31/03/2012

CINEMA - THE BLING RING ESTREIA EM 2013

Foram disponibilizadas fotografias de Emma Watson e Kirsten Dunst no set das gravações de «The Bling Ring» o novo filme da realizadora Sofia Coppola, que vai produzir juntamente com o seu irmão Roman Coppola.

A estreia em 2013, conta no elenco com Emma Watson, o rocker Gavin Rossdale da banda Bush, e Kisrten Dunst. As duas actrizes entram neste filme que retrata a história verídica de um grupo de adolescentes obcecados com a fama, assaltaram casas de várias celebridades de Hollywood no ano de 2009, como Paris Hilton, Orlando Bloom (e Miranda Kerr, a namorada),  Rachel Bilson, Brian Austin-Green, Megan Fox, Ashley Tisdale,  Audrina Partridge,  Lindsay Lohan, e ficou conhecido como "Burglar Bunch" ou "The Bling Ring",(na foto) teriam conseguido facturar mais de US$ 3 milhões.

Nesses roubos conseguiram aceder a dinheiro, joias, roupas, armas e fotografias intimas das estrelas. Ao que consta a razão dos roubos prendia-se com o elevado nível de vida que auferiam onde não faltavam inúmeras festas bem regadas a cocaína.

 Quanto aos membros do grupo em questão, Alexis Neies, uma rapariga de 18 anos que perseguira a fama num reality show da TV por cabo nos Estados Unidos, foi sentenciada a uma pena de 3 meses na prisão, Rachel Lee, de 21, foi sentenciada a uma pena de 4 anos; A irmã de Alexis Neiers, entretanto, foi contactada como consultora para o filme.

 Os restantes quatro acusados ​​- Nicholas Prugo, 20; Diana Tamayo, 21; Courtney Ames Leigh, 20, e Roy Lopez Jr., 29 - voltaram ao tribunal em 18 de Novembro, que aguardam julgamento. Todos se declararam inocentes das acusações.

 O condenado traficante Jonathan Ajar, que supostamente ajudou a vender os itens roubados, não contestou em Março os diversos crimes que os registros judiciais mostraram.
O grupo era composto em grande parte por  mulheres jovens que freqüentavam uma alta escola  em Agoura Hills e tinha um gosto para os bens de luxo e acessórios usados ​​por celebridades jovens.


Paris Hilton estará de novo no  filme de Sofia Coppolairá, vai fazer uma perninha no filme, a socialite interpretará ela mesma, segundo o tabloide "The Sun".

 Emma Watson tem conseguido papeis sérios em filmes de sucesso, desde do final da saga "Harry Potter".
Depois de conseguir o papel no filme "A Minha Semana com Marilyn", a actriz britânica terá novo papel no filme de Sofia Coppola.

BANKSY

A obra mais cara vendida no leilão foi "Love is in the air", protagonizada por um manifestante que surge em posição de lançamento de um ramo de flores como se fosse um cocktail Molotov, arrematada por87.650 libras(105.100 euros).

Considerada uma das imagens mais icónicas do enigmático artista, cuja identidade muito poucos conhecem, levava um preço estimado de entre 40 mil e 60 mil libras (entre 48.000 e 72.000 euros).

"Leopard and Barcode", uma tela onde aparece um leopardo que escapou de uma jaula representada como un código de barras, alcançou durante a venda as75.650 libras(90.700 euros).

Outra das peças mais célebres da coleção é o graffiti "Girl and balloon", que já foi reproduzido em milhares de objetos em Londres, vendido por73.250 libras(87.900 euros).

Por seu turno, "Bomb Hugger", que representa uma menina abraçada a uma bomba, alcançou as49.250 libras(59.100 euros), e "Happy Choppers", onde aparecem helicópteros militares adornados com laços, foi vendida por13.125 libras(15.750 euros), duplicando o preço estimado.

No total, as seis obras do artista britânico foram vendidas por311.434 libras(cerca de 373.550 euros).

O mistério que envolve a figura de Banksy, assim como a contundente mensagem que deixa habitualmente nos seus graffiti de humor e crítica social, aumentaram o interesse e a quotização das suas obras, inicialmente vistas apenas nas ruas como uma intervenção urbana.

As obras de Banksy, que eram uma intervenção urbana, acabaram por entrar nas casas dos colecionadores

AS FAMOSAS MARCAS DE TABACO EM PORTUGAL

 Provisorios, Definitivos, e Kentucky.
Os icones do tabaco... era a estes que o pessoal chamava de mata-ratos?????

Os mais velhos certamente se lembrarão de duas marcas de cigarros que já não se encontram no mercado...

Como nunca fumei a recordação e a imagem que tenho,... é de ver os idosos, talvez com muitas dificuldades a fumarem esta marca, e com os dedos amarelos, os mais fumadores.

