30/08/2012

PUNK ABOUT N. Y . CITY

10 Great Punk Songs About New York City:
 The Ramones - "53rd & 3rd"
 Johnny Thunders - "Subway Train"
 The Dictators - "New York, New York"
Randoms - "Let's Get Rid of New York" 
GG Allin - "New York Tonight"
Slaughter and the Dogs - "Hell in NY" 
NOFX - "All My Friends in New York"
Born Against - "My Favorite Housing Project" 
Fear - "New York's Alright if You Like Saxophones"
 Le Tigre - "My My Metrocard"

WHY

WHY? - Sod In The Seed [EP] (Anticon)Se você estiver seguindo o arco da carreira de Yoni Wolf, Sod in the Seed não terá muitas surpresas. PORQUE? estabelecido o modus operandi do emparelhamento dos arranjos indie-pop com um detalhado exame de hip-hop, não se desvia estilisticamente ou tematicamente muito dos seus antecessores Alopecia e Eskimo Snow. Na verdade, qualquer uma das seis músicas neste lançamento poderia ter sido facilmente escorregado para esses dois registos, sem levantar as sobrancelhas demais. Em pouco mais de 15 minutos de duração do EP, é muito breve para dizer se é o som de uma banda a aperfeiçoar uma identidade consistente ou apenas uma recauchutagem, do mesmo território criativo.

THE MUSIC TAPES

Elephant 6 psych-pop noisemakers, the Music Tapes lançaram “Playing ‘Evening’” uma faixa do novo LP, Mary’s Voice,o primeiro da banda desde de Clouds and Tornadoes,2008. Julian Koster e co. lançaram uma página Kickstarter para financiar uma turnê que eles estão chamando de “The Traveling Imaginary”, que contará com música, jogos, histórias e filmes, tudo sob uma tenda “historic tentmakers in England". Embora o grupo já tenha atingido o seu objetivo $ 5.000 , os fãs ainda podem doar e receber muitos dos presentes "frescos" que a banda está a oferecer, inclusive uma singing saw lesson de Koster, um famoso tutorial da banda com 7-foot-tall um metronome(improvisação numa escala - semínimas - científicamente muito seguro, mas musicalmente muito aborrecido), e diversas pinturas feitas à mão. Infelizmente, parece que alguém já doou US $ 3.000 para ganhar o banjo que koster tocou no album Neutral Milk Hotel The Aeroplane Over The Sea. Os Elephant 6 fãs vão ter que se contentar com o seu próprio singing saw.

CMJ MUSIC 2012

CMJ Music Marathon do New York City retorna em 2012 de 16 a 20 de outubro, e foram anunciados as primeiras bandas,GZA e Talib Kweli, The Mountain Goats, Kimbra, The Walkmen, Killer Mike, OFF!, The Presets, Pig Destroyer, The English Beat, DIIV, Twerps, Prince Rama, The Love Language, Young Magic, King Tuff, Com Truise, Bear Hands, Main Attrakionz, Dusted, Poolside,Daughn Gibson, Beacon, and The Jezabels, King Tuff,the Stepkids, Black Milk, Tanlines, DIIV, Poolside, Icona Pop. O festival anual, comemora os seus 32 anos, mais uma vez vai ser sediado no centro de Manhattan com eventos durante o dia,incluindo exhibitors lounge and loft,seminários e outros eventos especiais, À noite CMJ Music Marathon assume mais de 75 do New York City premier clubes e locais de música, com apresentações de mais de 1.300 dos melhores novos artistas do mundo, apresentando varios géneros incluindo, alternative rock, dance, hip-hop, metal,country, world, jazz, e muito mais.

BELLE and SEBASTIAN

Dear Catastrophe Waitress (2003),na sequencia de Fold Your Hands Child, You Walk Like A Peasant, a mudança foi claramente se Belle & Sebastian tinham algum futuro. Mas que tipo de mudança, e como alcançá-la? Provavelmente ninguém além de Murdoch pensou que a resposta fosse a de contratar o fundador(colocado em reserva em grande parte) dos Buggles, Trevor Horn (conhecido pelo seu trabalho de produção com Frankie Goes To Hollywood, Pet Shop Boys, e Seal). Seja qual for o cálculo, a resposta mostrou ser correta. Um dos mais engraçados e comoventes lançamentos da banda, a produção mostra a ser perfeito para um conjunto de canções em que Murdoch tanto controla como se reafirma criativo e também diz adeus há agora ex-membro e interesse amoroso Isobel Campbell.

THE RESIDENTS- 40 ANOS

THE MOUNTAIN GOATS

A temporada folk começou... Babel, dos Mumford and Sons, Shields, dos Grizzly Bear,  The Carpenter, The Avett Brothers, chegou a vez dos The Mountain Goats anunciar os detalhes do  novo álbum, o 14º, Transcendental Youth, que será lançado a 2 de outubro via Merge Records. John Darnielle anteriormente descreveu o álbum como  o seu “Satan record.” 

Segundo a RollingStone, trata-se de párias sociais e religiosos, e foi escrito enquanto cuidava em casa do bébé do seu filho Roman Durham, na Carolina do Norte.

THE AVETT BROTHERS

The Avett Brothers,vão lançar o seu sexto álbum de estúdio, The Carpenter, em 11 de setembro via Universal.Seth e Scott Avett afirmaram que este seria o álbum “grunge folk” do grupo, mas não se espere muita agressividade em The Carpenter, produzido por Rick Rubin,e com canções tristes, que falam principalmente sobre temas relativos à mortalidade.


 A banda está lidando com a doença da filha do baixista Bob Crawford, Hallie, que foi diagnosticado com cancro cerebral no ano passado, "Este álbum é uma abordagem muito mais pura por isso,vai ser alegre e mais doloroso em alguns aspectos". "Live and Die" é o primeiro single.

