30/04/2010

INDIE LISBOA - DOORS

Depois de duas sessões esgotadas, e para corresponder à enorme procura por parte do público, o IndieLisboa decidiu fazer uma terceira sessão do documentário de Tom DiCillo sobre os The Doors. «When You’re Strange» será exibido de novo no dia 1 de Maio, às 23h45, no Cinema São Jorge.
 O filme toma ponto de partida a força simbolica da morte de Jim morrison em 1971, mostra todas as criações do grupo e a intimidade das suas vidas intensas numa época fervilhante desde os primeiros tempos em 1965.
Durante esta semana, ainda há muito cinema independente para ver no IndieLisboa. Guerra Civil, de Pedro Caldas, As Horas do Douro, de António Barreto, Como Desenhar um Círculo Perfeito, de Marco Martins, My Son, My Son, What Have Ye Done, de Werner Herzog, Villalobos, de Romuald Karmakar, All Tomorrow’s Parties, de John Caouette ou Life During Wartime, de Todd Solondz estão entre os muitos filmes que o IndieLisboa vai mostrar até ao próximo domingo.


jean-michel basquiat,


jean-michel basquiat, grand street studio, new york city, 1987
Street and Studio
From Basquiat to Séripop
KUNSTHALLE wien, hall 1,
June 25th - October 10th, 2010

No proximo a exposição de Verão tem como principais destaques a produção dinâmica de uma geração de artistas contemporâneos que se caracteriza por urbanismo e mobilidade, para que a metrópole é uma fonte de inspiração e um meio de expressão. O centro da exposição de gravidade e o ponto de partida é Jean-Michel Basquiat, cujas obras estão - inconscientemente ou explicitamente - reinterpretada como pontos de referência um marco para as formas da oscilação de pintura, fotografia e vídeo-arte relacionados com a cultura de rua.
Na exposição, o slogan "Reclaim the Street!" Não só fornece um denominador comum para as inúmeras estratégias de "resistencia" dos movimentos urbanos, mas também podem ser encontradoo como uma abordagem programática em posições mais recentes como os de Rita Ackermann, Kader Attia , Ari Marcopoulos, Christian Eisenberger, e Séripop, bem como em artistas de rua, como declarou Brad Downey, Evan Roth, ou Mark Jenkins que exploram o aspecto visual de seus ambientes urbanos e têm repetidamente criticado a invasão da escalada comercial a nível global e à vigilância do espaço público nas suas obras.

Nasceu a  22 Dezembro, 1960,  em Brooklyn, Nova York. O pai era  um auditor e fiscal de  registros financeiros dnascido no Haiti. A sua mãe é descendente de porto-riquenhos.

1979 -Depois de sair de casa, Jean-Michel explora MUSIC & ART, começa a vender postais pintados à mão e T-shirts, forma a banda Gray com os amigos.
1980-1981 - Combinando elementos da diáspora Africana com a sua simbologia própria, e desenvolve o seu próprio estilo artístico.


1982-1983 - Já famoso no mundo da arte, Jean-Michel tem exposições em Nova York, Califórnia, Europa e Japão. Continua com o seu ávido e espontâneo retrato  faz, pintura em tela, papel e objectos encontrados, como frigoríficos, livros e outras coisas.
1983-1984 - Jean-Michel torna-se amigo de Andy Warhol. Colaboraram em vários projectos, mas nenhum é bem-recebido pelos críticos de arte. 


1987-1988 - Jean-Michel é perturbado pela morte de Andy Warhol. Passa mais tempo no seu rancho em Maui, continuando a pintar e a expor em Nova York. Retornando de Maui, em Julho de 1988, morre um mês depois. Está enterrado em Brooklyn.

Jean-Michel Basquiat tornou-se activo como artista quando ainda era adolescente e foi mundialmente famoso aos 23 anos. Foi considerado um talento criativo excepcional por qualquer padrão, e numa idade jovem ganhou grande fama e tornou-se um herói cultural para os artistas mais jovens. Tragicamente a sua carreira durou apenas oito anos. Morreu de overdose de droga aos 27 anos. As respostas estão na sua vida e obra.

Yeasayer "Ambling Alp"

Yeasayer "Ambling Alp" from Team G on Vimeo.


Daft Arts and Spy Films (Canada)

Director: Radical Friend
Producers: Paul Hahn and Jett Steiger
Production Manager: Ryan Patten
DP: Kevin Phillips
Gaffer: Wyatt Garfield
Key Grip: Eli Born
1st AC: Dylan Johnson
2nd AC: Scott Johnson
Grip: Matthew Harfield

Production Designer: Megan Fenton
Art Dept: David Gruner, Liz Garner, Ayse Arf, Douglas Armour

Costume Design: Diana Contreras and Eliot Lee Hazel
Makeup and Body Paint: William Lemon

These Are Powers - Candyman 12" EP

Trio de Brooklyn, Anna Barie (vocais e electrónicos), Pat Noecker (baixo, electrónica, vocais),e Bill Salas (batidas e produção)em depuração para o seu novo EP, Candyman.

A arte da capa foi concebida e desenhada por Kevin O'Neill em Will Work For Good, inspirada pelo fetiche viscoso conhecido como sploshing. O sploshee da capa permanecerá anónimo.

02/23/10

Side A (33 RPM):

A1. Candyman (3:17)
A2. Gutterspaces (3:18)
A3. World Class Peoples (5:44)

Side B (33 RPM):

B1. Candyman (Teengirl Fantasy Remix) (3:46)
B2. Word Class Peoples (Cosmetics Remix) (8:07)

Excepter - Kill People



Musica e video dirigido e produzido por JFR/Fingered

THE CHINESE STARS

Official Video For Body Off Of Chinese Stars' Heaven On Speed Dial from Anchor Brain on Vimeo.


Body vídeo oficial dos The Chinese Stars, de Providence, Rhode Island, tirado de Heaven On Speed Dial, que foi lançado pela banda no seu proprio selo Anchor Brain.

Eric Paul: vocais
V. Von Ricci: baixo electrico +synthesizer
Craig Kureck: drums
Paul Vieira: guitarra


In Providence Edgar Allan Poe met and courted a defining love interest. HP Lovecraft is buried there. It’s not surprising that The Chinese Stars are tethered together by mental illness and demonology. This is an American band and a quintessential fixture in the mechanics of Rhode Island.

–Biography by Max G Morton, celebrated author of Indestructible Wolves Of The Apocalypse Junkyard, 23, and Looking For The Magic.

“The Chinese Stars are making a blood oath to accomplish two things with their debut album 1. let the women who have wronged them in their pasts know that they will no longer be a punching bag and 2. Get your booty shakin’ out of its’ pants on each and every track.”

–Ryan Balock, Sidewinder Magazine

FIRE

A diferença de idades e os antecedentes dos membros torna musicalmente o trio sueco um caso de sucesso.

Lendario saxophonista Mats Gustafsson (a solo - The Thing!/Original Silence/Diskaholics Anonymous Trio, tocou com The Ex, Zu, Jim O’ Rourke, David Grubbs, Sonic Youth, entre muitos outros)en companhia de Johan Bertling (tape/record labelHäpna/livemusician for El Perro Del Mar, Taken By Trees) e Andreas Werliin (Wildbirds & Peacedrums/Tonbruket), juntos, criam uma espécie de indiejazz rock que pode ser apreciado por todos com um interesse mais amplo na música.
Influenciados pelo jazz de Sonny Rollins, génios do Kraut os alemães Can, ou mesmo a versão mais recente do rótulo de metal alternativo Southern Lord.

25/04/2010

Klaus Schulze

Klaus Schulze Timewind, 1975, reeditado em 2006, é dedicado a Richard Wagner.
Tanto como um artista solo ou como membro de grupos,Tangerine Dream e Ash Ra Tempel, Klaus Schulze surgiu entre os fundadores da música electrónica contemporânea, o seu épico, soundscapes meditativo uma influência chave no aumento subsequente da estética new age. Nascido em Berlim, em 4 de Agosto de 1947, Schulze começou a sua carreira na década de 1960, tocando guitarra, baixo e bateria numa variedade de bandas locais, em 1969, toca bateria nos Tangerine Dream, aparecendo um ano mais tarde no seu LP de estréia Electronic Meditation. O álbum foi o esforço solitário de Schulze com o grupo, no entanto, como logo foi co-fundador dos Ash Ra Tempel com Manuel Göttsching e Enke Harmut, estreando em 1971 com o auto-intitulado album, novamente, no entanto montou uma carreira a solo alguns meses mais tarde.

O DIA SEGUINTE DO RECORD STORE DAY

Edvard munch - O dia seguinte

O Record Store Day é uma ideia original concebida por Chris Brown, e fundada em 2007 por Eric Levin, Michael Kurtz, Carrie Colliton, Amy Dorfman, Don Van Cleave e Brian Poehner, como uma celebrção da cultura unica com a participaçaõ de mais de 700 lojas de discos independentes de todo o mundo.Neste dia lojas e artistas celebram a arte da musica.