 Também ficou famoso... não durou assim muito tempo, talvez menos conhecido o "Kart"? "Quilómetros de prazer...", havia as marcas, CT,  Três Vinte, Paris, Estoril, Porto, Coimbra, Sintra, Sagres, o cigarro das senhoras... era o que se dizia na época, o Kayak.

Em1966, foi apresentado ao publico pela Tabaqueira, aquela que terá sido certamente a primeira marca de cigarros mentolados do país.O Kayak, cigarro que na sua época já possuía a inovação do Multi-filtro. Relembre-se que esta inovação também fazia parte das seguintes marcas: Monserrate e Sintra.

Juntamente com o anuncio da época um maço de Kayak parece ter viajado no tempo! O maço em si tinha um desenho simples mas apelativo, ainda embalado em celofane, e com o selo da Tabaqueira, parece ter saído á pouco da fabrica! Preço: 6 Escudos, mais 1$50 de Imposto Complementar.

2002 CONTROL- O TABACO DO MFA

Qual a marca de cigarros que fumavam os oficiais do MFA? Some-se o dia da revolução (25), o ano da revolução (1974) e os seus três dirigentes (Spínola, Costa Gomes e Otelo) e obtém-se a resposta: 25+1974+3 = 2002.

2002 CONTROL, uma marca de cigarros lançada por essa mesma altura (1973). 

A mensagem publicitária que lhe estava associada também era de antecipação científica, com aquele 2002 Control estilizado no título e com a publicidade ao produto a destacar uns grãozinhos que, colocados à frente do filtro, reforçariam a suavidade do cigarro… Quando este era abanado, ouviam-se os grãozinhos... Para aquela época, tratar-se-ia de verdadeiros cigarros informatizados…

FRIEKE JANSSENS- E O TABACO NAS CRIANÇAS

A fotógrafa Frieke Janssens resolveu mexer em terreno espinhoso e resolveu discutir o hábito de fumar e as leis antitabagistas unindo elementos que na maioria das vezes são opostos entre si: crianças e nicotina.

Tendo como referência e base para a sua acidez,  lembrou o caso do bébé da Indonésia que costumava fumar 40 cigarros por dia, e que ficou conhecido mundialmente. 

Frieke, é da Bélgica, onde a lei antifumo ainda é um assunto recente, e resolveu traduzir os seus questionamentos nesta série fotográfica intitulada “A beleza de um vício feio” (“The beauty of an ugly addiction”), onde mostra crianças, de 4 a 9 anos fumando,

THE MAGNETIC FIELDS

Stephin Merritt tem sido o principal compositor de muitas bandas ao longo dos anos, 6ths, Future Bible Heroes, the Gothic Archies, fez seu trabalho mais duradouro, e ganhou a reputação como um moderno Cole Porter, com os  Magnetic Fields . A banda existe há mais de duas décadas, e sobre o novo Love at the Bottom of the Sea (Merge), Merritt retorna às suas bases de um sistema electrónico de deslocamento para longe da instrumentação mais convencional  dos três álbuns anteriores (todos para Nonesuch ), embora as canções não incluem elaborados overdubs acústicos.  

Ele foi entrevistado pelo cantora de Chicago Kelly Hogan, que trabalhou  com Neko Case e Staples Mavis. Em Junho ela vai  lançar  I Like to Keep Myself in Pain (Anti-),o seu primeiro novo longa-duração em 11 anos, e abrange uma melodia que Merritt escreveu há mais de duas décadas atrás, quando os Magnetic Fields, ainda eram chamados Buffalo Roma . Os Magnetic Fields actuaram no Vic a 3/26 e  na terça 3/27, Hogan abriu o show.

THE FEELIES

The Feelies in Hoboken, N.J., 2008. Left to right: Dave Weckerman, Stanley Demeski, Bill Million, Brenda Sauter and Glenn Mercer. (Photo by Jerry Flach.)

GARY PANTER

Various Artists: Smack My Crack, 1987
 A1 Butthole Surfers – Boiled Dove 4:30 
A2 Einstürzende Neubauten – Adler Kommt Später 5:47 
A3 Diamanda Galás – Solo Live In Amsterdam 2:29 
 A4 William S. Burroughs – Worlds Of Advice / Kim Like The Great Gatsby 4:48 
 A5 Swans – Anything For You (Hang Me) 4:50 
 B1 John Giorno Band – Sucking Mud 5:50 
B2 Chad & Sudan – Cheap Energy 6:35 
 B3 Tom Waits – The Pontiac 2:03 
 B4 Chris Stein – Indra (For Brion Gysin) 3:06 
B5 Nick Cave

GARY PANTER

Gary Panter Pray for Smurph, 1983

GARY PANTER

Henry Kaiser & Wadada Leo Smith- Yo Miles!,1998

GARY PANTER

 That Petrol Emotion- Chemicrazy, 1990

GARY PANTER- designer gráfico

É  dificil de categorizar Gary Panter como qualquer "tipo" de artista, como evidenciado pelos seus elogios ecléticos.

