Magali Noël, que interpretou a canção Fais-moi mal, Johnny, de Boris Vian e protagonizou os filmes de Fellini A Doce Vida e Amarcord, morreu aos 82 anos, informou a sua família nesta terça-feira, 23 de Junho.

A artista, que nasceu na Turquia, em 1932, com o nome de Magali Noelle Guiffray, morreu em Chateauneuf-Grasse, na Riviera Francesa, a poucos dias de completar 83 anos (27 de Junho).

Magali participou em mais de 80 filmes, mas foram as interpretações em filmes de Fellini, como A Doce Vida (1960), e sobretudo a personagem Gradisca, em Amarcord (1973), que mais marcaram a sua carreira.

20/06/2015

HAPPN + ANDROID vs IOS

Pesquisa revela que Android domina em países pobres, enquanto iOS é o favorito nos ricos.

Você se considera uma pessoa rica?
Você vive em um dos países mais ricos do mundo?

Se você respondeu "sim" para uma das perguntas, adivinhe o que: você provavelmente não tem um telefone com sistema Android.

 É isso o que aponta um novo relatório que revela que a quota de mercado do sistema Android em todo o mundo está quase que diretamente correlacionada com o quão rico cada mercado é.
Quanto maior a renda per capta de um país, menor é a participação do sistema do robozinho naquela região.

Na outra ponta, a quota de mercado do iOS também está relacionada com a riqueza, fazendo o contrabalanço nesta equação.
Então, se você é rico ou vive em um país rico, as probabilidades de você ter um iPhone como smartphone são bem altas.

 O Happn é um aplicativo disponível para iOS, Windows Phone e Android para encontrar pessoas que passaram por você na rua.
Com funcionamento parecido com o Tinder, para promover encontros, aponta as pessoas que também têm o serviço instalado e que estão próximas.

Ao instalá-lo, ele cruza suas informações do Facebook - fotos, nome e idade - para montar seu perfil. Em sua página inicial aparecem as pessoas com os perfis que você escolheu. A partir daí você tem duas opções.

A primeira é escolher entre dar like ou não (se estiver interessado, clique no coração. Caso não, no X). Se as duas pessoas derem like, há o "Crush" e, então, podem conversar.

A segunda alternativa é "Enviar um charme". Com ele, aparece uma notificação para o usuário que você está interessado e, dessa maneira, é possível chamar sua atenção.

Aí há uma diferença entre os perfis femininos e masculinos. Enquanto tudo é gratuito para as mulheres, os homens devem comprar créditos para poder enviar o Charme.

11/06/2015

R.I.P. ORNETTE COLEMAN

RI.P. ORNETTE COLEMAN.O saxofonista e inovador do jazz, Ornette Coleman, morreu esta quinta-feira em Manhattan aos 85 anos.
A notícia é avançada pelo New York Times.
De acordo com o jornal, a causa foi uma paragem cardíaca. Coleman foi um dos grandes renovadores do jazz, tornando-se não só num filósofo da disciplina como numa figura respeitada de Nova Iorque.

Nascido a 9 de Março de 1930, foi um dos símbolos do free jazz tendo sido um dos mais importantes músicos nas décadas de 50 e 60. Ficou conhecido por tocar saxofone mas também dominava o trompete e o violino.

Trabalhou com, entre outros, Lou Reed e Jerry Garcia dos Grateful Dead.
 Nascido em Fort Worth, Texas, em 1930, o artista, considerado “um dos mais poderosos e controversos músicos de jazz”, celebrizou-se por discos como “The Shape of Jazz to Come”, de 1959, distinguido este ano com a entrada na "Grammy wall of fame", e “Change of the Century”, o álbum seguinte, dois títulos que desafiaram os preceitos e as estruturas definidas daquele género musical. “Free Jazz”, álbum editado em 1960, deu origem e nome a uma nova expressão dentro da música Jazz.

 Com a sua música e personalidade cultivou uma figura de “músico-filósofo”, mais “eloquente e teórico” do “que John Coltrane”, afirma o obituário do New York Times. A história de Coleman cruza-se com a história da resistência ao Estado Novo em Portugal: a sua atuação no Cascais Jazz de 1971 - primeiro festival de jazz em Portugal - terminou sob ameaça de intervenção policial, depois de o seu contrabaixista, Charlie Haden, que morreu há um ano em Los Angeles, dedicar uma música aos movimentos de libertação de Angola e Moçambique.

O público recebeu a declaração política efusivamente, com aplausos e punhos erguidos, mas o contrabaixista foi de imediato detido pela PIDE, que o escoltou ao aeroporto de Lisboa, obrigando-o a sair do país.

 A grande maioria da imprensa portuguesa da época, sob o olhar da censura, ignorou o sucedido. Ornette Coleman atuou por cinco vezes em Portugal. Além das presenças no Cascais Jazz, em 1971, no Jazz em Agosto, em 2007, e em Lisboa e no Porto, em 2008, esteve também nos Coliseus de Lisboa e do Porto, em 1996, e ainda no Jazz em Agosto de 1988, para dois concertos com a Prime Time Band.

02/05/2015

R.I.P. BEN E. KING

Morreu Ben E. King, a voz de 'Stand By Me'.

Gary US Bonds, companheiro musical, escreveu no Facebook que o cantor era “um dos mais doces, gentis e talentosos” que teve o privilégio de conhecer. "Posso dizer que a perda do Ben E foi pior do que as palavras podem dizer.

Ben E. King ou Lennon: qual "Stand by me" é mais linda?