26/08/2012

GWAR

Politics: Worthless sack of shit. Waterparks: Seventies. Metallica: Greatest band ever. Rihanna: Fuckable. Boobs: Boobs? Black metal: Hilarious. Death metal: Confusion. Dream Theater: No idea. New York City: Sucks.

VISUALIZAÇÕES EM 3D DE ALBUMS

Experimental digital media, musica, arquitectura,a sound art lab Realität, fundada pop Juan Manuel e J. Escalante, criou em 3D- diferentes visualizações de albums, Jewels by Einstürzende Neubauten, Another World by Antony and the Johnsons, Pink Moon by Nick Drake, Third by Portishead, e o tema “Für Alina” de Arvo Pärt.

E. L. JAMES

“O SEXO NÃO TEM REGRAS”

Iniciada como uma brincadeira na internet, a trilogia “Cinquenta Tons de Cinza”, da inglesa E.L. James, virou um fenômeno ao combinar romantismo com sadomasoquismo.

Mais de 20 milhões de exemplares já vendidos nos Estados Unidos, outros 10 milhões nos demais países de língua inglesa, 500 000 na Alemanha em apenas cinco dias, dezenas de milhares de cópias voando das prateleiras no Brasil, desde a semana passada: a trilogia Cinquenta Tons de Cinza, da inglesa E.L. James, é um fenômeno inqualificável.
Escrita em prosa simples e não muito sofisticada, a história de como o jovem milionário Christian Grey se apaixona pela estudante virgem Anastasia — ou Ana — Steele é um romance tão descabelado quanto a criação que a inspirou, a série  adolescente Crepúsculo — excepto pelo fato de que Christian e Ana protagonizam cenas vívidas de sadomasoquismo, descritas em pormenores.

"As mulheres não querem e não devem ser submissas. Mas estamos falando aqui do que acontece no quarto, a portas fechadas".

 “Experimentar coisas diferentes [no sexo] com o parceiro pode ser um bocado divertido”

 E.L. James

 E. L. James trabalha como executiva na televisão, é casada, tem dois filhos e vive em Londres. Desde criança que sonhava escrever histórias que apaixonassem os leitores, mas teve de suspender esse sonho para se focar na sua família e na sua carreira. Quando finalmente teve coragem, durante 18 meses dedicou-se a escrever o seu primeiro romance, As Cinquenta Sombras de Grey, que deu início à mais ousada, discutida e polémica trilogia do Século XXI.

 

KING CONGO POWERS

Kid Congo & the Pink Monkey Birds / Kid Congo Powers Gorilla Rose,2011. Indie Rock, Experimental Rock, Alternative/Indie Rock

DAVID TIBET - CURRENT93- DEREK JARMAN

O dia 17 setembro vê o lançamento, só vinil, de Journey To Avebury, a banda sonora Myrninerest, do filme com o mesmo nome de Derek Jarman.

Myrninerest é um projecto concebido por David Tibet como um meio para trabalhar, fora dos Current 93, com alguns dos artistas e amigos que mais admira. 


Journey To Avenbury foi composto para marcarestréia em 4 de agosto, do concerto do grupo, como parte, Antony’s Meltdown festival at London’s Southbank Centre, que é baseado em ‘Crow Hotel’/'To Be Trapeze’, uma peça escrita por James Blackshaw para o album Myrninerest, “Jhonn,” Uttered Babylon.

  Tibete voz assume a liderança e juntou Michael Cashmore (piano) e Andrew Liles (“electric rain).

O single-sided 12″ é limitado a 1000 cópias, nenhum outro formato ou edição está planeado.  O artwork apresenta fotografias de Jarman, imagética curta, filmado em 16mm, em 1971, o cineasta viria a tornar-se intimamente envolvido com  a música pop e a cena experimental da década de 1980, trabalhando com os, Coil, Pet Shop Boys, Throbbing Gristle, Simon Fisher Turner, e outros ao longo do caminho.  


Desde a sua morte que a sua obra continua a inspirar novos acompanhamentos musicais e interpretações, recentemente foi, Max Richter e Cyclobe.

R.I.P. NEIL ARMSTRONG

"Um pequeno passo para o homem, uma salto gigante para a humanidade".

O ex-astronauta americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, morreu hoje aos 82 anos.

Armstrong foi o primeiro a descer do módulo lunar Eagle, pisando o s
olo do satélite terrestre pela primeira vez na história e pronunciando uma frase que se tornaria célebre: "Um pequeno passo para o homem, uma salto gigante para a humanidade".

Armstrong tinha sido submetido a uma cirurgia no coração no começo deste mês para desobstruir artérias.

Como comandante da missão Apollo 11, Armstrong tornou-se o primeiro ser humano a pisar na Lua em 20 de Julho de 1969.
Coração

Armstrong descobriu durante exames num hospital que quatro artérias coronárias estavam entupidas e teve que passar por uma cirurgia de emergência no início de agosto.

O ex-astronauta vivia em Cincinnati, onde fica o hospital no qual fez os exames e foi operado.

À TV NBC, Gene Cerman (que esteve na Lua na Apollo 17) relatava uma conversa que teve à época com Carol Armstrong (mulher de Neil) e ela afirmou que ele se recupera bem após o procedimento.

O astronauta tinha uma vida recatada. Sua última aparição pública foi no Congresso, em novembro do ano passado, quando defendeu a Nasa - a agência espacial americana - dos cortes no orçamento e recebeu uma medalha dos parlamentares.

SWANS

 Desde que abortaram em 1996, M. Gira passou a formar os angelicais e acústicos, Angels Of Light. O tempo longe dos Swans, bem como mover-se em outras direcções criativas resultou na reunião da banda em 2009. O que Gira está fazendo nestes dias não é radicalmente diferente dos Swans, mas sim um crescimento orgânico musical do que fez antes.