Gary Panter nasceu em Oklahoma, criado no Texas. Estudou pintura na East Texas State University e  mudou-se para Los Angeles em 1977. Em Los Angeles, trabalhou em várias frentes, incluindo o desenho, pintura, histórias em quadrinhos-comics e imagens comerciais, estabelecendo um padrão de criação através das fronteiras tradicionais, e em vários medias, que perdura até hoje.



Obsessões muito particulares de Panter são o traço comum em toda a sua obra: os aliens na televisão japonesa de 1960, antigos designs candy-wrapper, os dinossauros,  cangurus, os seios, estatuetas mexicanas de baixa qualidade, "cherry-nosed potato dwarfs in fedoras", Tiny Tim e Bruce Lee  em comics,  páginas reservadas para  rever os seus discos favoritos, rabiscando cada cover- Produziu cartazes de shows e capas de discos (Frank Zappa, Germs, Red Hot Chili Peppers), gravou algumas faixas com os  Residents.

Panter é excepcionalmente bem versado na teoria das belas-artes, mas não perdeu a inspiração natural de tocar num "sandbox".


No final dos anos 70  começou uma longa associação com as várias encarnaçõeso por trás várias encarnações da estética, Pee Wee Herman  (projetou Pee Wee’s Playhouse, associado ao merchandise, stageshows, etc..) desenhou os cenários e bonecos para Playhouse Pee-wee, a criação do apocaliptico de  estética punk  comoc californiano- alter ego JIMBO, o artwork das seminal bandas punk  The Screamers, e The Germs. 

 Ele foi um dos primeiros contribuintes para a "Slash", e o seu trabalho tem aparecido na "Time", "New York", "Rolling Stone", "Raw", "Spin", e muitos outros jornais e revistas. 
 Por volta de 1979 a Warner Brothers pediu-lhe para fazer um par de capas para álbuns de Frank Zappa.
Gary Panter também gravou com os The Residents.

Frank Zappa aparece no design de Gary Panter na novela "Jimbo no Purgatório". O livro inclui desenhos favoritos de Gary Panter- The Mothers Of Invention  "Uncle Meat", Captain Beefheart's "Clear Spot",
um album de Edgar Varèse, The Fugs, Pink Floyd, e mais gemas.

 "Jimbo's Inferno", a outra novela gráfica,  parte dois das aventuras de  Jimbo, inclui uma lista  (uma página) e desenhos, trinta e três  'best loved vinyl recordings' de Gary Panter - Zappa "Lumpy Gravy", Captain Beefheart's "The Spotlight Kid" e The Residents' "Duck Stab".
 
Na década de1980, Gary publicou "The Rozz-Tox Manifesto", um documento muito influente que dirigiu a sua geração a se infiltrar no mainstream com ideias  e cultura underground.Contribuiu para regularmente para a influente Art Spiegelman,  antologia  do magazine Raw, o desenvolvimento da sua sempre recorrente paisagem sci-fi, Dal Tokyo, cabelo espetado, pug-nosed, o protagonista, punk, Jimb. Matt Groening o criador dos Simpsons,começou a publicar material  novo de Jimbo em 1995, em formulário de series comic-book  Zongo Press.

 Em 2006-2007, Gary foi um artista de destaque na exposição itinerante, Masters of American Comics.

 Os livros incluem uma monografia abrangente, Gary Panter (PictureBox), e quatro graphic novels: Jimbo no Purgatório (Fantagraphics); Inferno de Jimbo (Fantagraphics); Cola Madnes (Garbage Funny); Jimbo: Adventures in Paradise (Pantheon). Gary já ganhou inúmeros prémios, incluindo três prémios Emmy pelo seu design de produção Playhouse Pee-wee, bem como o Chrysler Award 2000 para a excelência do projecto.

 Um artista, inquieto hiperprolifico, só dorme quatro horas por noite, Panter é aparentemente incapaz de fazer uma coisa de cada vez. Realizou espetáculos de luz psicadélicas em colaboração com o guru das luzes Joshua White no Hirshhorn Museum in Washington, D.C.

 Uma vez eu estava conversando com um dos meus heróis, Ed Ruscha, o West Coast pintor pop-art, e eu disse  talvez uma coisa terrível. “I love your paintings,” I said, “but if you walk up to the paint, it’s not a gorgeous paint surface like so many painters.”" Ele deu um retorno mal-humorado, sábio. Ele disse, "eu não conseguia suprimentos da  minha arte muito longe das minhas idéias." Isso fez sentido para mim.

 Você tem que fazer as pazes com as suas limitações, com o que você pode fazer. Então pense no que você realmente gostaria de fazer, que é a parte mais difícil. Você tem que pensar, eu posso fazer qualquer coisa e estar em qualquer lugar, então o que é que eu quero ser?  