Editam-se vinis e cd's especiais, produzidos especialmente para a data , bem como a presença de artistas nas lojas, dando um maior sentido relação loja-artista.

O Record Store Day é a melhor maneira de fazer dinheiro a curto prazo no ebay. Tem gente que montou um perfil de vendas no site do ebay só para vender o que conseguiu de raridades nesse dia. Os impossibilitados de viajar e enfrentar as longas filas nas lojas para conseguir os discos em edição limitada, agora só lhes resta o famoso site de leilões.

O CD dos Blur com a musica ínédita "Fool´s Day" esgotou em instantes, só os 300 primeiros da fila conseguiram uma cópia. Hoje no ebay o single vale quase 300 libras. O single dos Beatles já está pessoal a vender por 500 libras.

A REVOLUÇÃO DE ABRIL 36 ANOS DEPOIS

O PAÍS PRECISA RENASCER!

O 25 Abril terminou com a Pide, foi um testemunho de liberdade, rompeu a ditadura e a repressão, num país sem direito a opinião!
36 anos depois, que felicidade! Antes do 25 Abril pouco pão havia e as bocas para as côdeas eram a maioria! Hoje não! Há mais pão há vista e o Governo até dá cheques para os dentistas! Antes a policia prendia os mendigos de rua! Hoje pobres tem conta no banco, e o Estado na sua caridosa benemerência dá esmola por transferência!

Antes do 25 Abril havia patrões trabalhadores,agora não! Só há empresários modernos!
Empreendedores que promovem trabalhadores e colaboradores sendo mais ecológicos; trabalham a recibo verde, para a redução do CO2!

A censura do lápis azul acabou nos jornais, passando a estar "mais democrática" sob a orientação das multinacionais dos grupos editoriais! Antigamente o ano tinha doze meses de trabalho e trabalhava-se só quando havia trabalho! Hoje o ano tem só onze meses, ganha-se catorze1 Além do mais em casa o desempregado ganha mais do que estar a trabalhar!

Agora os deputados representam o povo e bem, porque só ganham dez vezes mais!Não falando dos gestores da banca e empresas publicas, que ganham num mês o que milhões de portugueses ganham em anos!

Centenas de politicos entram no poder magrinhos, mas saem de lá obesos, diabéticos, e com excesso de peso! Roubado foi o celeiro, achincalhada a nação, muitos ladrões no poleiro, roubaram todo o grão! Todavia dizem que não existe corrupção em Portugal! Realmente vendo quantos estão na prisão chega-se a essa conclusão!

Venderam-nos muitas miragens em sonhos de ocasião! Sem sucesso resta-nos a ilusão!

Tantos monstros criaste, muitos foram chamados para distribuir o pão, mas foram mal escolhidos, para tal repartição!

Trinta e seis anos passados da promissora madrugada, os mesmos destemperados pilharam-nos, deixando nada!

Digam lá se isto não são conquistas de Abril....Mostremos o nosso amor e o quanto somos felizes! Os políticos são uns queridos!

Um novo 25 de Abril para o país renascer.

ALBUMS EDITADOS EM 1975

Algumas obras primas lançadas no ano da nossa revolução.
Henry Cow - In Praise of Learning (1975)
Frank Zappa - One Size Fits All (1975)
Patti Smith - Horses (1975)
Pink Floyd - Wish You Were Here (1975)
Hawkwind - Warrior on the Edge of Time (1975)
Le Mystère des Voix Bulgares - Le Mystère des Voix Bulgares (1975)
Van der Graaf Generator - Godbluff (1975)
Brian Eno - Another Green World (1975)
Mike Oldfield - Ommadawn (1975)
NEU! - Neu! '75 (1975)
Kraftwerk - Radio-Activity (1975)
Roxy Music - Siren (1975)
The Tubes - The Tubes (1975)
Camel - Music Inspired by The Snow Goose (1975)
Stormy Six - Un Biglietto del Tram (1975)
Keith Jarrett - The Köln Concert (1975)

Electric Tickle Machine – Blew It Again

Electric Tickle Machine – Blew It Again, 2009.

Este e os próximas cinco bandas, acabei de as ouvir no site rollogrady.com, que elegeu os best-albums-of-2009.Indie rock, interessante.........

Harlem – Free Drugs


Harlem – Free Drugs, 2009

Califone – All My Friends Are Funeral Singers


Califone – All My Friends Are Funeral Singers, 2009

Forest Fire – Survival

Forest Fire – Survival, 2009

SHE KEEPS BEES

She Keeps Bees – Nests, 2009

TYPE O NEGATIVE

A banda Type O Negative; o vocalista Peter Steele (de camisola verde) morreu.

O músico Peter Steele, 48 anos, vocalista e baixista da banda nova-iorquina Type O Negative morreu no dia 15/4/2010 informou o site Entertainment Weekly.

"Peter morreu na noite passada. Por enquanto, parece que ele teve um enfarte. Esses são todos os detalhes que temos", disse o empresário de Steele, Mickey Renault, num comunicado enviado por e-mail.

A banda Type O Negative lançou seu primeiro álbum, "Slow, Deep and Hard", em 1991.

Courtney Love + Courtney Michelle

Para o mundo, Courtney Love está confusa, mas para a cantora em apuros o furo é muito simples: Às vezes você só quer um pouco de amor e carinho e, às vezes você não quer mais amor como o seu sobrenome.

Courtney Love matou Courtney Love de 45 anos a líder da banda Hole, disse numa entrevista ao "NME" que não quer mais ser chamada pelo seu nome artístico.

"Courtney Love morreu, esse nome me oprime", disse "Nós todos decidimos que não gosta mais dela. Nós amamos quando ela vai para o palco, mas eu não preciso dela para o resto da minha vida ", acrescentando que " o nome é apenas uma maneira de me oprimir". Ela passou a explicar que gostaria de ser tratada como Courtney Michelle (nome de nascimento dela é Courtney Michelle Harrison).

Courtney falou ainda que está "farta" das especulações sobre o filme que vai retratar a vida de Cobain, "Heavier Than Heaven".

"Não sou sua porta-voz na Terra. Nem sequer sei como seria hoje. Se ele ia preferir as mulheres da alta sociedade, ou as gordas... Não sei se ele seria homossexual. Quem sabe? Morreu com 27 anos", disse.

Na entrevista, disse que prefere os actores Ryan Goslin ou James McAvoy no papel de Cobain. A cantora desmentiu os boatos de que teria convidado o astro de "Crepúsculo", Robert Pattinson, para interpretar Kurt Cobain no cinema.

Mais tarde, a viúva de Cobain publicou uma mensagem no Twitter elogiando o actor. "Eu gosto de Robert Pattinson, ele só não é a pessoa certa para interpretar KC.

Courtney falou ainda sobre a proibição judicial de ver a filha que teve com o lider dos Nirvana, Frances Bean, de 17 anos. "Estou sentindo-me muito só", afirmou.

The Builders and The Butchers

Em 1982, o autor Stephen King lançou sua saga multi-dimensional Ocidental, a série Dark Tower. Ele levaria duas décadas para completar todas as sete partes, e com isso combinar a imaginação de JRR Tolkien e Clint Eastwood, para uma série que reinventa o herói cowboy solitário. King fez para a aventura classic western, os The Builders and The Butcherso de Portland tem feito para contar a história, inspirado na idade do old west. Conseguiram usar todas as peças certas com a ajuda de Johnny Cash por meio dos Reverend Horton Heat e dos The Felice Brothers, agora no eu segundo álbum Salvation is a Deep Dark Well, 2009.

VILETTE SONIQUE

Villette Sonique
LA PROGRAMMATION 2010

►JOANNA NEWSOM / ROY HARPER, 31 Mai.
►OWEN PALLETT / YOUNG MARBLE GIANTS / ARTO LINDSAY, 1 Juin.
►ATLAS SOUND / POLVO / YUSSUF JERUSALEM, 2 Juin.
►MANUEL GÖTTSCHING / ONEOHTRIX POINT NEVER, 2 Juin
►OM / ACID MOTHERS TEMPLE / WOLF EYES, 3 Juin.
►DIAMANDA GALÁS / SOISONG / GROWING, 4 Juin.