Em 2010, My Father Will Guide Me Up A Rope To The Sky, quebrava 14 anos de silêncio e de ansiedade em ouvir Swans, foi um assunto maduro, mas não da maneira como o ambiente de 1996 Soundtracks For The Blind, nem o acoustico Burning World, 1989.

 Há dois meses atrás, em entrevista há Spin, Gira revelou que o novo disco iria haver algumas surpresas - ou seja, as contribuições de Karen O, bem como membros dos Low e Akron/Family. Agora foi revelado que Ben Frost, Grasshopper dos Mercury Rev e Jarboe (nos backing vocals e "colagem de voz") também se apresentam no registro, que tem cerca duas horas.

Com o lançamento recente The Seer, um pouco de melancolia, humanidade foi removido e substituído por temas grandiosos e selecções de noise mais épicas. Novamente, isto é os Swans sendo Swans, sem tentar soar como os Swans. Gira sempre se move em frente, bem ou mal,  este é outro passo em frente para o rolo compressor.

 Gira disse que apelido Swans, vem da noção de uma criatura, bonita majestosa, com um temperamento ruim. Nestes dois últimos registos temos visto o majestoso e a beleza, mas não tanto do feio. Não o feio que veio de 1983 com Filth, ou Greed, 1986.

Michael Gira, o lider da noise-rock Swans, intitula The Seer o "ponto culminante" de uma vida de trabalho. Não é de se vangloriar da espera: mais de duas horas, o seu 12º álbum, cobre todos os pontos da brutalidade e da beleza em busca de epifanias. A faixa-título de 32 minutos "Avatar" exulta, canta, o terror extremo. "The Seer levou 30 anos, para o fazer. É o culminar de cada álbum anterior dos Swans, bem como qualquer outra música que eu já fiz ... ".

Os Swans são uma banda que atrai superlativos. Não se discute os Swans, como a melhor, ou a mais pesada, ou a mais alto, ou a banda mais maldita no mundo (como foi feito), mas oferece-nos uma banda que faz o melhor para a música extrema, como uma experiência profunda, e que transcende a mimesis ou expressão.  

Quer dizer: eles não cantam sobre emoções; Eles eliminam-as, pois eles são a sensação, eles buscam, criam. Há uma sensação de Michael Gira que bem poderia ser mais conhecido pela maioria. É verdade, que os Swans podem parecer primitivos, ou não-evoluídos musicalmente, foi (uma vez) o ponto. As letras iniciais enfrentam, lidam o abstracto, os arquétipos do poder, escravos e os lordes, o lado rufiã da natureza, e figuras monocromaticas, mais do que qualquer registo posterior como The Downward Spiral, NIN, ou contemporâneos Sonic Youth ou The Birthday Party soar comercial.

Com o início dos anos noventa, mais ou menos inventado, Crescendo-Rock-As-We-Know-It, e os picos dramáticos de Soundtracks for the Blind (1996) ou Swans Are Dead (1998) antecipou o melhor de Mogwai, GYBE! ou Sigur Ros- crescendo rock' porque o experimental Soundtracks ... veio cinco minutos atrasado a ser mencionado no ensaio de Simon Reynolds,1994 de post-rock, e esta colagem de duas horas de sons encontrados e sinistro drone-scapes nem sempre receberam o crédito que merece.

 Então, o que faz 30 anos de experiência como som? Volte-se a figura do artista começar a ver o que são os Swans: a que som poderiam ter chegado, só alguém com uma sensibilidade especial, e uma missão especial a que não se pode disfarçar. Após o divórcio dos seus pais, par de anos de quase diárias viagens de ácido, uma temporada na prisão, e depois numa fábrica, o jovem Michael Gira fugiu para Israel - tudo antes dos 15 anos. Um ano depois de seu desaparecimento, foi localizado a trabalhar como mineiro.  

Trazido de volta aos Estados Unidos, matriculou-se na faculdade de artes, onde conhece Kim Gordon e, através dela, tornou-se parte integrante da cena musical de Nova Iorque, logo após a No Wave ter rebentado. O line up de início inclui mesmo Thurston Moore recrutado do Glenn Branca’s Guitar Army.

 A razão pela qual ainda estamos a ouvir uma banda que evoluiu (ver, por exemplo, Filth, de 1982) é por causa de quão longe estes Swans conseguiram se desenvolver e evoluir, para uma descontraída e deliberada rotura com o passado inicial: a partir de percussão-industrial pesada e mudar para uma espécie de mais elevado post-rock, que englobava (mas não limitado a) crescendo-rock,  depois uma versão country alternativo na maioria da década (com os Angels of Light) permitiu a Gira tocar, ironicamente, musicas espirituais, e, ocasionalmente, criar uma cacofonia de sons, como nos bons ol'days. 

E assim chegamos a 2012. The Seer é o culminar dos 30 anos da viagem de Gira, nas suas duas melhores horas. Dez anos depois de GYBE’s Levez vos Skinny Fists… e 16 anos depois de Soundtracks…isso não é realmente um álbum difícil.

 "Lunacy" é o primeiro movimento, e começa com uma dissonante linha de guitarra, que os lentos "droning chants" se constroem a partir do nada, num crescendo de guitarras e tambores tribais. A ajudar Gira a empurrar esta mensagem estão os vocalistas Alan Sparhawk e Mimi Parker dos Low.

 A maioria das faixas vai satisfazer os ouvintes que vieram para o pós-rock através de filmes de Hollywood. Há, no entanto, um caso para as passagens mais difíceis do álbum, e virando o centro das atenções em algumas das influências de Gira, mostrando o quanto este não constitui a partida. Olhe-se para o longo tema titulo do album, The Seer,  trinta e dois minutos de duração e abre com uma gaita de foles, ou talvez dolorosamente dissonante órgão. De quatro a 13 minutos, tem-se uma série de post-rock convencional, embora com uma voz terrivelmente sinistra, diabólica, que se eleva e resvala para algo mais sinistro ("iveseenitall-iveseenitall-iveseenitall-I’VE SEEN IT ALL-I’VE SEEN IT ALL").