Artistas como o improvisador guitarrista Henry Kaiser  "gostaria de estar sob o gelo ártico com uma camera a tocar guitarra." É assim para todos,  você quer fazer com você o mesmo?

 O  processo para completar Inferno Jimbo e Jimbo no Purgatório, adapta e reinventa Purgatório de Dante em forma de quadrinhos, inserindoos seus próprios personagens, assim como ícones pop como Frank Zappa, Yoko Ono, e Bruce Lee, organizando para ecoar a lógica matemática dos cantos, substituindo certos discursos com adaptações posteriores por autores como Boccaccio e Chaucer, "Depois que fiz Adventures in Paradise,  pensei que provavelmente devia  ler A Divina Comédia um dos livros referenciado.

 Eu estava fazendo uma história em quadrinhos trimestral para a imprensa de Matt Groening, Zongo Comics, e estava a ler Dante. Estava na quinta edição e cheguei  a esse ponto da história em que Jimbo está perseguindo as meninas Soulpinx. A minha leitura de Dante é provavelmente mais leve do que a maioria das leituras, especialmente o humor e a sexualidade, de modo que Dante segue Beatrice, e Jimbo segue as Meninas Soulpinx
.
 . Claro, para fazer a minha adaptação, tive que ler A Divina Comédia,  cinqüenta ou sessenta vezes. Eu era um aluno terrível na escola, e a minha leitura era limitada aos escritores que gostava, então  tinha lido tudo por autores como Anthony Burgess, Philip K. Dick,  ou William Burroughs, mas eu nunca li os clássicos, como Cândido Voltaire.



 

THE FEELIES

 Feelies Mach I, circa 1978. From left: Bill Million, Vinny DeNunzio, Keith DeNunzio, Glenn Mercer. (Photo courtesy of the Feelies.)
Um vez ouvi os Feelies numa faixa chamada "Too Far Gone" na banda sonora do filme de Jonathan Demme  Married To The Mob, 1988. Eu comprei o meu primeiro album dos Feelies numa loja de discos no centro do Porto, Tubitek. Eu estava animado para ouvir o album, porque eu sabia que os Feelies iam ser uma banda  muito importante. A Rolling Stone chamou a Crazy Rhythms, 1980, como o 49º  álbum mais importantes dos anos 80, e a banda viu muitas vezes o nome junto dos  REM ( uma das bandas favoritas no momento).  

Ainda assim, crescendo numa cidade sem rádio da faculdade, radios piratas, escassa ( para não dizer quase nula) informação cultural (sempre fui um explorador musical, como o foram os nossos antepassados navegadores...) e sem MTV ( era assim  no principio dos anos 80), eles eram uma banda que existia  fora dos nosos radares.  

Foi só depois que comecei completamente mergulhado no tipo de música  nerdery,  que acabaria por se tornar no meu gosto integral, que vim a entender o quão importante - e profundamente influente - os Feelies realmente são. Os Talking Heads e os Modern Lovers podem ser os dois exemplos mais evidentes de actos que se inspiraram na estética dos Feelies ', mas as pegadas delicados da banda ainda são muito visíveis no indie rock contemporâneo.

Após a reforma para tocar uma série de shows na reunião de 2008, a banda sediada em Nova Jersey, ficou surpresa ao descobrir que ainda havia tanto interesse. "Ficamos muito satisfeitos - e surpresos - pelo número de jovens nos shows", diz o membro fundador Glenn Mercer, "Nós só percebemos que as pessoas dos velhos tempos, provavelmente, não vão ver mais bandas e que as crianças mais jovens provavelmente não sabiam quem éramos,  e por isso foi óptimo tocar algo parecido com todos os participantes de amanhã e ver que as pessoas conheciam a música.  


Nós só lançamos quatro álbuns e  foram espalhados ao longo de muitos anos, então é incrível que nós tenhamos de alguma forma conseguido manter na consciência pública"Fazia sentido, dado o sucesso dos shows da reinião da banda  que os Feelies fariam novas músicas, mas de acordo com  Mercer este sempre foi o objetivo. Na verdade, a gravação de música sempre foi a coisa mais gratificante em estar na banda.

"Os motivos para a reforma foi na maior parte apenas para tocar em shows, mas muito alto na nossa lista de prioridades era fazer outro registo. Trabalhamos a um ritmo diferente do que um monte de bandas -  normalmente leva-nos um par de anos para montar o material. Todos vivemos em lugares diferentes agora, também, por isso exige um planeamento muito mais forte para ficarmos juntos. Nós sempre temos que ter certeza que estavamos a  fazendo o melhor uso do nosso tempo. Nós também sempre preferimos o estúdio para tocar ao vivo. Voltar quando gravamos ritmos loucos que normalmente só tocavamos ao vivo uma vez ou duas vezes por ano, como, em  feriados e eventos especiais.  