PLEIN AIR: ACCES LIBRE:
► FUCK BUTTONS, THEE OH SEES, ONEIDA, SECRET CHIEFS 3,AWESOME TAPES FROM AFRICA DJ set by Boris Shimkovitz, KING MIDAS SOUND, WASHED OUT, THESE ARE POWERS, BLUES CONTROL, GANGLIANS, MAGNETIX + VILLAGE LABEL

WE LOVE SONIQUE:
►RICHIE HAWTIN présente PLASTIKMAN Live, MARC HOULE, MAGDA, TROY PIERCE, VITALIC, JAMES HOLDEN, DANTON EEPROM…

Desde 2003 já passaram pelo festival nomes como:
THE JESUS LIZARD, LIQUID LIQUID, SUNN O))), RICHIE HAWTIN, DEERHOOF, DEVO, SHELLAC, LCD SOUNDSYSTEM, THROBBING GRISTLE, RICARDO VILLALOBOS, NURSE WITH WOUND, MÙM, MISSION OF BURMA, FENNESZ & MIKE PATTON, ANDREW BIRD, PASCAL COMELADE, MELT BANANA, MARTIN REV, THE FALL, DEERHUNTER.

SIX ORGANS OF ADMITTANCE, HEALTH, KIMMO POHJONEN, MINIMAL COMPACT, THE LIARS, WOLF EYES, LIGHTNING BOLT, OMAR SOULEYMAN, MONOTONIX, DAN DEACON & THE ENSEMBLE, EBONY BONES, RICHIE HAWTIN.

No Mas Presents: Dock Ellis & The LSD No-No by James Blagden


Pitcher Dock Ellis on his LSD-fueled no hitter in 1972.


In celebration of the greatest athletic achievement by a man on a psychedelic journey, No Mas and artist James Blagden proudly present the animated tale of Dock Ellis' legendary LSD no-hitter. In the past few years weve heard all too much about performance enhancing drugs from greenies to tetrahydrogestrinone, and not enough about performance inhibiting drugs. If our evaluation of the records of athletes like Mark McGwire, Roger Clemens, Marion Jones, and Barry Bonds needs to be revised downwards with an asterisk, we submit that that Dock Ellis record deserves a giant exclamation point. Of the 263 no-hitters ever thrown in the Big Leagues, we can only guess how many were aided by steroids, but we can say without question that only one was ever thrown on acid.

Sadly, the great Dock Ellis died last December at 63. A year before, radio producers Donnell Alexander and Neille Ilel, had recorded an interview with Ellis in which the former Pirate right hander gave a moment by moment account of June 12, 1970, the day he no-hit the San Diego Padres. Alexander and Ilels original four minute piece appeared March 29, 2008 on NPRs Weekend America. When we stumbled across that piece this past June, Blagden and Isenberg were inspired to create a short animated film around the original audio.

www.nomas-nyc.com

buy Rufus Thomas (Do The) Push and Pull - Part I and II here: http://bit.ly/4fVbjk

MICAH P. HINSON

Micah P. Hinson tem novo album ...And the Pioneer Saboteurs, para ser editado a 24 Maio, 2010.

Like A Rolling Stone, de Greil Marcus


Há 45 anos, durante uma prematura tempestade de verão em Nova Iorque, o rock’n’roll ganhava um de seus contornos definitivos.O dia 16 de Junho de 1965, e naquela tarde atípica, Bob Dylan inventou a canção pop com mais de três minutos. Um novo tema com quase seis minutos promoveu a génese de um modelo fora dos padrões daquilo que rolava na rádio das épocas, e consequentemente, também acabou por implodir com um dos principais fundamentos da rígida indústria fonográfica dos anos 60. Naquele período, uma canção pop não poderia tocar nas rádios ou se candidatar a single (o chamado compacto simples que era muito usado na época para promover álbuns). Hoje faixas com mais de três minutos inundam as FMs de todo o mundo.

As rádios foram obrigadas a tocá-la.

Até 1965, a competição entre o mundo das artes e o mundo real era vencido  pelo primeiro. Mas um garoto judeu americano de 24 anos, nascido em Duluth, Minessota, mexeu com os alicerces da juventude ao anunciar naquele ano que o mundo das guerras, do capitalismo, da pobreza, estava virando para sempre o jogo. Se John Lennon levou muitos louros por cravar que o sonho havia acabado – em 1970 – foi Robert Zimmerman, ou Bob Dylan, como o mundo o conheceria, que ao escrever Like a Rolling Stone cinco anos antes mostrou o decreto: o fim dos tempos da inocência.

Essa é a história que Greil Marcus conta no livro Like a Rolling Stone – Bob Dylan na encruzilhada.

Não é fácil materializar um livro sobre uma única música.O compositor escreveu Like A Rolling Stone quando morava numa cabana em Woodstock, inspirado no riff de La Bamba, que por sua vez, é baseada numa música de salão tradicional mexicana.

O livro é uma grande música, com citações, viagens ao passado e futuro, sem muita preocupação cronológica.

Like a Rolling Stone, a canção, não foi apenas a pedra fundamental do que seria a chamada contracultura. Foi uma pedra preciosa, um diamante que Bob Dylan começou a lapidar em 1964, quando, em It's all right, , garantia “even the president of the United States sometimes must have to stand naked” (até o presidente dos Estados Unidos às vezes tem de ficar nu). E Dylan não tinha bola de cristal para ver quão nus ficariam, em algum momento mais tarde, Lyndon Johnson, Richard Nixon, Bill Clinton ou George W. Bush.

A letra de Like a rolling Stone é a linha mestra do livro, e sua simplicidade inquieta – como, de um jeito tão simples, Dylan mostra que num dia o indivíduo está bem, em casa, vivendo a vida, e no dia seguinte ele está na sarjeta, entre junkies e viciados, no Vietname, ou sem emprego?

Num dos interessantes relatos sobre os efeitos da música em quem a ouvia, o genial Frank Zappa, então com 24 anos,. “Se as pessoas entenderem o que Dylan está dizendo tão claramente nessa canção, eu não terei mais nada a dizer”. Felizmente muitos entenderam Dylan, e Zappa mudou de ideia.

Quem era vivo nos anos 60 não deve deixar de ler. Quem não era também. Mas para estes últimos entenderem a canção de Greil Marcus é fundamental tocar o CD Highway 61 revisited, obra de Dylan que abre com Like a Rolling Stone.

é o que estou a fazer agora........

24/04/2010

BIKE - MEIO DE TRANSPORTE DO FUTURO



Centenas de húngaros participaram neste sábado em Budapeste na Massa Crítica, como uma manifestação criativa e lúdica, com postura não agressiva frente aos veículos motorizados, num passeio ciclístico durante uma campanha para o uso da bicicleta como meio de transporte.

A grande maioria dos motoristas europeus entende que os ciclistas também têm direito ao uso da via e que em cima das bicicletas existem vidas, que devem ser preservadas.

A presença de muitos ciclistas compõe uma massa que demarca com sua presença o espaço na rua. Aqui em Portugal a versão da Massa Crítica – Bicicletada – ainda reune poucos ciclistas.

FESTIVAL COACHELLA


O festival de rock e arte independente Coachella - realizado num local próximo a Los Angeles, na Califórnia, e encerrado no último domingo (18) - teve um recorde de público, afirma sua organização.

Segundo a AEG Live um total de 225 mil pessoas compraram ingressos para ver os shows de Vampire Weekend, Faith No More, Pavement, Jay-Z, Muse, Echo and the Bunnymen,Thom Yorke, Orbital, Devo,(na foto) e Gorillaz, entre muitos outros, num evento que durou três dias.

O recorde anterior no festival havia acontecido em 2007, com a principal banda Rage Against the Machine.


Os Gorillaz tocou faixas de seu mais recente álbum, 'Plastic beach' (lançado neste ano), que conta com participações de Lou Reed e Snoop Dogg, entre outros.

MOTHERS OF INVENTION

Mothers of Invention, grupo que acompanhou o músico Frank Zappa boa parte da sua carreira foi criado no início dos anos 60 com o nome de The Soul Giants, e mudou de nome após a entrada de Zappa, em 1964. Ao lado do guitarrista, a banda gravou discos essenciais da história do rock, como “Freak out” e “We’re only in it for the money“, misturando rock com dodecafonismo, jazz e experimentações eruditas.

A formação aCtual do grupo inclui Napoleon Murphy Brock nos vocais e saxofone, Roy Estrada no baixo, Don Preston nos teclados, Miroslav Tadic na guitarra e Christopher Garcia na bateria. A banda reuniu-se em Agosto de 2002, para um tributo a Frank Zappa em Leipzig, na Alemanha, e apresentou-se em países como Áustria, Grã Bretanha, Holanda, Itália e Suíça. Em Maio tocam no Brasil,S.Paulo.

THE WALL - l volta aos palcos em setembro

30 anos depois dos primeiros concertos dos Pink Floyd com o duplo disco, o antigo baixista dos Pink Floyd,  regressa à estrada.

A partir do próximo mês de Setembro em Toronto,(a primeira de 36 datas pelo Canadá e Estados Unidos) numa digressão que deverá chegar à Europa apenas em 2011, o músico inglês vai recuperar o disco de 1979, à época apresentado ao vivo pelos Pink Floyd com um espectáculo conceptual que ficou para a história como um dos mais marcantes da música rock.