Sim, são os Swans antes e depois e por isso têm outras psychedelic voyagers, mas raramente com tanto legado musical carregado em cada único single. Grande parte de Seers, é composto de seis a dez minutos fortalecido de repetição implacável, mas o que está repetido é bem tocado, e disposto de forma requintada, e dentro de faixas individuais, pode-se ouvir ecos dos The Residents’ 'ethnographic forgeries', ou Sun City Girls (cujo Sir Richard está em turné com os Swans). Há um monte de Can e, em alguns lugares um grunhindo de Captain Beefheart.

 Não se pode rever um álbum dos Swans sem tocar no som da guitarra de Norman Westberg. Se totalmente a ataca o seu instrumento, utilizando-o para o noise ou apenas levemente tocando no fundo, as contribuições de Westberg são o irrepreensível som dos Swans. 

Indiscutivelmente, este é um desenvolvimento e um novo alvo apontado para bandas mais jovens. Um dos cruciais ingredientes que definiu os Swans como uma seminal banda de post-rock, foi a sua exploração de loops não-rítmicos, para criar paisagens sonoras com uma sensação de constrição, não havendo desenvolvimento de todo, mas o desenvolvimento é cerebral, interior, subjectivo. Dependendo da experiência de ouvir ao longo do tempo, o harmónico e o melódico em vez das relações com outros elementos da composição. 

Tudo o que faz destas rápidas e surpreendentes duas horas. Não é tudo avant-garde.. 'Song for a Warrior' (cantada por Karen O-  a sua voz é tão bela, tão transcendente ) é uma das peças mais simples que Michael Gira já escreveu, e é linda. Como na folha musical de Gira aparece Jarboe ( nos vocais de apoio um par de vezes), Karen O, faz um bom trabalho bem como soar e animar para tal um titã musical, uma figura mítica de mãe que abraça morte a também.

 Aqui está a mais 30 anos de Swans. A única questão agora é, onde nos vão levar os proximos Swans ?

 Agora "The Seer" continua a solidez do regresso da banda e será editado no próximo dia 28 de Agosto, amanhã, e está disponível em streaming. Espécie de encerramento em estúdio do que havia iniciado há alguns meses com o lançamento do disco ao vivo, We Rose From Your Bed With the Sun in Our Head (2012).
NB - Incluído no pacote de edição especial, um DVD, 100 minutos dos Swans ao vivo.

 The Seer:
1. Lunacy
2. Mother of the World
3. The Wolf
4. The Seer
5. The Seer Returns
6. 93 Ave. B Blues
7. The Daughter Brings the Water
8. Song for a Warrior
9. Avatar
10. A Piece of the Sky
11. The Apostate

22/08/2012

JAY LENO

Não conseguiu evitar que 20 pessoas fossem demitidas, tantas quanto foram despedidas em Fevereiro, o dinheiro não lhe deve fazer muita falta - afinal continua a ser o segundo mais bem pago do late night depois de David Letterman-, mas Jay Leno, o apresentador do programa "The Tonight Show" (exibido na NBC nos EUA e na SIC Radical) já está a recolher os louros por ter decidido abrir mão de 20% do seu salário anual, até aqui de 20 milhões de euros, para 'salvar' o emprego de parte da equipa do seu talk show.

 Aplaudido por uns pela generosidade e apontado como exemplo a seguir, Jay Leno é também alvo de críticas. Há quem o chame "cínico" e o acuse de estar pura e simplesmente a aplicar "um golpe de marketing" em torno do seu nome. Apesar da sua 'boa ação', Jay Leno vai continuar a receber 16 milhões de euros anuais, contra 22 milhões de euros/ano ganhos por David Letterman, o apresentador que mais dinheiro aufere na TV norte-americana. 16 milhões de euros por ano.

 Na abertura do seu programa na passada segunda-feira, Jay Leno falou pela primeira vez no assunto. À sua maneira, de forma irónica, comentou os 'cortes' que a empresa fez na equipa do programa. Com a redução do seu salário, o humorista de 62 anos conseguiu salvar os postos de trabalho de vários colaboradores que seriam fatalmente empurrados para o desemprego na passada sexta-feira. De acordo com o jornal "Los Angeles Times", apesar de o "The Tonight Show with Jay Leno" continuar como o talk-show com maior audiência na televisão norte-americana, os 'cortes' feitos pela NBC foram feitos no âmbito de uma "gigante reestruturação de orçamento".

DIAMOND RUGS

Diamond Rugs – Diamond Rugs, 2012. A estréia partir deste supergrupo (composta dos Deer Tick John McCauley e Robbie Crowell no baixo,  Ian Saint Pe  dos Black Lips e Hardy Morris dos Dead Confederate nas guitarras, o Los Lobos Steve Berlin no sax e keys, e Bryan Dufresne dos Six Finger Satellite na bateria) high art?

 O álbum de estreia de Diamond Rugs, começou como um projecto solo de John McCauley dos Deer Tick. Depois de se ouvir o álbum, não é difícil imaginar que essa revelação foi motivada por uma certa quantidade de líquido fresco, a maioria das músicas as melhores e as mais agradáveis envolve ficar bêbado, e na maneira solta de tocarem, sente-se uma jam session, onde os musicos foram-se para qualquer coisa depois de algumas cervejas.

  Nas estacas do supergrupo, lembra Golden Smog na forma como as canções refletem as personalidade dos membros individualmente e sente-se mais como um embriagada buzina numa tentativa de moldar um novo corpo de trabalho "sério". Se isto não for um bom álbum como o trabalho dos Golden Smog, pode-se argumentar razoavelmente, menos Steve Berlin, ninguém dos Diamond Rugs fez um registo tão bom como Yankee Hotel Foxtrot, Wilco, Hollywood Town Hall, The Jayhawks, ou Hang Time dos Soul Asylum

THE SOFT PACK

The Soft Pack começaram a sua carreira como the Muslims, lançando um par de espirituosos e afiados singles, antes dos comentários negativos sobre o seu nome, forçou-os a mudar. No entanto, tudo o mais sobre o som da banda permaneceu o mesmo, como o EP, Muslims, e o auto-intitulado álbum de estréia o provou.