Nossos corações estavam sempre embrulhados em fazer os discos, não necessariamente tocá-los. Nós gostamos de realizar, mas ... um monte de bandas fazem albums especificamente para que possam sair e em tour, para nós,  é o oposto ".

Gravado em Nova Jersey 
e com todos os membros da banda original, os fãs do hyperactive jingle-jangle e espático nervoso Crazy Rhythms, mais The Good Earth e  Only Life,  encontram coisas e novas músicas, "Não é o mesmo fio que percorre todos os nossos álbuns", diz Mercer, "É muito variado - lotes de diferentes texturas e andamentos. Há elementos aqui de todos os nossos álbuns, mas são os Feelies, sempre com  guitarras - tocando rápido e lento ".

Para uma banda conhecida pela sua brevidade e propensão para eufemismo musical, este álbum  dos Feelies será relativamente caro. " Temos treze canções desta vez", ri Mercer, " Nós normalmente só temos nove canções originais e uma cover, de modo que este se sente como um monte de trabalho extra para nós, é quase como álbum duplo!  


Ainda assim, além de ter mais músicas desta vez, a nossa forma de trabalhar e a nossa forma de tocar realmente não mudou muito. A dinâmica da banda é essencialmente a mesmo, a diferença é que nós estamos mais velhos agora ... e muito mais pacientes.

KISS- Detroit Rock City

"Detroit Rock City" é uma canção da banda americana de hard rock Kiss, lançada originalmente no álbum Destroyer, de 1976. Foi composta pelo guitarrista da banda, Ace Frehley e Bob Ezrin, e fala sobre um verdadeiro fã  dos Kiss, que morreu num acidente de carro a caminho de um concerto do grupo.

A canção, gravada e lançada como single no mesmo ano, foi o terceiro single do álbum. Como single acabou vendendo pouco e sendo pouco tocada nas rádios (com a excepção da própria cidade de Detroit); o seu lado B, "Beth", uma balada cantada pelo baterista Peter Criss, acabou fazendo sucesso em diferentes mercados locais dos Estados Unidos, e foi lançada então como single, com "Detroit Rock City" como lado B.

Durante a turné Love Gun/Alive II tour, Stanley mudou parte da letra, "I know I'm gonna die, why?" para "I know I'm gonna die, and I don't care!".

A canção chegou à sexta posição na lista de "40 melhores canções de Metal", da VH1,e também foi lançada no álbum Heavy Metal – The First 20 Years, lançado em 25 de Julho de 2006.

O título da canção foi usado num filme de 1999, no qual um grupo de fãs adolescentes da banda viajam a Detroit para a ver, em 1978.

Os Detroit Tigers, a equipa de beisebol da cidade, frequentemente colocam a canção nos estádios durante a entrada dos jogadores no início dos jogos.

Também faz parte da banda sonora do filme Role_Models" de 2009,e no filme The Dilemma, de 2011.

SPIRITUALIZED

Poeta, ensaísta, critico, nativo de Oklahoman, T. COLE RACHEL trabalha na  Interview, V, OUT, The New York Times Magazine, Dossier e The Fader. Os seus livros inclui Surviving the Moment of Impact, e Bend Dont Shatter. É DJ em part-time.

 É fácil de tomar por certo a influência na música popular que Jason Pierce (aka J. Spaceman) tem tido ao longo das últimas três décadas. Como um membro dos Spacemen 3, Pierce registou uma espécie de 
"druggy noise-psych" que geraria um milhar de imitações  inferiores ao longo dos próximos vinte anos. Como  membro (e único constante) fundador dos Spiritualized, Pierce tem criado algumas das músicas de rock mais fantasticas  da "blissed-out rock music"  de todos os tempos, e feito com uma intensidade na fronteira com o religioso. Spiritualized vão lançar o sétimo álbum, o tão elaborado, Sweet Heart Sweet Light.  

T. Cole Rachel- Embora eu tenha ouvido que de Pierce as entrevistas são muito difíceis, eu estava aliviada por ele ser um tipo muito afável, conversador e uma das poucas pessoas que eu já conheci, que pode transformar-se vestindo calças de couro branco durante o dia e fazê-lo parecer totalmente normal. Além disso, como o vídeo de "Hey Jane" indicaria, que Sweet Heart Sweet Light, é um "stunner".

T. Cole Rachel- A primeira vez que fizeram um show em Oklahoma City, foi na tourné de Pure Phase, ninguém apareceu em OKC naqueles dias - e tocando numa pequena sala para apenas algumas pessoas, tinham luzes suficientes para encher uma arena "Nós viajamos com todas aquelas luzes, sobre minha insistência.  Isso custou-nos uma fortuna, mas, nós estávamos indo para Oklahoma! Precisávamos das nossas luzes!" " Uau. Nós só tocamos lá uma vez,  um local  que tinha um "barraco" que foi pouco frequentado", "Eu sempre tive essa coisa que, se conseguirmos alguém  imprimir os bilhetes e nos convidam, vamos lá mostrarmos-nos e fazer um show. Especialmente naqueles dias", "Nós tocamos em Boise uma vez para cerca de 11 pessoas ... mas ainda assim, havia 11 pessoas", diz Jason Pierce, sobre o novo álbum dos Spiritualized e os perigos do perfeccionismo.