ARTHUR RUSSEL

Um novo álbum de inéditos de Arthur Russell tem edição agendada para 9 de Junho, revela a Pitchfork .

«Corn», uma colecção de inéditos gravados entre 1982 e 1983, será lançado pela Audika Records, selo que se tem dedicado editar a material inédito do compositor.

Um primeiro avanço de título «Ocean Movie» já pode ouvir-se. O material chegou a entrar no processo de test pressing em 1985 mas nunca viu a luz do dia.

Nas canções, Russell toca violoncelo, teclados, programações e canta. Participaram nas sessões os músicos Mustafa Ahmed (percussão), Peter Zummo (trombone) e Rik Albani (trompete).

 O álbum «Calling Out» de 2004 já trazia quatro canções das mesmas sessões de «Corn». No ano passado, Russell foi homenageado com um tributo onde participaram Sufjan Stevens, Robyn, Hot Chip, Blood Orange, Phosphorescent, Jose Gonzalez, Devendra Banhart, Richard Reed Parry dos Arcade Fire, Scissor Sisters e Cults.

29/03/2015

THE RESIDENTS - 'Shadowland' Tour, 2014


THE RESIDENTS - 'Shadowland' Tour, 2014

 The American avant-garde group The Residents began their (short) European tour in the extremely cosy concert hall De Vooruit in Ghent. "Shadowland" is the third and final part of the trilogy, the third tour to celebrate their 40th anniversary. Living in Belgium, I am very fortunate.

With performances in Brussels (AB, 2010) and Kortrijk (De Kreun, 2010) , Leuven (Het Depot, 2013) and now in Ghent (De Vooruit), I had the privilege to experience the entire trilogy, in which Randy, Chuck and Bob Life aspire to examine life in reverse.

Part 1 of the trilogy, "The Talking Light" was a study about death and ghosts.

Part 2, "Wonder of Weird" was focussing on love and sex. And today, in the third part, "Shadowland": birth and rebirth were examined.

"Shadowland" is a fitting conclusion to the trilogy. A magical scenery awaited us, black and white checkered banners, vertical light bars and a huge white ball formed the setting against these gentlemen were performing.

Ingenious lighting and intriguing films about birth, rebirth, near-death experiences and reincarnation, which were projected on the giant white ball, gave that extra touch, but it was mostly their music (as in each tour) that charmed me once again.

With an extensive catalogue, it is of course not difficult to fill a show and their quirky, new interpretations of their own songs makes this even more intriguing. Randy stumbled and staggered as usual on the stage, and with his conjuring trembling fingers and vigorous gestures all compositions, masterly played by Bob & Chuck, got the necessary visual support to present us one highlight after another.

Their music varies enormously, partly because of their bizarre, quirky combinations of electronics, deconstructed rock 'n' roll and even a touch of avant-garde jazz, all graced with surreal visuals and freaky stories.

It is therefore impossible to discuss all the songs but with superb and wayward versions including opener "Rabbit Habit" (The Bunny Boy) , "Harry The Head" (Freak Show) , "Blue Rosebuds " (Duck Stab) , "Fever Dream" (The Bunny Boy) and "Easter Woman" (Commercial album) The Residents managed to convince me (once again) of their genius! In 2010 The Residents began this trilogy to celebrate their 40th anniversary.

If I count correctly, next year they may celebrate their 45 years of existence. Hopefully they do that again with a smashing trilogy.

Looking forward

THE RESIDENTS 1972-1983

Residue Deux - Collected unreleased songs from 1972- 1983

THE RESIDENTS

Stars & Hank Forever: The American Composers Series

RALPH RECORDS LOGO

Les 45t de Ralph Records / The Cryptic Corporation / Pore No Graphics.

ART BEARS

 Rats & Monkeys / Collapse (1979) 

RALPH RECORDS - BUY OR DIE

 Buy Or Die 1980 (1980)
 Buy Or Die Number #14 (1987)
 Buy Or Die Number #14 1/2 (1987)
 Buy Or Die 1981 (1981) 
Buy Or Die 1980 1/2 (1980)

EUGENE CHADBOURNE

198666 (1986)

FRED FRITH


Dancing In The Street (1980)

Mashed Potatoe (1987)

Mashed Potatoe (1987) 

THE RESIDENTS COVERS ALBUMS

 Commercial Single (1980)
 Satisfaction (1976)
 The Beatles Play The Residents And The Residents Play The Beatles (1977)

Commercial Single Two (1980)

THE RESIDENTS COVERS ALBUMS

 The White Single (1984)
 Santa Dog (1972)
 Santa Dog '78 (1978)
 Meet The Residents (1974)
 It's A Man's Man's Man's World (1984)
 Meet The Residents (1977)
Live In Vienna (1983) 

Babyfingers (1981) 

 Babyfingers (1979)  

Duck Stab (1978)  

Satisfaction (1976)

THE RESIDENTS COVERS ALBUMS


  
Kaw-Liga (1986)
Hit The Road Jack (1987)
  It's A Mans Mans Mans World / Jailhouse Rock (1986)
 Kaw-Liga - Housey Mix (1989)
 From The Plains To Mexico (1989)
 Earth Vs. The Flying Saucers (1986)
An Almost Complete Collection Of Lyrics - 1972 To 1988 (1989)
Don't Be Cruel (1990)Double Shot (1988)

Double Shot (1988)


SCHWUMP

Aphids In The Hall (1976)

SNAKEFINGER COVERS ALBUMS

 What Wilbur? / Kill The Great Raven (1979)
 I Gave Myself To You (1986)
 The Model (1980)

 The Man In The Dark Sedan (1980)


The Spot (1978)

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