 Ouvintes de uma certa idade (ou pelo menos com um certo tipo de coleção de discos) será atingido por não só déjà vú The Soft Pack, mas os tipos de som que o álbum evoca. Dentro do rock da banda, há indícios de, 50s surf, 60s garage rock, ecos de 70s punk e new wave à la Modern Lovers, traços de 80s college rock, e sombras de Spoon, the Strokes, e outras bandas que começaram da década de 2000. O novo Strapped, album chega em Outubro deste ano.

WAYNE KRAMER - MC5

Wayne Kramer, segundo a Rolling Stone, é um dos 100 melhores guitarristas do mundo. Heck, Activision, contou ele  Guitar Hero: World Tour video game.

 A partir de 1967, com o politicamente activo MC5-  a banda de proto-punk alem de serem os maiores a "rasgar" de Detroit, foram co-fundadores dos White Panthers, Kramer tem sido desde longa data um  intermediário na divisão entre música e política, dirigindo e envolvendo-se  no U.S. branch of Jail Guitar Doors, iniciativa com Billy Bragg  para promover novos guitarristas presos dispostos a encontrar a reabilitação através da música.
Após os MC5 se separaram,  Kramer entrou em parafuso, culminando num período de três anos na  prisão de Kentucky "Narcotic Farm"  (1976-1978). Lá, conheceu Red Rodney, um membro do Quinteto de Charlie Parker, levou-o sob a sua asa, e Kramer descobriu que a música o ajudoua reabilitar para o mundo. 


 Hoje em dia, Kramer ( fez bolhas nos dedos quando tocou a famosa musica do grupo, "Kick Out The Jams", não na mão esquerda, mas na mão direita)      é um músico de carreira com 11 álbuns a solo, partituras para vários filmes,  temas de musica para programas de televisão, mas grande parte do seu tempo é dedicado à Jail Guitar Doors.
Recentemente, Kramer fez duas viagens há Prisão Estadual da Califórnia, em Lancaster. Uma viagem para apoiar Honor Yard, os presos tem que programar e organizaram-se, fugindo gangues e do uso das drogas em troca da possibilidade de estudar e tocar música, apesar da má qualidade do equipamento da prisão. 


 Então, no início de julho, Kramer foi com um grupo de músicos para se apresentar aos presos, já há alguns anos que estavam  sem projectos, devido ás restrições orçamentais, a prisão não podia pagar horas extras aos guardas.

Neste momento, há cerca de 12 milhões de ex-reclusos vivos nos Estados Unidos, a maioria dos quais são privados de direitos, não podem participar do processo político,e estão impedidos de muitos postos de trabalho e de licenças. Já é difícil encontrar um trabalho em primeiro lugar, muito menos depois de ser tachado de criminoso condenado, que já pagou o seu preço e continua a ser segregado para fora do mainstream.

THE AVALANCHES

The Avalanches gravaram uma nova demo 'A Cowboy Overflow of the Heart' e está disponível para download  no seu site (desde que se registem). Possui um poema spoken  marcado, "(Avs + DCB demo #1)".

A faixa apresenta David Berman dos Silver Jews,  é o primeiro e novo materia desde que o grupo se desfez.

R.I.P SCOTT MCKENZIE

Intérprete de San Francisco, canção que se transformou em hino da contracultura dos anos 60, Scott McKenzie faleceu no dia 18 de Agosto, em Los Angeles, pediu para ter alta e morrer em casa, segundo o seu site.

 McKenzie disse que a música "não era tanto sobre a cidade e sim sobre uma ideia, tinha mais a ver com o Festival Pop de Monterey".

 Scott foi internado várias vezes desde 2010, depois que lhe foi diagnosticado, o síndrome de Guillain-Barre, uma doença que afeta o sistema nervoso. San Francisco foi escrita por John Phillips, o líder do grupo The Mamas and the Papas, mas foi interpretada por McKenzie. McKenzie também escreveu ao lado de Phillips, Mike Love e Terry Melcher o sucesso dos Beach Boys "Kokomo."

15/08/2012

PEACHES + PUTIN E AS PUSSY RIOT

A canadiana de eletropunk Peaches pediu que o presidente russo, Vladimir Putin, seja linchado, em um vídeo de apoio ao grupo punk russo Pussy Riot publicado nesta quarta-feira nas redes sociais.

O vídeo de sua nova canção, Free Pussy Riot ("Libertem Pussy Riot"), foi disponibilizado on-line em seu site antes do veredicto esperado para o dia 17 de Agosto em Moscovo, após o processo contra três membros do grupo russo acusadas de "hooliganismo".

Peaches, cujo nome é Merrill Nisker, condenou o presidente russo após os processos iniciados contra as três jovens que cantaram no dia 21 de fevereiro, encapuzadas, com guitarras e sonorização, uma "oração punk" na catedral de Cristo Salvador em Moscovo, pedindo à Santa Virgem que "tirasse Putin".

"Isto é o que proponho, vejam como mudar as coisas, colocar Putin em uma estaca e queimar o bruxo", afirma a música, enquanto desfilam cerca de 400 pessoas, encapuzadas, reunidas na quarta-feira passada pela cantora e música Simonne Jones num parque de Berlim.

No fim deste vídeo, os figurantes recrutados pela cantora de 45 anos, que vive em Berlim e famosa por seus espetáculos provocantes e de conteúdo sexual explícito, cantam: "Somos todos Pussy Riot

ZOE SALDANA + NINA SIMONE

É de Zoë Saldaña a missão de interpretar Nina Simone no cinema. Segundo a revista Empire, a atriz e estilista, que tem raízes em Porto Rico e na República Dominicana, desponta como a mais cotada para o papel. O filme será uma adaptação do livro I put a spell on you, autobiografia da cantora de soul publicada em 1992.

Sem data para estrear, o projecto vem sendo desenvolvido há alguns anos. Em 2010, Mary J. Blige era tida como certa para dar vida à personagem. O argumento é de Cynthia Mort.

IGGY POP

Blog Letters of Note compila troca de correspondências de nomes como Iggy Pop e Slash.

Em 1995, Iggy Pop respondeu a carta de uma fã desesperado cuja família estava prestes a ser despejada de casa. “Quero que você respire fundo e faça o que for necessário para sobreviver e encontrar algo que você ame”, escreveu. “Você é uma garota incrível e quero te desejar um feliz aniversário de 21 anos”, acrescentou o rocker, recordando as dificuldades que ele mesmo enfrentou naquela idade, quando era vaiado no palco.

A correspondência faz parte do Letters of Note, blog do escritor inglês Shaun Usher com mais de 800 cartas de famosos. O site inclui correspondências entre Woody Allen e sua então musa Diane Keaton e entre o físico Albert Einstein e o pacifista Mahatma Gandhi.


Em 1981 fui ver ao vivo - a primeira vez que veio a Portugal, Iggy Pop. No final (já contei algumas vezes esta historia) fui ter com ele, estava inconsciente, mas lá me consegui assinar o bilhete.... também está a do baterista, do baixo....

A assinatura  que está na carta, e igual á que está no bilhete... menos definida devido ao ambiente em que ele se encontrava.

A banda de abertura foram os portuenses TAXI.

Robert Pattinson+Naomi Watts+Gertrude Bell+Werner Herzog

Robert Pattinson parece estar lucrando com a traição da namorada, Kristen Stewart. Finalmente ligado a algumas notícias que não tem nada a ver com a sua vida pessoal, excepto no sentido de que todo mundo que lê já está pensando nisso, Robert Pattinson o astro da saga de Crepúsculo, e Cosmópolis, de David Cronenberg, acaba de assinar contrato para mais uma grande produção, Queen of Desert (Rainha do Deserto, em tradução livre), em que fará o clássico personagem Lawrence da Arábia ao lado da australiana Naomi Watts.

Watts interpretará Bell, escritora, arqueóloga e política que trabalhou para o Império Britânico durante a Primeira Guerra Mundial e teve papel importante na história do Medio Oriente. Ao lado de Lawrence, Gertrude teve grande influência na política externa do Império Britânico, com suas viagens pelo Médio Oriente.

Durante a Primeira Guerra Mundial, ela trabalhou para o serviço de inteligência do Reino Unido e ajudou a formatar o que seriam o Iraque e a Jordânia modernos. Lawrence, um arqueólogo que entrou para o Exército britânico e teve papel de mediador em revoltas ocorridas na região, como a que opunha árabes e turcos, tornou-se amigo próximo de Gertrude.

O personagem já ganhou um filme próprio, em 1962, com o actor irlandês Peter O'Toole.Em Julho, O'Toole anunciou a sua retirada de cena.

PATTI SMITH

O fotógrafo Darren McDonald, a modelo Anna Albrekht e o stylist Bex Sheers produziram um ensaio em homenagem á lendária artista e escritora Patti Smith para a revista Helmet Magazine. O editorial foi divulgado na terceira edição da revista e contou com a ajuda de marcas de Balenciaga, Burberry, Givenchy, Yohji Yamamoto, Chanel e Alexander McQueen para retratar o lifestyle rock’n'roll de Patti. Também conhecida como a “Poetisa do Punk”, é uma das mulheres mais influentes no mundo da música e tanto o seu talento quanto estilo são únicos e foram bem representados nas fotos de McDonald e na interpretação de Anna.

JAMES FRANCO + R. MAPPLETHORPE + L. LOHAN

Ao que tudo indica, James Franco está mesmo afim de trabalhar, e parece não ter barreiras. Apenas neste ano, estaria cotado para viver o fotógrafo Robert Mapplethorpe e o dono da Playboy Hugh Hefner nas telas, além de catuar ao lado de Sylvester Stallone em *Homefront* e com Selena Gomez e Vanessa Hudgens em *Spring Breakers*.

 O filme sobre a cinebiografia de Mapplethorpe será dirigido pelo estreante Ondi Timoner, que foi o responsável pelo documentário "We Live in Public" (2009).
 Só Garotos (Just Kids), a sensacional autobiografia sobre a vida de Patti Smith ao lado de Robert, também está sendo adaptada para as telas, no entanto, são dois filmes diferentes.

 Mapplethorpe foi um dos mais controversos fotógrafos do século 20, devido a imagens que evocavam nudismo e homossexualidade.O filme será produzido com o apoio de um programa de incentivo do Tribeca Film Institute, organização que há 11 anos realiza o festival Tribeca.

 Agora, um novo projecto teria sido iniciado por ele, segundo o *Huffington Post* - o actor assumiria o comando de um filme sobre (ou com) Lindsay Lohan.

DEAD CAN DANCE

Depois da notícia de um novo álbum e turné em 2012, levantava-se as dúvidas sobre o som dos Dead Can Dance (fazia anos que não editavam originais) eram  questionáveis…

Anastasis demonstra essa escassez de idéias desde 1996 ???. Faltaram algumas características? n um percurso genuinamente étnico de uma banda única e inclassificável?.

14/08/2012

VIOLINS

Violins Greve das Navalhas Monstro Discos . 2010 Depois da desilusão romântica de "Aurora Prisma" (2003), do cinismo insolente de "Grandes Infiéis" (2005), da ironia patética de "Tribunal Surdo" (2007), do sarcasmo religioso de "A Redenção dos Corpos" (2008), e de renunciar às guitarras e ao nome que o consagrou no circuito independente nacional, num projeto precocemente abortado (batizado como Agravo), os Violins voltaram à vida, depois de mortos e enterradso por quase um ano inteiro. Em "Greve das Navalhas", o quinto disco da banda, o vocalista, guitarrista e principal compositor do quarteto, Beto Cupertino, moveu o foco do apocalipse místico de "A Redenção dos Corpos", dando lugar a um Apocalipse mais natural e humano ("Tudo está melhor agora/ Que o mundo acabou lá fora/ E a gente vai poder reinventar a roda.").

THE URINALS

Holy cow! L.A.'s seminal trio, the Urinals,  somente lançaram 11 músicas no seu mandato 1977-1980 (antes de mudarem o seu nome para os menos restritivos 100 Flowers, tornando um dos mais respeitados do underground pós-punk-pop nos EUA), 10 nos seus três 7 "singles e mais um 7" compilação, todos na sua etiqueta própria Happy Squid. Negative Capability...Check It Out!, 1997, a atrasada retrospectiva  de alguma forma triplica a sua saída, para 31 músicas.

SIX ORGANS OF ADMITANCE


Six Organs Of Admittance / Ascent, 2012, Drag City

EMICIDA

Leandro Roque de Oliveira (São Paulo, 17 de Agosto de 1985), mais conhecido pelo seu nome artístico Emicida é um rapper, repórter e produtor musical brasileiro.É considerado uma das revelações do hip hop Brasileiro nos últimos anos. O nome "Emicida" é uma fusão das palavras "MC" e "homicida". Por causa de suas constantes vitórias nas batalhas de improvisação, seus amigos começaram a falar que Leandro era um "assassino", e que "matava" os adversários através das rimas. Mais tarde, o rapper criou também uma conotação de sigla para o nome: E.M.I.C.I.D.A (Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte). As suas apresentações ao vivo são acompanhadas do DJ Nyack nos instrumentais. Emicida Pra quem já Mordeu um Cachorro por Comida, até que eu Cheguei Longe... 2009 Rap Brasileiro.

P.I.L.

Em 1979, Public Image Limited, lançou o seu segundo single, "Death Disco". Apoiado por, "No Bird Do Sing".  Ambas as faixas aparecem no seu segundo álbum, Metal Box, mas de forma alterada.

O lado A tornou-se "Swan Lake" e teve um final diferente. O lado B também foi alterado e foi chamado "No Bird". 


O single alcançou a posição numero 22 do top de singles do Reino Unido. A banda Londrina de pós-punk, liderada por John Lydon (Johnny Rotten) ex-Sex Pistols, durou até 1993.

C86 NME

O termo 'C86' foi gerado a partir de uma fita distribuída gratuitamente com o NMEem 1986, nos dias em que o oráculo semanal era mais de um tablóide socialista em relação à sua sucessora hoje brilhante.

A cassete apresentou um lote novo " anyone-can-have-a-go scratchy
indie-pop bands epitomised by basin haircuts, anoraks, jangly guitars and
a cute sexual feyness"
ao mesmo tempo sendo defendida por John Peel.  


As carreiras iniciais de bandas como The Wedding Present, Half Man Half Biscuit,Fuzzbox e uns embrionários Primal Scream (antes eles queriam ser The RollingStones) foram o pontapé inicial dA sua aparição no tracklisting.




Graças ás "West-country's own 'DIY' record labels" Subway e
Sarah Records, Bristol
tornou-se logo considerado como um hub nacional de indie-popdurante o fim dos anos 80.  


Muitos bandas aspirantes a John Peel viajaram de longe  para tocar no Tropic Club, agora lendário, nos seus anos de nascentes (resposta possível a Bristol, só o CBGB), bandas, incluindo os My Bloody Valentine e The Soup Dragons.


 Uma cena pouco conhecido até mesmo na altura, "C86" foi amado por uns, detestado poroutros. Para os críticos, era um caso de The Smiths sendo vergonhosamenteresponsável pela desova mil caótica de "bedsit-bands" no seu rastro.

Pelos devotos no entanto, foi um momento revigorante quando o espírito depunk havia sido reinventado com todo o estilo, início de 80, de ícones taiscomo Orange Juice e Aztec Camera.  


De qualquer maneira, o aumento de iminente da cena 'Madchester' e da epidemia de indie-dance de 1990 foi para finalmente inaugurar outra nova geração de bandas indie. 'C86' foi posteriormente renunciou para a lata de lixo da nostalgia do pós-punk.

Estranhamente, a cassete original foi mudando de mãos no Ebay porsomas absurdas recentemente. Dado que é uma velha e bolorenta cassete, com uns velhos vinte anos,  é um exagero e absurdo os preços das etiquetas.

SIX ORGANS OF ADMITTANCE

Six Organs Of Admittance / Parsons’ Blues, 2012, Drag City. Six Organs Of Admittance vai pisando sem palavras para a próxima fase,isso prefigura neste mês Ascent. BEN CHASNY apoiado com os seus companheiros de outrora conhecida banda, Comets on Fire.

THE LOCUST

The Locust Molecular Genetics from the Gold Standard Labs, 2012, Anti.
 Formados em San Diego, 1995, com um line up composto de antigos membros das influente bandas de hardcore, Struggle e Swing Kids, os Locust no inicio construíram a reputação e o reconhecimento do nome (a duração das suas canções raramente ultrapassam os 60 segundos) sozinhos.

 Inovadores, polémicos, e assustadoramente altos, a banda de rock do sul da Califórnia, tem sido chamados o futuro do punk hardcore por mais algumas pessoas. Críticos e fãs hardcore underground tanto argumentam a favor como contra, citando nos seus debates as tendências destrutivas da base muito leal dos seus fãs, palhaçadas insanas no palco, as letras aparentemente sem sentido, e gosto duvidoso do seu merchandise.