 Muitas vezes as pessoas pensam  como um dos perfeccionistas mais notórios na música rock. Tem o processo de tomada de decisão dos albums, " depende de em que grau você aceita a responsabilidade por ela. Um monte de bandas entrega a responsabilidade a um produtor ...que muitas vezes vem com um saco cheio de truques. Você começa o que você recebe".

  Às vezes a última canção que você termina soa melhor, porque você não ouviu isso um milhão de vezes antes. Muitas vezes, as cordas nos discos estão demasiado altas porque foram a última coisa a ser adicionada durante a mistura e as pessoas ainda estão muito no amor com os sons. Eu não sei,se a mistura é tão importante quanto qualquer outro aspecto do processo. Para mim, não se trata apenas documentar o que parecia no estúdio num dia específico. Trata-se de capturar a música como um todo. Eu quero isso para capturar tudo o que eu amo sobre a música. Tempo, tempo é a coisa. Fica mais fácil se você tiver tempo. 

T. Cole Rachel- Isso é uma ordem de altura. A idéia de que não é apenas um registo de como a banda soava neste dia, neste mês, e neste ano ... mas que deve ser sempre buscando a intemporalidade.?

 JP: O que é estranho é que às vezes as pessoas fazem albums especificamente para o próprio meio. Como fazem os registos da rádio ou com um tema específico ou o que quer. Os trabalhos que pareciam importantes para mim foram feitos independentemente disso. Você tem a sensação de que não havia uma visão de como eles estavam indo para ser vendidos ou como eles eram para ser tocados na rádio. Ou, mesmo se fossem, que era apenas a minha opinião sobre isso. Talvez Captain Beefheart estava realmente tentando fazer um disco de sucesso, mas eu vim a apreciar esse registo fora do tempo. Eu não estou seguindo Captain Beefheart como um artista, esperando para ver como vai ser o próximo passo. Chegou-me fora do tempo, sem contexto, como um pedaço de música, e eu respeito essa forma.

 " Eu não estou procurando o som perfeito ou a combinação perfeita. É aquele que se adapta a pista. Tudo é mistura física simples. O som está muito alto ou muito baixo, baixo demais ou muito agudos, e você pode equilibrá-lo, e esses graus leves são a diferença entre uma bela música e música horrivel", " É tudo sobre a tentativa de manter a agulha do lado direito das coisas, tentando fazê-la soar como o que eu considero ser o rock and roll, a música que eu gosto". refere Jason Pierce.

"Eu pensei que eu ia baixar a barra um pouco. Eu queria fazer um álbum pop. Então, eu tive essa idéia de que isso tornaria mais fácil. Eu sempre quis fazer um disco que seria de alguma forma diferente de todos os álbuns fora de longo alcance que visam as estrelas, feito por músicos que tentam desesperadamente esticar. Há uma enorme quantidade de registos que eu possuo que  eu gosto - discos de música pop que não são feitao por pessoas mais jovens.  

"Eles não tem a confiança e a arrogância e a estupidez da juventude - e o tipo de visão singular que você começa quando você é jovem. Eles são feitos por pessoas que, querem ou não, eles absorvem um pouco dessa sabedoria. Eles absorveram alguns outros sons. Você pode pensar deles como o grande, mas muitas vezes esquecidos,  no meio-período, por grandes artistas. Existe um grupo de trabalhos que  superam os registos que as pessoas saudam como os clássicos, ou os grandes movimentos do rock and roll, e eles parecem ser a espinha dorsal, a coluna vertebral, da música que eu amo"

"Eu queria fazer um desse tipo de albums, uma daquelas coisas que convinha á minha idade um pouco mais. Eu odeio o jeito que o rock and roll ainda continua a tentar e ser jovem o tempo todo. Todas estas pessoas idosas correndo ao redor do palco,  ainda estão no auge da sua juventude. Eu odeio a maneira como as pessoas do rock and roll sempre  fingem ser crianças. Então, eu estava pensando esses certos tipos de registos que, você sabe, que  não são realmente raros. Você pode ir á loja  amanhã e buscá-los. Eles não lhe vão custar milhares de dólares numa loja de discos. Como eu disse, eu pensei que iria abaixar a barra para  fazer um disco assim, porque estes são os  essencialmente perdidos ... e como seria bom fazer um álbum perdido?