Roger Waters, não precisará dos seus ex-companheiros para cruzar o mundo com aquela, que ainda é a sua mais idolatrada criação. A desculpa para esse "comeback special", é segundo Waters, desta vez poderá levar para a estrada todo o aparato tecnológico (luz & som) que seu disco sempre mereceu - e nunca teve- tratando-se de apresentações ao vivo.

De acordo com a Rolling Stone, Roger Waters quer oferecer aos espectadores uma versão actualizada para o século XXI do álbum The Wall. O tema do álbum, autobiográfico, desenvolve-se em torno de uma estrela rock que não consegue ultrapassar os traumas de infância e mergulha num isolamento, o "muro" que é derrubado simbolicamente no fim do disco.

Na digressão dos Pink Floyd que promoveu "The Wall", os espectáculos seguiam uma coreografia cénica em que um enorme muro era erguido entre a banda e os espectadores, até ao seu desmoronamento no final dos concertos.

Em 1982, o realizador Alan Parker fez uma versão filmada do álbum, com sequências de animação idealizadas pelo cartoonista Gerald Scarfe, recuperadas do espectáculo de palco da banda.

Em 1990, já sem os Pink Floyd, Roger Waters voltou a encenar o espectáculo em Berlim, com uma série de convidados que incluía Sinead O´Connor, Van Morrison e Bryan Adams.

O disco, que deu origem a êxitos como "Another Brick in The Wall pt.II" "Mother" ou "Comfortably Numb", tem várias referências autobiográficas de Roger Waters, nomeadamente a morte do seu pai, que nunca chegou a conhecer, na II Guerra Mundial.

Em questão de números, mesmo sem nenhum trabalho editado, The Wall desde a sua edição, já foi 23 vezes disco de platina e figura há muitos anos na lista dos álbuns mais vendidos de sempre.

Em Agosto de 2009 as Nações Unidas foram palco da première de “Walled Horizons”, documentário que tem 15 minutos de duração e começa com uma imagem de Waters, andando perto do muro acompanhado pela sombra gigante projectada na parede. A curta-metragem narrada por Roger Waters, fala do sofrimento dos palestinianos causados pela “barreira de segurança” que Israel ergueu para evitar a entrada de terroristas vindos da Cisjordânia.

“A razão para haver muros é sempre o medo, sejam os muros pessoais, sejam muros como este, que governos amedrontados constroem ao redor deles mesmos”, diz Waters

“enche-me de horror, o pensamento de viver numa prisão gigantesca como esta”, declara Waters, enquanto pinta o muro com os dizeres " We don’t need no thought control" verso da célebre “Another Brick in The Wall”.

GERALD SCARFE

Gerald Scarfe (nascido em 1936) é um cartoonista e desenhador britânico cujo trabalho é caracterizado por uma aparente obsessão pelo grotesco e pela doença, talvez resultante da sua doença asmática enquanto criança.

As suas primeiras caricaturas de figuras públicas foram publicadas na revista satírica “Private Eye” entre 1960 e 1970. Em 1979 fez a ilustração da capa do LP The Wall dos Pink Floyd, tendo depois trabalhado nas animações para a versão em filme do mesmo.

Em 1997, trabalhou nas personagens do filme “Hercules” da Walt Disney, sendo os seus desenhos bastante aclamados.

IGGY POP



PARABÉNS IGGY POP.Quando ouço falar de Iggy, recordo-me sempre de um episodio num final do primeiro concerto em Portugal- nos anos 80, quando me dirijo aos bastidores para me autografar o bilhete(ainda hoje o tenho), encontro o homem de rastos deitado no chão...... ter que lhe dar umas "pancadinhas" na cara, ajudá-lo a levantar, e apoiado em mim, conseguiu asinar o bilhete... na parede. Inesquecivel.

Iggy Pop, de nome verdadeiro James Newell Osterberg, nasçeu a 21 de Abril de 1947.Nos anos 60, o jovem aprendeu a tocar bateria com o seu ídolo, o baterista de blues, Fred Below (integrante da banda de Muddy Waters). Depois de ser escurraçado pelo bluesman, foi tocar bateria num grupo de escola, The Iguanas. Longe das baquetas, em 1969 surgiu o verdadeiro Iggy Pop como vocalista dos The Stooges - Ron Asheton na guitarra, Scott Asheton na bateria e Dave Alexander no baixo ( demitido após o segundo álbum, foi substituido por James Williamson, guitarrista, enquanto Ron assumia o baixo), a banda que liderou durante cinco anos.

Os Stooges são um dos grandes precursores do punk, e além dos albums de estúdio, foram lendárias as apresentações com destaque para as polémicas performances de Iggy. No fim da banda,decidiu partir para uma carreira a solo.

Em 1977, David Bowie ajuda-o a produzir os seus dois primeiros LPs : The Idiot, e Lust For Life. O primeiro incluiu, China Girl, que mais tarde seria um sucesso de Bowie no álbum Let’s Dance,1983. Entre sucessos e insucessos, Iggy conseguiu firmar-se como uma das grandes referências do rock, um filme sobre os seus primeiros dias no universo musical encontra-se em pré produção desde 2007. Tem o nome de um de seus maiores sucessos - The Passenger, e será dirigido por Nick Gomez (Os Sopranos) e quem está cotado para interpretar o iguana quando jovem é o actor Elijah Wood.


O último disco do cantor, Préliminaires foi inspirado no livro, La Possibilité d’Une île (A possibilidade de uma ilha) do escritor francês Michel Houellebecq. A arte do álbum fica por conta da ilustradora iraniana Marjane Satrapi (criadora de Persépolis).Todas as músicas tem como base o jazz e a música de New Orleans com alguns efeitos electrónicos. Além da influencia francesa e jazzística, o álbum também traz a música How Insensitive, uma versão em inglês da canção Insensatez, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, “Feuilles mortes” música popular francesa já interpretada por Nat King Cole e Edith Piaf, e “King of the dogs” que conta com um video interactivo, onde no final pode-se escolher entre 3 opções, o seu king of the dogs,.

JACK KEROUAC

Desde que Francis Ford Coppola vendeu os direitos autorais do projecto, ainda na década de 1970, a versão cinematográfica do livro já virou lenda. A produção já passou pelas mãos de diversos directores, e vários actores foram especulados para protagonizar a saga de Dean & Sal pelos confins da América, entre eles Johnny Depp, declarado fã devoto de Kerouac.

Francis Ford Coppola, cedeu os direitos do livro, que finalmente vai ser adaptado para cinema. On The Road, clássico da geração beatnik, do franco-americano Jack Keroauc saiu do papel. O filme deve mesmo ter a direcção do cineasta brasileiro Walter Salles, e de acordo com informações divulgadas na imprensa americana, o actor Garrett Hedlund (de Tróia e mais recentemente Tron Legacy) está em negociações para encarnar Dean Moriarty, a personagem principal da história.

A produtora de Coppola, American Zoetrope, detém os direitos da obra desde 1979. Segundo o director, houve muitos interessados no romance em todos esses anos.

"O livro é difícil de ser adaptado para a tela. Até agora, não havíamos encontrado a combinação certa de director e argumentista para o fazer", disse Coppola, que actuará como produtor executivo do filme ao lado de Robert Rock e John H. Williams, informa o site Hollywood Reporter.

"On the Road", publicado em 1957, foi um marco do movimento beat. O livro é narrado pelo alter-ego de Kerouac, Sal Paradise, cujo impulso vital eram pôr o pé na estrada e ver a América. Nessa jornada, ele apanha boleia, conhece outros viajantes, luta por comida e explora temas como liberdade e nostalgia.

"'On the Road' é um livro fundamental, que deu voz a toda uma geração, mostrando sua fome por experiências, má vontade para aceitar verdades impostas e insatisfação com o status quo", afirmou Salles.

A "combinação certa" é Walter Salles, director de "Diários de Motocicleta" e do recém-estreado no Brasil "Água Negra", e o Porto-Riquenh Jose Rivera, com quem Salles trabalhou em "Diários".

GANG OF FOUR

Os Gang of Four, pensam em vender o próprio sangue e outros objectos para financiar o novo disco.

Por £ 45,00, podem comprar uma caixa contendo um frasco com sangue diluído, um bizarro scratch 'n' sniff book da banda (aqueles livros que se arranham e sente-se o cheiro) e peças de arte da banda.

Outra oferta é uma K7 com uma gravação ao vivo de 1977 de um lado e o novo disco, Content, no outro. Virá num walkman com tratamento de arte assinado pelo guitarrista Andy Gill e pelo vocalista Jon King. Preço: £ 175,00.

Os fãs poderão pagar para ir de helicóptero com a banda para Glastonbury, ou ter uma música de autoria própria remisturada por Andy Gill.