 Por tudo isso, os Locust tem mantido uma distância confiante, preferindo discutir o assunto "auto-político" das suas letras e estilo de vida, e o mais importante, o amor de tocar música. A banda recebeu um impulso de credibilidade significativa quando assinou um contrato mundial com filial da Epitaph, a respeitada Anti, que acolhe artistas como Tom Waits, Merle Haggard, e Nick Cave.

HAUSCHKA - VOLKER BERTELMAN

Hauschka Salon des Amateurs, Fat Cat; 2011. Ultimamente, tem havido uma série de actos com variações sobre house music, falando livremente, usando instrumentos acústicos e técnicas de ensemble.

Brandt Brauer Frick é provavelmente o mais conhecido nos círculos de performing thumping, techno-inspired grooves, harp, strings, mallets, e outros instrumentos acústicos (requisita o necessário laptop 808). Mas também há Nicolas Jaar, Wareika, dOP e Kadebostan, entre outros; Elektro Guzzi, assinou contrato com Stefan Goldmann da Macro, divide a diferença entre minimal techno e math rock com apenas bateria, guitarra e efeitos.

Hauschka Salon des Amateurs, é a mais recente adição ao cânon. Tem feito o seu trabalho principalmente no piano preparado, com contribuições discretas do baterista dos Múm, Samuli Kosminen, do violinista Hilary Hahn,  e de John Convertino e Joey Burns dos Calexico.

 Existem dois principais instrumentos em Salon, o piano de Hauschka e o seu computador (ocasional percussão, horns, acordeão e bass synthesizer add color). Hauschka prepara o seu piano na tradição de John Cage, com um qualquer número de pequenos objectos - clipes de papel, molas de roupa, um pacote de Tic-Tacs - inseridos entre cordas ou todos estabelecidos de maneira que provocam estranhos timbres e harmónicos. (pode vê-lo a preparar seu piano numa fascinante série de vídeos).

Ainda que fazendo do piano preparado, limitando o foco do seu trabalho, Hauschka aka Volker Bertelmann, tem empurrado contra quaisquer limites percebidos cada um dos seus álbuns - excepto para Salon, onde ele os quebra. Nomeado após um clube de Düsseldorf  o álbum é a sua visão sobre a música de dança. Enquanto a fusão da música electrónica e pós-clássico não é nada novo - Jóhann Jóhannsson e Max Richter são dois dos principais contemporâneos de Hauschka neste domínio - trazer um instrumento tão delicado como o piano preparado para uma arena tão forte quanto a música de dança é certamente romance. 
Salon des Amateurs está entre álbuns mais emocionantes de Hauschka

ADAM FORKNER - WHITE RAINBOW

Adam Forkner, experimental/psychedelic musico, e produtor de Portland, Oregon. White Rainbow é o projecto a solo de Forkner, que também tocou com Yume Bitsu, Surface of Eceon, e trabalhou com Honey Owens (Valet) no duo World.

Como White Rainbow, Forkner toca uma música ampla, abrangendo peças longas inspirados por La Monte Young, Tangerine Dream, e Miles Davis. Em 2003, lançou [[[[VVRSSNN]]]], que fundiu o rock espacial de Yume Bitsu com incursões na música electrónica, em seu próprio nome.

Começou com CD-Rs e logo evoluiu para peças de instalação multimédia. A estreia deu-se na Kranky, com Prism of Eternal Now, 2007, e mostra o espectro da música de Forkner, que ocupa um espaço em algum lugar entre dream pop, círculos de bateria, rock psicadélico, e avant-garde electrónica. 

O álbum aquece com algumas faixas relativamente breves:"Middle"  define vocais distorcidos Forkner de à deriva num mar cintilante de electrónica, "Pulses", camadas yipping, tablas, um pesado synth bass '70s prog, e um solo guitarra, como a música de White Rainbow, pode não ser sempre gentil.  

Da mesma forma, que se inspirou em Terry Riley "For Terry", possui alguns gritos estranhamente selvagens electrónicos, e um bassline implacável.

 Prism of Eternal Now vai se desenrolando, fica mais alongado e abstracto, exibindo a  habilidade de Forkner aem moldar as atmosferas. "April 25 11:14 PM" e "Awakening"'
viscosos texturas electrónicas sublinha os laços de Forkner a outros errantes sonoros de Portland, Valet, e Jackie-O Motherfucker. Uma mistura perfeitamente equilibrada de acústica e electrónica. Tribal e moderno, intrincado mas espaçoso, Prism of Eternal Now, é o trabalho mais acessível de White Rainbow.

MIKE WATT - Hyphenated-Man

Se o punk nasceu de uma necessidade de reflectir e sintetizar de maneira crítica o que até então havia acontecido no rock, uma banda tão efetiva nesse sentido foi Minutemen. Inspirados pelo clássico Pink Flag, dos Wire, o trio partiu para suas longas reflexões sobre a música em composições de pouco mais de 60 segundos. Ao longo da carreira, começaram a elaborar esses pequenos fragmentos em composições maiores e em outros tipos de canção, sempre reflectindo sobre o rock e sobre o impacto da cultura independente na sociedade.

D. Boon, guitarrista definia o punk, em tradução livre, como qualquer coisa que queremos que assim seja. Após a sua morte, essa noção de liberdade continuou nas carreiras dos dois remanescentes da banda de San Pedro – o baixista Mike Watt. Sua trajectória errática no cenário independente americano fez com que ele passasse por formações que vão dos Stooges aos experimentalismos do Ciccone Youth. 


O disco é chamado por Watt de a sua “terceira ópera”. Inspirado pelo pintor flamengo do século XV Hyeronimous Bosch, o álbum é composto de 30 pequenos fragmentos musicais (só uma canção tem mais de dois minutos), que soam como se olhássemos para uma tela cheia de personagens caricaturais e situações bizarras.

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