 T. C. Rachel- Como é a experiência de viajar e tocar ao vivo para você? Você aprecia?JP: Sim, porque é livre e nada é amarrado. Tudo acontece mais rápido na estrada. Você recebe esse feedback imediato. É tão fluido, enquanto a gravação é o oposto disso. Tocar ao vivo, você começa a sentir as canções de uma forma muito pura, e você geralmente fica melhor a cada noite. As músicas  movem-se em direções diferentes, você retém os melhores pedaços e tornam-se uma parte do que você faz na noite seguinte", "Com fazer um disco, especialmente de mistura, é tudo sobre a tentativa de amarrar as coisas. A coisa mais difícil para mim é saber  quando parar a gravação. Eu poderia simplesmente gravar sem parar. Eu não sou uma pessoa que pode ir e experimentar o material na estrada - é como deixar alguém ter um vislumbre do seu notebook ou algo assim. Eu quero manter a posse da canção até saber que está finalmente pronto. Acho que estou chegando que tocar ao vivo sinto-me muito libertador e livre ... um dos únicos momentos na minha vida que eu não estou preocupado por não ter tempo suficiente para acertar as coisas.

 T. Cole Rachel- Parece muito de acordo, pelo menos tematicamente, com o que tantas músicas dos Spiritualized parecem ser sobre - se esforçando para o intangível, o impossível.JP: Acho que você tem de trabalhar fora do que você sabe que é capaz. Quando digo isso, eu acho que as pessoas esperam algo fora de sua percepção da música. Vou estar tentando fazer algo que, para mim, é novo e as pessoas vão dizer que  realmente não soa tão diferente do último álbum dos Spiritualized. Ainda soa como eu, mas eu acho que isso é inevitável. Tentando inventar novas músicas fora do nada é um pouco como tentar inventar um novo animal. Que porra é essa? É um animal, mas tem que fluir nessa evolução, uma evolução lenta. Você tem que fazer nova música. Você tem que ser apontado na direção certa e fazer coisas novas, mesmo que tenha sido uma banda por um longo periodo de tempo. Há essa tendência agora para ir e desenterrar um dos seus álbuns clássicos e depois ir tocar por um ano e meio. Eu não estou fazendo nenhum comentário sobre as pessoas que fazem isso, mas eu percebo que não é para mim. Eu fiz shows de Ladies and Gentlemen onde tocamos esse álbum inteiro ... e foram apenas incríveis, shows gloriosos, mas senti como um movimento lateral, em vez de um salto para o futuro. Eu só acho que você tem que tentar sempre estar se movendo para a frente de qualquer maneira que puder.

MISSION OF BURMA

Holy Ian Curtis, é o novo Mission of Burma tune!  A banda post-punk de Boston lançará o seu novo álbum Unsound,  via Fire Records em Julho. “Dust Devil” é a estreia do album e tem tudo que se pode querer numa canção MOB: os familiares chugging riffs, pedaços cacofonia de feedback, e harmonias, 
  Não se sabe esta música foi escrita para um eletrodoméstico ou o perigoso fenômeno meteorológico, mas Roger Miller e companhia fazem  de dust devil a poeira turbulenta, independentemente do contexto.

.

R.I.P. EARL SCRUGGS

A lenda do country,  Earl Scruggs morreu num hospital de Nashville na quarta-feira. Tinha 88 anos.

De acordo com a Associated Press, o seu filho Gary, disse que o músico morreu de causas naturais. O tocador de banjo bluegrass era um ícone que trouxe o seu distinto estilo com três dedos nos anos 50 e auge dos anos 60 para uma nova geração de músicos populares, tocando com artistas como Bob Dylan e os Byrds, bem como de seus filhos no Earl Scruggs Revue.

     As suas performances com Joan Baez, Dylan e outros foram capturados no documentário "The Complete Earl Scruggs Story", que apresentou os seus esforços para estabelecer o banjo como uma peça vibrante da cena-era Woodstock .

     Nascido em Shelby, Carolina do Norte, Scruggs teve o seu início com  Bill Monroe’s Blue Grass Boys, em 1945. Três anos depois, ele se associou com o guitarrista Lester Flatt para formar os Foggy Mountain Boys, um grupo musical que durou até 1969.

     Scruggs é talvez melhor conhecido pelo instrumental "Foggy Mountain Breakdown", bem como "The Ballad of Jed Clampett," a música tema do programa de televisão dos anos 60 "The Beverly Hillbillies".

     Em 2008, recebeu um Grammy Lifetime Achievement Award, e também é membro do Country Music Hall of Fame.

DIRTY PROJECTORS

. Nenhuma palavra sobre quando o aguardado álbum  novo será lançado, mas isso indica que devemos saber mais informações em breve."Gun Has No Trigger", é o novo single.

THE MEN

Para um crítico, é tentador forçar uma banda como os The Mens em algum tipo de narrativa, mesmo que seja uma narrativa de oposição à atual musica pós-chillwavestep ou uma narrativa de renascimento para um punk DIY longamente enterrado. Mas a verdade é que, através de todos os anos de novas tendências e modas, as bandas de guitarra sempre estiveram com a gente - temos neste fim de ano os listáveis ​​artistas como Titus Andronicus, Fucked up, HEALTH, No Age, Cymbals Eat Guitars e Marnie Stern.