Durante a entrevista à BBC 6 Music, Gill declarou que essas opções de contribuição ainda são "apostas" da banda e que não há certeza sobre o que realmente vai acontecer... ou seja, a "cena" do sangue pode ser só para criar bluff...

Os músicos esperam cobrir os custos do disco pelo Pledge Music, site/editora que permite a compra de álbuns antecipadamente, antes mesmo de serem gravados, além de outros produtos.

SOINSONG aka Ivan Pavlov e Peter Christopherson

Os dois talentosos artistas da musica experimental Ivan Pavlov[aka CoH] & Peter Christopherson (ex.(Throbbing Gristle e Coil)formam o duo Soinsong, conheceram-se em 1997, e fizeram um trabalho em COH's Vox Tinnitus e Love Uncut,evocam uma forma de chamanismo digital. Mas a idéia de formar uma nova banda veio até cerca de 3 anos atrás, quando estavam a fazer alguns shows no Japão. Em 208 editaram o EP,Soi-Jin-No-Hi. A música de Peter foi gravada na Tailândia e numa entrevista ao magazine De:Bug [Setembro 2009] "senti como um contraste devidamente cobrado para o que Ivan estava a fazer no momento, ao mesmo tempo, a intensidade emocional, ainda que de tipo muito diferente, estava muito perto .. Então decidimos dar-lhe uma tentativa. Por uma questão o primeiro trabalho que fizemos juntos no estúdio em Bangkok foi o material que serviu de base para o primeiro álbum em conjunto "xAj3z", 2009.

Os conceitos de design dos Soisong reflectem o interesse em transcender as convenções gerais de consumo da música. Tanto o primeiro EP e CD xAj3z são bastante radical nas suas embalagens. O desenho do primeiro lançamento foi seguindo de um conceito "descartável", tem que se destruir a embalagem, a fim de ouvir a música.

Num outro nível, pode-se notar também que, nos últimos anos a oportunidade de um álbum, em especial no formato de CD, deslocou-se cada vez mais do seu conteúdo de áudio, à sua natureza como um objecto. Nós tentamos fazer álbuns com um efeito emocional no ouvinte começa no primeiro momento, eles são confrontados com a abertura da embalagem.

Hoje poucas pessoas se preocupam mais com os álbuns, o objectivo dos SoiSong, é reverter esse processo.

O quanto mais rica é a experiência de uma criança ao olhar para um intrigante presente embrulhado durante dias, e quando finalmente chega a altura de o abrir no dia de Natal, em comparação com a criança mimada, que mal vê alguma coisa na loja de brinquedos, grita por ele como um capricho, obrigando a mãe a compra-lo num clique, e entrega-lo imediatamente há saída.

Nesse moleque "spoiled brat" a experiência da (desvalorização de tudo e todos,) é como a indústria da musica [apple e i-tunes incluido].

Hoje a maioria das músicas actuais é "banal e sem sentido". Gostaríamos de ver mais artistas e músicos sendo independentes imaginativos, mais lúdicos com o seu trabalho em vez de ser preocuparem com as expectativas das tendências a partir da mídia, a partir das etiquetas coladas aos albums, a partir dos seus fãs .. e acima de tudo, a partir de seu próprio desejo para a pompa de celebridade e sucesso, que são infinitamente promovidos como se fosse a coisa que todos nós deveríamos aspirar.

Soinsong é mais sobre a apreciação de vários tipos de liberdade. Isso vale para as idéias e conceitos relacionados com a música, mas também por aquilo que alcança além das formas comuns de percepção da música.

Além disso, todo o esforço criativo deve tentar envolver o espectador ou ouvinte, com profundidade suficiente para lhe provocar novas sensações, emoções, ou experiências. Parece uma pena para nós que vivemos num mundo onde as pessoas encontram todas as coisas novas perturbadoras por si só. Na verdade, acreditamos que uma nova corrente de medo tem sido incentivada pelas instituições de controle, que são demasiado preguiçosas ou desonestas em querer mudar o status quo, diz Peter.

COIL


Threshold House anunciou novos detalhes sobre a próxima caixa de DVD dos Coil, intitulado Cor Sound Oblivion.

A enorme coleCção será composta de pelo menos 12 DVDs de todas as encarnações de Coil Live, com projeção simultânea de canais, além de pelo menos dois discos de versões alternativas, projecções de "karaoke" apoio faixas de apoio e loops de áudio para que você possa cantar junto ou recriar as suas próprias versões. Alguns dos vídeos foram profissionalmente filmados com múltiplas câmaras, enquanto os outros concertos foram filmados por fãs, e as melhores fontes conhecidas estão incluídas para completar o registo histórico.

RICHIE UNTERBERGER

Ao colocar no meu hi-fi, o CD de Syd Barrett, lembrei-me deste livro.

Este livro, é uma ode a alguns dos artistas mais singulares do rock & roll. Os conhecedores de rock obscuro devem gostar imenso deste livro, organizado, tanto cronologicamente (aproximadamente) como por temas (ao acaso). Uma seção intitulada "Overlooked Originals" seguida por "Out of the Garage", "Psychedelic Unknowns", "Punk Pioneers" e assim em diante. Dentro de cada secção, um conjunto atraente de actos específicos é excêntrico. Em "From the Continent," por exemplo, Unterberger inclui a inescrutável banda alemã Can, ou Frank Zappa -inspira Plastic People of the Universe. Como historiador, Unterberger chama ao primeiro álbum dos Moby Grape "um favorito dos críticos", quando é mais famoso como um sensacionalista flop comercial.

Richie Unterberger, coeditor do All Music Guide, está entre os mais prolíficos críticos de rock dos últimos tempos, apresenta uma profundidade de conhecimento e um compromisso claro dos seus súbditos em todo este estudo com mais de 400 páginas. Ele "perseguiu" os antigos membros desses grupos há muito esquecidos como Storm Rising, Savage Rose, ou os Deviants para entrevistas. Podem ter ouvido falar de Syd Barrett e Nick Drake, mas para os aficionados do rock´n´roll, pode ser em uma perda quando se trata de Duffy Power and the Misunderstood.

Para todos os Beatles ou Stones, existem centenas de grupos de rock visionários que permanecem heróis desconhecidos. Os bastidores do livro fala de figuras de culto como Pink Floyd, Syd Barrett, ou The Clash, mas rastreia registos de alguns desses artistas praticamente desconhecidos (por ex. Skip Spence, Aisha Kandisha's Jarring Effects, etc.). Vem acompanhado por um CD com 12 canções raras, tornando-o mais num investimento para os fãs de musica, que gostam de explorar terrenos estranhos.

Celebra alguns dos melhores rockers desde os anos 50, rockabilly, ao 9Os post-punk.

23/04/2010

THE FEELIES

Os The Residents, Pere Ubu, Red Krayola, e os Faust (falta-me os Can) só os vi ao vivo passado vinte e tal anos após se terem formado. Mas tenho cá um pressentimento que nunca vou ter o gosto de ver ao vivo os The Feelies.
Era um sonho musical realizado, e eu que tenho tão poucos sonhos.

Depois da reunião em 2009, voltam ao Maxwell de Hoboken em Julho deste ano para três shows, sobre o Independence Day.

The Feelies - 2010 Tour Dates

Sat 04.17.10 Philadelphia, PA World Cafe Live
Fri 07.02.10 Hoboken, NJ Maxwell's
Sat 07.03.10 Hoboken, NJ Maxwell's
Sun 07.04.10 Hoboken, NJ Maxwell's

21/04/2010

MARC RIBOT+ JOHN ZORN

Numa época de vacas magras de negócios no mundo da música, cada vez mais a proliferação de novas idéias sobre como publicar, divulgar ou vender um álbum. Estas desesperadas medidas talvez consigam que o pulso fraco do paciente musical não pare. Enquanto assistimos a estes resultados, presenciamos um aumento de iniciativas destinadas a alterar o paradigma da relação entre o artista e o ouvinte.

Em geral, falando sobre o mundo dos shows, performances ao vivo, e encontros ... Estes músicos estão há procura desses contactos, sem intermediários, com o seu publico após o momento de "estrelato" das anteriores políticas ditadas pelas editoras, pode-se agora observar uma crescente necessidade mais directa por menos dinheiro desse contacto, com mais diálogo com o ouvinte, entre os dois lados do processo musical.

John Zorn, é dono da Tzadik, é um patrocinador, e director artístico na East Village Club. A idéia é simples, promover performances. E como esperado, a abordagem de Zorn é em músicos experimentais, e avant-garde, assegura todas as contas e receitas. Zorn, conhecido pelos seus manifestos,(cultura judaica radical etc ...)é curiosa a sua iniciativa, se nos lembrarmos que é precisamente a Tzadik, a vender os discos a preços inflacionados.

A temporada 2010 da sala The Stone começou com uma série de shows e actividades interactivas. Para começar o ano, Zorn convidou um dos seus amigos mais próximos, um músico que ao longo dos anos parece encorajar mais o ruído, mais rupturas, e mais descobertas. Marc Ribot, o homem que já não cabe nas categorias estreitas de "guitarrista Zorn" ou "o líder dos Ceramic Dog" preparou um encontro com o slogan: "tudo o que você sempre quis saber sobre mim mas nunca se atreveu a perguntar". Pode parecer um formato de talk-show, se não fosse por motivos puramente musicais, porque a condição de entrada foi de trazer um instrumento, e sem falta - uma pergunta ...

O ecléctico guitarrista já gravou uma grande variedade de música na sua carreira, trabalhou com Elvis Costello, Tom Waits "Rain Dogs", gravou composições para guitarra clássica do Haiti, Franz Casseus, participou activamente na cena avant-garde de New York City, principalmente como membro dos Lounge Lizards.

Trabalhou com a histórica banda avant-garde - jazz-rock, Shrek, lançaram o album de estréia em 1994. Formou um novo grupo Los Cubanos Postizos, editou um album em 1998, The Prosthetic Cubans. Além disso, Ribot desempenhou um importante papel no início do New Radical Jewish Culture Festival, na Alemanha e em Nova York.

Desde essa altura, já lançou um bando de gravações(incluindo a solo).Ao longo de 2009, Ribot participou nas gravações de numerosos artistas incluindo Cyro Baptista, John Zorn, e Joe Henry. Emitiu o ultimo disco Ultime Cosmos em 2010.

Este ano Marc, tem um novo projecto, foi até Nashville para gravar com Bill Frisell e Buddy Miller!
Um concerto especial no foi realizado a 13 de Janeiro de 2010 para estrear esta nova colaboração.
Marc este ano é o director musical e curador do Century of Song Festival, (com excepção no the Ruhr Triennale, Germany). Ambos celebram o "som" a forma do século passado. Nesta série de 3 partes, em estreita associação por alguns dos seus artistas e colaboradores favoritos ao longo tempo.

SIR PETER BLAKE


Embora a música popular está disponível em registo desde o início do século passado, é apenas desde 1950 que o design de capas dos discos surge como uma forma de arte. A capa para o seminal álbum dos Beatles Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band (1967) é provavelmente a mais famosa já criada por Sir Peter Blake.

20/04/2010

The 99 Biggest Festival Twitteres


T in the Park e V Festival ambos venderam na semana passada numa hora e meia, os bilhetes para o festival. As vendas de ingressos são primordiais para o sucesso de qualquer festival e os organizadores estão sob grande pressão para vender e vender rápido. No entanto, para atingir isso, precisam investir muito dinheiro em publicidade e os festivais mais pequenos simplesmente não têm os recursos para tais luxos.

Se ao menos houvesse uma solução de marketing que atingisse milhões de pessoas e que eestivesse livre para usar. Algo que desse aos festivais a liberdade para se comunicar instantaneamente com o seu público - menos de 140 caracteres .... algo um pouco parecido, com um, Twitter.

De longe, os usuários mais prolíficos do Twitter são os E.U. com 50% dos estimados 26 milhões de utilizadores a nível mundial. O Reino Unido é o terceiro, atrás do Brasil, com uma quota de mercado de 7% ou 1,8 tweeps. Entre essas pessoas 1.8m é uma população grande e relativamente inexplorada de frequentadores de festivais.

Considerando-se então que o Twitter é muito grande e muito, muito barato é um pouco surpreendente que a maioria dos organizadores dos festivais (e até algumas agências de relações públicas que tweet em seu nome) simplesmente não têm idéia do potencial- eles teriam a chance de tirar pleno partido desta criação maravilhosa.

Então, por que tantos festivais estão errados?

list of the 99 biggest festival twitter account according to numbers of followers:

Festival Following Followers % Listed Tweets
1 SXSW -44261 - 58319 - 76 - 2787 - 1058
2 Coachella - 1 - 28106 -0 -1166 - 239
3 Glastonbury -104 -22932 -0 -660 - 592
4 Austin City Limits - 17 - 14354 - 0 - 616 - 94
5 Lollapalooza -36- 13647 - 0 - 620 - 125
6 Download -3162 - 13420- 24 - 365 - 1126
7 Bonnaroo -78 - 12977 - 1 - 500 - 346
8 Reading/Leeds -322 - 10924 -3 - 201 - 672
9 V Festival - 751 - 8792 - 9 - 116 - 530
10 Burning Man - 10 - 8207 - 0 - 362 - 146
11 Soundwave Festival (Australia) - 693
13 Sonisphere -2078 - 5827 - 36 - 196 3245
14 Latitude 98 - 4396 2 122 229
15 T in the Park - 92 - 3827 - 2 - 78 - 173
16 Liverpool Sound City - 2036 - 3766 - 54 - 65 - 349
17 T4 on the Beach - 2010 - 3565 - 56- - 18 - 241
18 Big Day Out (Australia) - 633 - 3328 - 19 - 157 - 680
19 Isle of Wight -596 - 3188 - 19 - 89 - 102
20 Creamfields - 1883 - 3008 - 63 - 76 -216
21 All Points West - 116 - 2819 - 4 - 141 - 124
22 Oxegen - 989 - 2814 - 35 - 57 - 223
23 The Fuji Rock Festival - 0 - 2800 - 0 - 214 - 12
24 Wireless Festival - 1886 - 2781 - 68 - 51 - 218
25 North By North East (NXNE) - 2310 - 2770 - 83 - 149 - 793
26 The Big Chill -544 - 2585 - 21 - 93 - 222
27 Evolution - 34 - 2581 - 1 - 21 - 52
28 Green Man Festival - 306 - 2571 - 12 - 98 - 363
29 Primavera Sound -65 - 2568 - 3 - 151 - 398
30 Pukkelpop - 57 - 2349 - 2 - 108 - 415
31 Roskilde - 6 - 2300 - 0 - 75 - 320
32 Greenbelt - 1162 - 2155 - 54 - 70 - 509
33 Melt! Festival - 28 - 2001 - 1 - 95 - 149
34 Offset Festival - 1933 - 1935 - 100 - 48 - 349
35 Exit Festival - 100 - 1887 - 5 - 67 - 108
36 Bestival -- 11 1825 - 1 - 65 - 362
37 Secret Garden Party -1497 - 1795- 83 - 47 - 176
38 Pinkpop Festival - 13 - 1734 - 1 78 - 30
39 Global Gathering - 115 - 1667- 7 - 45 - 216
40 Alchemy - 1856 1648 - 113 - 35 - 111
41 Ibiza Rocks -12 1596 1 22 85
42 Field Day (London) - 100 - 1556 - 6 - 59 - 509
43 Hurricane -0 - 1552 - 0 -- 77 67
44 Hove Festivalen - 13 - 1548 - 1 - 29 - 187
45 Electric Picnic - 801 - 1485 - 54 - 48 - 32
46 By:Larm - 754 1469 51 46 154
47 Bloodstock Open Air - 1839 1454 126 65 452
48 Glade - 285 -1448 - 20 - 43 - 161
49 Benicassim - 0 1430 0 102 262
50 The Great Escape -155 - 1360 - 11 - 56 - 407
51 Dour -1030 -1305 - 79 - 82 - 849
52 Camden Crawl -201 1188 -17 -45 -158
53 Live At Leeds - 1057 - 1178 -90 28 - 88
54 Cambridge Rock Festival - 2000 -1168 -171 -16 -605
55 Iceland Airwaves -31 -1166 - 3 - 64 - 106
56 End of the Road - 336 -1139 -29 -48 -174
57 Hop Farm -1007 1081 -93 -18 -654
58 Snowbombing -195 745 -26 36 - 169
59 Lovebox -516 -740 -70 - 32 - 1622
60 Summer Sundae -84 -519 -16 -26 - 184
61 Rock Ness -305 -512 60 - 24 - 418
62 Wychwood Music -478 501 -95 27 107
63 Future Music Festival -25 -492 -5 -21 - 4
64 Standon Calling -618 - 475 - 130 - 14 - 376
65 Dot to Dot -4 412 -1 -18 - 44
66 Guilfest -7 398 - 2 - 22 - 51
67 Relentless Boardmasters - 876 - 384 228 - 10 -- 60
68 Wickerman -13 321 4 14 58
69 Rock am Ring -2 318 1 24 4
70 Bestfest -21 -304 -7 -14 - 84
71 BLOC Weekend -9 -295 -3 - 20 - 44
72 Beach Break Live -18 -273 - 7 -7 - 55
73 Croissant Neuf Summer Party - 480 -267 -180 -15 -81
74 Castle Palooza -68 -246 - 28 - 6 - 6
75 Hinterland -979 -243 -403 - 11 -40
76 Bang Face -3 -230 -1 -12 51
77 Cambridge Folk Festival -26 -220 -12 -19- 24
78 Kendal Calling -76 -205 -37 -7 -39
79 Sellindge Music -624 -203 -07 -11 -63
80 yeti -804 -200 -402 -10 -29
81 Sziget -451 -199 -227 -22 -910
82 Camp Bestival -2 -197 -1 -14 -65
83 2000 Trees -3 -187 - 2 -16 -75
84 One Love Festival -54 -175 31 7 -68
85 Altitude -189 - 170 - 111 - 14 - 205
86 The Eden Sessions -28 -159 - 18- 0 - 43
87 Wakestock -25 - 157- 16 - 6 - 81
88 Bearded Theory -145 -146 - 99 -17 -296
89 Larmer Tree -19 -144 -13 -12 -27
90 The Firegathering Festival -236-138 -171-4-51
91 Bilbao BBK Live -4 -135 -3 -10 -2
92 80s Rewind -426 - 132 -323 -23
93 Leopallooza -129 -127 -102 -6 -192
94 Beat Herder -7 -122 -6 -10 - 8
95 Strawberry Fair -9 -116 - 8 -4 - 5
96 South West Four -93 -104 - 89 6 20
97 Bulldog Bash -0 -82 - 0 - 0 - 0
98 Soundwave Festival (Croatia)-54 -77 -70 -5 -26
99 Hulsfred -0 -76 -0 - 2 - 44

RON TERADA

A prática do artista canadiano Ron Terada contrasta com temas de sinalização e Who I Think I Am, é a primeira exposição europeia do seu trabalho,mas não é nenhum desconhecido à região de West Midlands.A reprodução de textos retirados de sinalização de rua, a música popular e a publicidade são um tema central na sua obra, combinada de pintura, fotografia e escultura compõem esta exposição na Ikon Gallery Oozells Sq, Birmingham.

Enquanto isso, Big Star (2003) é uma reprodução do logotipo de neon da mítica banda de rock de mesmo nome, que se apropriou de uma cadeia de supermercados local.

SUPERSONIC FESTIVAL + SWANS

A edição 2010 do aclamado e anual Supersonic Festival, Capsule, Birmingham, acaba de anunciar que a influente banda de NYC, de Michael Gira, os Swans serão cabeça de cartaz no festival deste ano, que acontece de 22-24 Outubro de 2010. Os ingressos já estão à venda! A sua apresentação no Supersonic Festival 2010, será o primeiro show britânico, uma vez que se desfez em 1997.

A reactivação recente da banda com o line up: Michael Gira; guitar, voice, mendicant friar act (original Swans), Norman Westberg: guitar (original Swans), Christoph Hahn: guitar (metade periodo Swans e Angels of Light ), Phil Puleo; drums, percussion, dulcimer etc. (tour final Swans, mais Angels of Light), Chris Pravdica: bass and gadgets (Flux Information Sciences / Services/ Gunga Din) e Thor Harris: drums, percussion, vibes, dulcimer, curios, keys, etc… (Angels of Light, e actualmente também nos Shearwater), prometem ser tão formidáveis como no início, a sua marca - álbuns de ruído brutal e gutural.

Eles também têm uma selecção de canções novas que vão apresentar do novo álbum a ser lançado mais tarde em 2010.

Este raro e excepcional concerto dos Swans marca o início de uma série de anúncios para alinhar no Supersonic 2010, como um dos actos mais emocionantes a ser revelado nas próximas semanas e meses.

Movendo a partir de uma data anterior, no fim de semana de Julho a Outubro 22-24, o Supersonic irá ocorrer novamente em torno da Custard Factory no coração do Eastside de Birmingham, utilizando armazéns e fábricas convertidos em galerias de arte, oferecendo um ambiente intimista, mostrando algumas das músicas mais emocionantes, som e performances em todos os seus eventos, onde se pode ouvir funeral doom, prog, folk, jazz avant e grindcore num fim de semana.

Os bilhetes estão oficialmente à venda.

18/04/2010

STORM THORGERSON

Podem não conhecer o nome de Storm Thorgerson, mas provavelmente conhecem a sua obra. A sua empresa, Hipgnosis, projectou dezenas de peças de arte, muitos dos álbuns mais emblemáticos do rock, e também as capas, imagens, e t-shirts, incluindo a maioria da arte dos Pink Floyd, assim como dos Genesis, 10cc, Led Zeppelin, Peter Gabriel, Hawkwind, XTC, The Cult, A. R. Kane, The Cranberries (na foto), e muitos outros. Thorgerson é o homem por trás desse trabalho, é parte da música e da história do design - marcado por uma carreira com mais de 40 anos.O artista tem um estilo provocador e levanta questões sobre se as imagens criadas são fantasia ou realidade.

A inspiração para a capa do single Wish You Were Here, dos Pink Floyd veio das palavras da letra da música, que fala de duas almas perdidas nadando num aquário. A imagem foi feita sem uso de efeitos especiais. Em Dark Side of the Moon, segundo o artista, o prisma reflete três elementos: loucura, oportunidades perdidas e megalomania.Em The Division Bell, explorou o tema do álbum sobre as contradições na comunicação.

17/04/2010

JOE HILL


Quando Joe Hill lançou a colectânea de contos de terror 20th Century Ghosts, o escritor tentou esconder o sobrenome. Mas logo a imprensa descobriu: tratava-se de Joe Hill King, filho de Stephen King. Depois disso, o caminho para o sucesso ficou mais fácil.

A Estrada da Noite é o seu segundo trabalho, já figura na lista dos mais vendidos. Neste romance de terror, continua disposto a seguir a trilha do pai ainda que o sobrenome continue fora da capa. É a história de um roqueiro decadente, que colecciona objectos mórbidos. Num leilão pela internet, compra um fato assombrado e passa a ser perseguido por um fantasma.

FOTO DO DIA

RECORD STORE DAY 2010

Sábado, 17 de Abril, hoje todos devemos ir comprar um disco......

O Record Store Day é uma ideia original concebida por Chris Brown, e fundada em 2007 por Eric Levin, Michael Kurtz, Carrie Colliton, Amy Dorfman, Don Van Cleave e Brian Poehner, como uma celebração da cultura única com a participação de mais de 700 lojas de discos independentes de todo o mundo.

É um tributo às lojas de discos independentes e celebra-se em todo o mundo. Record Store Day terá uma série de lançamentos com tiragens limitadas a 1000 cópias e com venda somente no dia 17.

No assinalar da data participarão inúmeros músicos, bandas e editoras através da edição de discos de vinil e CDs especiais, a maior parte deles criados propositadamente para a ocasião. Há bem mais de 150 títulos de edição limitada lançado com o Record Store Day, é esse o caso dos americanos Soundgarden e Beach House, 7” singles de Elvis Costello, Elvis Presley, John Lennon, e Peter Gabriel, 10" singles de Bruce Springsteen, Fela, e Gorillaz, 12” EPs/LPs dos Flaming Lips, Phoenix, Pavement, e Muse; CDs de Ani DiFranco e Weezer um vinil dos Metallica e Black Sabbath.

Também será lançado com exclusividade neste dia, assim como novidades de Lily Allen, Hot Chip, Wilco, Muse e outros que prepararam edições exclusivas de singles.
O disco dos Beatles trará o single Paperback Writer, no lado-b Rain. Ambas foram gravadas em abril de 1966, no famoso Abbey Road Studio.

2010 marca o 30 º aniversario da Princeton Record Exchange, uma das principais lojas de música independente e filmes nos E.U.A. .Durante uma semana, a celebração inclui música ao vivo, sorteios de prémios concedidos a cada dia, dezenas de brindes e uma enorme quantidade de merchandise de edição limitada. A festa começa no sábado 17 de Abril com a 3 ª edição anual do Record Store Day, e continua durante toda a semana, culminando no sábado, 24 de abril no festival Princeton Communiversity.

Flur, Carbono e Trem Azul, em Lisboa; Jo-Jo's Music/CDGO, no Porto, e as três lojas da cadeia Louie Louie (em Lisboa, Porto e Braga) aderem ao Record Store Day, projecto fundado em 2007 e cuja primeira edição ocorreu em 2008.

LIA RODRIGUES 2010

Lia Rodrigues entende a criação como um processo global onde se inclui a formação, a
sensibilização e a crítica e como uma actividade consagrada no estudo das relações sociais aos níveis colectivo e singular.

A Companhia Lia Rodrigues regressa com um espectáculo que resultou de uma residência em França no Théâtre Jean-Vilar, de Vitry-sur-Seine. A coreógrafa brasileira fundou a sua companhia em 1990, no Rio de Janeiro, tendo-se fixado na favela da Maré onde desenvolve também um importante trabalho social de iniciação à dança com jovens da comunidade.

Pororoca, o seu mais recente trabalho, inspira-se no conceito tupi que refere o encontro violento entre o rio e o mar, um movimento destrutivo, mas ao mesmo tempo fundamental para o equilíbrio natural das coisas.

Lia cria e improvisa novas condições de sobrevivência num país desfeito pelas violências e desigualdades sociais. A nova peça parte desta experiência. É o encontro e a articulação entre os onze bailarinos que desenham a nova criação, uma partição coreográfica de “corpos-instrumentos” inventada com o colectivo de intérpretes e assente na orquestração das múltiplas identidades aqui reunidas.

“Pororoca” significa “explosão” em língua índia Tupi e refere-se ao fenómeno natural que se produz quando uma vaga do oceano remonta o rio da Amazónia e o confronta em contracorrente.
“A força vital reconhecida neste fenómeno é evocada no espectáculo e na representação do viver em comunidade, com as suas semelhanças, com as suas diferenças, uns com os outros, uns para os outros… são estas combinações, estas variações à volta do grupo que tentamos desenvolver”

Lia Rodrigues não cessa de interrogar na sua actividade a vida quotidiana das favelas do Brasil onde ela enraíza as criações coreográficas.

Ontem fui mais uma vez, (passado dez anos, Lia regressou ao Porto) ver a nova peça " Pororoca " da coreógrafa brasileira.

14/04/2010

LIA NO PORTO 2000

Coreografa brasileira traz ao Porto peça que lhe deu importantes prémios internacionais e que foi espectáculo do ano no Brasil.

“Você nunca vai olhar para um corpo da mesma maneira depois de assistir a esta performance da companhia brasileira de Lia Rodrigues na qual oito dançarinos subvertem todas as expectativas em relação ao corpo humano.”
The Guardian (Reino Unido)

Era com estas informações que eu parti com vontade de ir ver a peça.

“AQUILO DE QUE SOMOS FEITOS”: LIA RODRIGUES E COMPANHIA DE DANÇAS EM SERRALVES


25 SET , 2000 > 17h e 22H >

O Auditório de Serralves recebeu, no dia 25 de Setembro, a coreografia “Aquilo de que somos feitos” de Lia Rodrigues e Companhia de Danças do Rio de Janeiro. A peça, estreada em 2000 e que rodou meio mundo, foi aclamada pela crítica, considerada “o espectáculo do ano 2000” no Brasil e venceu importantes prémios de dança incluindo o Bank of Scotland Prize no prestigiado Fringe Festival de Edimburgo, em 2002.

O espectáculo começou por causar sensação no Brasil quando, no ano da sua estreia esgotou salas sucessivamente, levando pessoas a esperar até três horas na fila por um lugar, criando enormes confusões às portas dos teatros quando as pessoas se empurravam para conseguir um bilhete, feito raro para um espectáculo de dança contemporânea. O “show”, que ficou conhecido na altura pelo preço dos bilhetes - 1,99 reais.

Foi a primeira vez que eu assisti a uma performance em cima do palco face a face com os bailarinos que lentamente se transmutam em poses enigmáticas e esculturais. Os corpos dos bailarinos deitados, rastejam e trepidam pelo chão todos nús, nós encontramos-nos sentados no chão, uns estão ajoelhados, outros de pé, obrigam-nos mudar de posição, ora para a esquerda ou para a direita, pois nada é mais sexual, sexuado, do que as diferentes sequências que ela instala no estúdio. Procura entender um espectáculo que percebe mais do que vê, encontrando ângulos inesperados onde um pedaço de nariz pode ser confundido com uma parte do seio. Enquanto os bailarinos aparecem e desaparecem em solos, duos e ensembles, vestidos ou nus, em silêncio ou conversando, as fronteiras do palco diluem-se convocando o espectador para o espaço de representação e desafiando-o a construir uma leitura pessoal a partir dos slogans proferidos.

O QUE DISSE A CRÍTICA

Há em “aquilo de que somos feitos” um amor pela vida tão luminoso que nos confunde. Uma generosidade tão bela que impede qualquer tentativa de sarcasmo. E, no entanto, pensamos um pouco cansados: "De novo corpos nus". A brasileira Lia Rodrigues, subvertendo os códigos da moda que querem que a nudez seja castigada, desprezada e martirizada, canta o nu (mais do que a nudez) com felicidade e fervor.

WILLIAM SHAESPEARE

"Sabemos o que somos, mas ignoramos em que nos podemos tornar-nos ".
William Shakespeare ( 1564- 16169 )

kieran hebden & steve reid - mom's marmalade

STEVE REID - Rhythmatism

Originalmente editado em 1976 como uma pequena edição no próprio selo discográfico Mustevic de Steve, foi reeditado em 20004. A Soul Jazz começa a cavar e retirar obscuras perolas dos seus cofres. Steve Reid é menos conhecido, mas uma figura não menos integral do profundo jazz. Tendo trabalhado com Sun Ra Arkestra, como baterista da Motown e com James Brow no Apollo Theatre House band,sob direcção de Quincy Jones. . A sua carreira tem atingido alturas dentro dos reinos da música. O seu cv estende-se ao trabalho com Miles Davis, Thomas León, Fela Kuti, Ornette Coleman, Gary Bartz e muitos outros.STEVE REID - Rhythmatism

STEVE REID

Na década de 60, Steve Reid viaja até ao continente africano, onde viveu por três anos. Regressou aos EUA e passou a envolver-se com o avant-garde jazz, associando-se a Charles Tyler, Arthur Blythe -já o vi ao vivo em Serralves), Lester Bowie, Sam Rivers, Henry Threadgill. Participou em “Popcorn” (James Brown), “Africa One” (Fela Kuti) e “Tutu” (Miles Davis). Realizou tournés como Steve Reid Ensemble.

Num dos seus melhores periodos grava Visions Of The Third Eye, captado em 1979, sob o nome de New Life, trio que além de Reid, inclue David Wertman, no baixo, e Brandon Ross, na guitarra.

13/04/2010

MORREU STEVE REID

Morreu Steve Reid. O baterista foi vítima de um cancro. Tinha 66 anos.
De acordo com o site da Domino Records, última gravadora de Reid, o músico morreu enquanto dormia, em consequência de um cancro.

Esta manhã, DJ Gilles Peterson deu a triste notícia através do Twitter: "Estou devastado pela morte do meu amigo Steve Reid. A minha verdadeira inspiração que fará muita falta." Embora muitas vezes tenha sido considerado como um baterista de jazz, a carreira de Reid é notável pela sua variedade de registos uma pluralidade.

Na década de sessenta, fêz parte de Martha And The Vandellas e um elemento fixo como músico de estúdio na Motown. Volta na década de setenta, com a nata do jazz. Reid começou a tocar bateria aos 16 anos com a orientação do empresário e produtor musical Quincy Jones, passou a trabalhar com artistas Sun Ra, Ornette Coleman, Lester Bowie, e Miles Davis, juntamente com outras figuras de destaque na música popular, como James Brown e Fela Kuti. Como líder da banda também publicou vários álbuns, alguns deles noseu próprio selo Mustevic. 2005 e 2007 são, respectivamente, "Spirit Walk" e os dois volumes da sessão The Exchange Session, em colaboração com o músico Kieran Hebden, que começou a sua carreira no grupo pós-rock Fridge, e também conhecido como Four Tet, com quem lançou quatro discos entre 2006 e 2008- The Exchange Session Vol. 1, The Exchange Session Vol. 2, Tongues, NYC foi o último álbum divulgado pela dupla.

Em comunicado sobre a morte de Reid, Four Tet descreveu o parceiro como "um dos meus grandes amigos e o músico mais maravilhoso com quem já trabalhei". "As músicas e as aventuras que nós compartilhamos foram uma das mais felizes e significantes experiências que eu já tive", completou. "Uma verdadeira inspiração. Ele viveu uma óptima vida e nos deu um legado musical incrível. Sentirei a sua falta para sempre".

tUNE- yARDS

Merrill Garbus aka tUnE-yArDs.

THE GODZ

Primeiro estes The Godz não tem nenhuma ligação com uma banda de rock da década de 70 do mesmo nome. Não, estes são os Godz originais. O primeiro e único.

Primeiro álbum, lançado em 1966, por esta banda de Nova York. Godz não é fácil lidar com eles, praticamente uma musica acústica, é uma espécie de Dylan meets Shaggs, faziam parte da cena do Lower East Side, que produziu performances de artists post-beat avant-hippie rockers- Fugs e o Holy Modal Rounders, bem como Allen Ginsberg. Anti-music na veia de Jad Fair, Daniel Johnson, Jandek, etc... foram os inventores de tudo isso. Eles e os Shaggs. Soando como um protótipo para Half Japanese ou Shaggs, os Godz tocavam como se descobrissem os instrumentos dez minutos antes da fita começar a rolar.

GODZ " CONTACT HIGH WITH THE GODZ " 1966.

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