 2012 não será o ano em que o punk quebra de novo, e os The Men não são os porta-estandartes solitários seus gritos e comentários num vazio de guitarless. Eles são apenas uma banda talentosa emergindo de uma sequência ininterrupta de bandas igualmente talentosas.
De alguma forma conseguiram o passo "renascimento da música rock" discussão passada, quando do seu   sophomore álbum (ou álbum júnior, dependendo de quem está mantendo a contagem) Leave Home  abriu caminho para todas as "best of" listas.  


Mas agora decidiram presentear-nos com ainda mais 10 músicas  - e ter a certeza, os amigos, as canções que compõem Open Your Heart  são, certamente, gloriosas - é uma conversa que se tornou, infelizmente, inevitável.
 Leave Home cativou com o rigor da sua bibliografia punk rock, mas mais ainda com a forma engenhosa que misturada e combinada as suas fontes. O facto de que a banda conter três diferentes cantores e cada um escreve as suas próprias canções faz os The Men  um grupo difícil de definir. 



The Men
Open Your Heart

[Sacred Bones; 2012]

BUILT TO SPILL

 2012 marca o 20 º aniversário dos Built To Spill a fazer música que tem se mostrado  para o indie rock moderno, e os nativos Boise têm mostrado uma consistência profunda quando se trata dos seus lançamentos. Built To Spill nunca pararam de soar como Built To Spill. Se qualquer coisa, o grupo reforçou foi o seu som e encontrando maneiras de casar musicalmente os conceitos e as  letras com o tom geral das canções.

Doug Martsch falou em entrevista á TMT sobre como as suas composições evoluiram, também compartilhou os seus pensamentos sobre a criação da música "Pat", que é dedicada a Pat Brown, que estava na banda TreePeople, com Martsch e se suicidou em Abril de 1999.

 The Electronic Anthology Project é Built To Spill, Doug Martsch e Brett Nelson, refazer as suas próprias canções com sintetizadores e baterias eletrónicas anos 80. Não soa como algo que os  BTS fariam, o EP com as sete-canções estavam à venda nos shows dos BTS. Cada re-interpretação também é re-intitulada com um anagrama de títulos originais da música. Mas os tipos listam os seus nomes como "Dug Martsch & Brett Nelson".

FATHER JOHN MISTY- JOSH TILLMAN


Father John Misty, é o nome de Josh Tillman, gravou e lançou álbuns a solo em nome próprio desde 2003 e que recentemente saiu de Seattle, Fleet Foxes, depois de tocar bateria com eles a partir de 2008 até 2011.Tóquio  foi último show com os Foxes. A partida  está começando a fazer algum sentido“Back into the gaping maw of obscurity I go,” escreveu Tillman .Ao discutir Father John Misty,  parafraseou Philip Roth "It’s all of me and none of me, if you can’t see that, you won’t get it ".

O novo álbum, Fear Fun, 2012,  de Father John Misty, começou a gestação, durante o que Tillman descreve como um "período de imobilização de depressão" na sua ex casa de-Seattle, quando ele tinha perdido o interesse na composição e acabou encontrando a sua voz, escrevendo um romance.
eu finalmente encontrei a minha voz narrativa

 "Eu perdi todo o interesse em escrever música, ou identificar-me como um compositor " disse. "Eu tenho a minha carrinha com cogumelos suficientes para sufocar um cavalo e começou a dirigir ao longo da costa sem ter para onde ir.

Depois de sair de Seattle foi um pouco antes que a voz começou a se manifestar de uma forma musical, mas uma vez que se instalaram na árvore da Laurel Canyon, está vivendo, Tillman passou meses a criar demos de canções, e eventualmente, libertando-se do seu impasse criativo. Com a ajuda de Jonathan Wilson, de L.A., produtor / compositor / amigo, uma grande variedade de músicos talentosos em torno de Los Angeles, e Phil Ek produtor (que tem trabalhado com Built to Spill, Modest Mouse, Band of Horses, Fleet Foxes) Fear Fun  floresceu  numa expressão totalmente formada de visão irrestrita de Tillman.

Fear Fun consiste em elementos tão díspares como Waylon Jennings, Harry Nilsson, All Things Must Pass, e Physical Graffiti, muitas vezes dentro da mesma canção. A voz de Tillman muitas vezes soa como Roy Orbison mais alegre, 
mesmoa melancolia  flutua através dos novos congestionamentos, enquanto a música se mantém escura, misteriosa e lúdica . Liricamenteafebre dos seus sonhos  absurdos de dor e prazer provoca, em medidas iguais, o poder cego e descritivo de Bukowski ou Brautigan, a filosofia de Oscar Wilde e a sagacidade "dried-out"  de Loudon Wainwright III.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails