29/09/2012

O NOVO MYSPACE 2012

My Space resiste. O MySpace (sim, lembra-se dele?) anunciou uma mudança na sua interface.A intenção dos responsáveis pelo site é transformá-lo num local de integração entre as diferentes redes sociais das quais você faz parte, como Facebook ou Twitter.

Por meio de um vídeo, o MySpace mostrou que vai trazer uma união entre fotos, vídeo e música voltada para jovens.O Facebook é uma zona de socialização, enquanto o MySpace é um lugar para entretenimento.

 O Myspace é um dos grandes responsáveis pela revolução na indústria musical além de ter sido principal rede social dos Estados Unidos antes do Facebook em 2007 era registado 202 milhões de perfis.

A rede democratizou o consumo e a distribuição de música com shows ao redor do mundo apoiando e divulgando novos talentos ampliando seu espaço para fotografia, design e audiovisual. Dá para ver até agora, a barra de navegação do site na parte inferior da janela, parece uma barra consistente que vai permanecer em todas as páginas, com acesso rápido ao controle da música em reprodução.

O CEO do MySpace, Mike Jones, e o vice-presidente do Facebook, Dan Rose, anunciaram o “Mashup your Facebook”, um recurso que faz a integração dos dois serviços.

Mike Jones reconhece que não pode competir com o domínio do Facebook e, como diz o ditado, “se não pode vencê-los, junte-se a eles”.

NEIL YOUNG - HISTORIA DE VIDA

IMPRESSIONANTE A SUA HISTORIA DE VIDA.. E A FAMILIAR.

Nunca morrerá
Autobiografia de Neil Young tem drogas, tragédia, mulheres, carros, paternidade e muito rock'n'roll .

Depois de décadas de consumo de bebidas alcoólicas e de marijuana, Neil Young revelou que está sóbrio há um ano. Em entrevista ao jornal «New York Times», o músico canadiano disse que deixou de beber álcool e de fumar drogas para ter uma «perspetiva diferente» da vida.


«Eu [bebi e fumei] durante 40 anos. Agora quero ver como é não fazê-lo. É uma perspectiva diferente», disse o cantautor de 66 anos.

Ao «New York Times», Young falou ainda do desgaste físico cada vez maior que sente em palco, explicando que não conseguirá ser músico «para sempre».

Não tem a poesia das memórias de Patti Smith, não tem o rigor historiográfico da biografia de Bob Dylan. Entretanto, tem a crueza e a honestidade típica da carreira de Neil Young, de 66 anos. Não segue uma cronologia facilitadora, é elíptico e digressivo, e às vezes cansa com suas histórias intermináveis sobre marcas de carros e ferromodelismo, mas com paciência e atenção o rock'n'roll escapa pelas páginas e seu fogo consome o leitor.


Trata-se de Neil Young - A Autobiografia (Globo Livros), volume que chegou às livrarias do mundo todo simultaneamente esta semana, e conta a história do rocker canadiano que criou os lendários grupos Buffalo Springfield e Crazy Horse e que inscreveu seu nome na galeria dos heróis da consciência do rock, ao lado de Bruce Springsteen, Bob Dylan, Leonard Cohen, Patti Smith e outros poucos. "É melhor queimar do que se apagar", diz um dos versos mais famosos de Neil Young, citado por Kurt Cobain em sua última carta.

Ao contar a sua história, pretendeu que não resultasse num livro de premeditação, cheio de lances de nobreza e inspiração fabricados. Todos seus vícios e fraquezas são escancarados ao longo da biografia, e os dilemas de sua vida são esmiuçados. Ele conta como participou de festas com o assassino Charles Manson (que torturou e matou a actriz Sharon Tate, grávida), e de como tentou convencer Manson a assinar um contrato de gravação de discos. Conta sobre festas com drogas com Eric Clapton e Stephen Stills, e narra como está tendo dificuldades para compor uma música sequer desde que largou a bebida e a maconha.

Young é pai de dois filhos com paralisia cerebral, Zeke e Ben Young (que nasceu tetraplégico e se alimenta por um tubo no estômago, tem 34 anos e é a quem o cantor dedica o livro) e de uma garota, Amber. Neil é filho de um escritor que largou a família (e que morreria de Alzheimer, em 2005), deixando-o para ser criado pela mãe. Nasceu em Omemmee, uma pequena cidade de Ontário, cuja população era de 750 pessoas na sua infância.

Neil Young teve poliomielite quando criança, e teve de retirar uma vértebra da parte inferior da coluna quando tinha 6 anos. Usou aparelho ortopédico por um longo tempo e até realizou turnés assim, como as filmagens do famoso concerto do Massey Hall, em 1972.

Vivendo numa fazenda nas montanhas de Santa Cruz, ao Sul de São Francisco, Neil Young admite sua impaciência crônica e chuta o traseiro da autocomiseração. Examina com atenção os seus próprios excessos, "a fama, as drogas, o dinheiro, as casas, os carros e os admiradores". As suas reflexões são muitas vezes quase desencarnadas de tão cruas. "Eu achava que comprar um carro ou uma guitarra era como comprar as lembranças de alguém, seus sentimentos e sua história." E ele cita, e às vezes adopta, um lema do seu ex-produtor David Briggs, que costumava dizer: "A vida é um sanduíche de bosta. Coma ou morra de fome".

O título original do livro é Waging Heavy Peace (algo como "Pagando por uma Paz Pesada"). "Houve momentos em que fui um banana e deixei para os outros o trabalho sujo, mas aprendi que não é assim que se faz", diz o cantor. Young parece ter escrito para compreender o combustível que move suas próprias escolhas morais, das quais ele não está inteiramente convicto.

Nada na história de Neil Young é ordinário. A sua primeira banda, The Squires, circulava pela cidade a bordo de um carro funerário, Mort, comprado por sua mãe, Rassy, e fez seus primeiros shows. Dormiu no chão do apartamento de uma amiga e foi ali que escreveu a primeira canção que chamou a atenção até de Joni Mitchell, Sugar Mountain.

Os loucos anos 1960 quase deram cabo do jovem Neil Young, que foi preso por conduzir sem carteira e espancado por um policia, que o chamara de "hippie fedorento", e a quem retrucara: "Você parece um gafanhoto". Ele não tinha limites. "Nós descolávamos muitas garotas e curtíamos adoidado. Peguei algumas doenças sexualmente transmissíveis e comecei a ficar consciente de que havia uma relação de causa e efeito ligada às decisões que eu tomava."

Ele até mesmo brinca com o fato de ter feito, deliberadamente, imitações de Bob Dylan no início da carreira. "Vou fazer minha melhor imitação de Bob Dylan. Vou entrar com uma guitarra acústica e uma gaita. Nada de elétrico. (...) Será como um fantasma do passado, um regresso total a outra era."

Sobre sua mitológica banda Crazy Horse, formada em 1969, ele a coloca num nicho especial em sua carreira. Lembra que muita gente lhe pergunta por que toca com a Crazy Horse até hoje, se não sabem tocar? "Tocar com a Crazy Horse é algo transcendental", diz. Ele considera que o guitarrista da banda que morreu de overdose, Danny Whitten, teria se tornado um dos maiores do rock se tivesse sobrevivido.

David Crosby e Graham Nash, seus amigos do grupo Crosby, Stills, Nash & Young, ressurgem em quase toda a sua trajetória. Neil Young conta que está sem usar drogas há 7 meses quando finaliza o disco. Foi conselho do médico, que percebeu "algo se desenvolvendo no cérebro" de Neil Young. "Ainda sinto fissura", confessa. E também não consegue mais compor, está travado desde que ficou limpo. Além do seu carro elétrico, o LincVolt, com que roda o país em busca de alertar para a necessidade de substituir o consumo de combustíveis no mundo, ele também preconiza uma nova forma de oferta de música na internet, por meio do projeto PureTone.

"O objetivo da empresa é salvar minha forma de arte, a música, da perda de qualidade, que acredito ser o principal motivo para o declínio das vendas no setor musical, e para o declínio da própria música na cultura popular. Com a chegada dos varejistas da música online, como o iTunes, começou a piora da qualidade."

Young fala de coisas muito próximas da atualidade e as mistura com coisas muito remotas do passado. De ontem: "Chegar a Woodstock foi muito divertido. Lembro de encontrar Jimi Hendrix  num pequeno aeroporto e de viajar de camião com Melvin Belli, o famoso advogado, até o show". De hoje: "Pearl Jam é uma banda que respeito bastante. Nirvana e Sonic Youth também. Mumford and Sons, My Morning Jacket, Wilco, Givers e Foo Fighters são algumas de minhas favoritas. Respeito as bandas que me dão algo delas que posso sentir - já bandas metidas me desagradam de forma geral".

Os seus companheiros são poucos mas são fiéis. Bruce Springsteen, Nils Lofgren, Tom Petty, Crosby, Stills e Nash e Robin Williams o ajudaram, e à sua mulher, Pegi, a recolher fundos e fundar uma escola para pessoas com paralisia cerebral. Compartilham ansiedades e sonhos. "Meu amigo Paul McCartney sente o mesmo. Ele ama a música, mas precisa se afastar dela para permanecer vital como músico. Esse certamente é um ato de equilíbrio."

28/09/2012

JELLO BIAFRA

O carismático e sempre subversivo Jello Biafra (frontman dos lendários Dead Kennedys) regressa a Portugal, acompanhado pela sua Guantanamo School of Medicine. O concerto serve para apresentar o mais recente trabalho da banda, Enhanced Methods of Questioning, e algumas músicas do disco que deverão lançar ainda este ano, White People and the Damage Done, mas também se poderão recordar hinos punk de DK como “Holiday In Cambodja”. A data, 13 de Outubro, e o local, Cine-Teatro de Corroios, numa produção da Xuxa Jurássica que conta ainda com as actuações de Gazua e Dalai Lume.

TIM MAIA

Vai haver muito Tim Maia nos próximos dias. Aquele que é considerado o pai da da aterragem da soul na música brasileira faria 70 anos amanhã e por isso há celebração no 49 da ZDB, em Lisboa.

 Tim Maia (nome artístico de Sebastião Rodrigues Maia; Rio de Janeiro, 28 de setembro de 1942 — Niterói, 15 de março de 1998), foi um cantor, compositor, produtor e multi-instrumentista brasileiro, responsável pela introdução do estilo soul na música popular brasileira e reconhecido mundialmente como um dos maiores ícones da música no Brasil.

As suas músicas eram marcadas pela rouquidão da sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendas e consagrando muitos sucessos. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contacto com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos.

Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou com Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contactos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e posse de drogas.

 É amplo seu legado à história da música brasileira, e a sua obra veio a influenciar diversos artistas, como o seu sobrinho Ed Motta.A revista Rolling Stone classificou Tim como o 9º maior artista da música brasileira.

No final de sua vida sofreu com problemas relacionados a obesidade, diabetes e problemas respiratórios.

Durante a gravação de um espetáculo para a TV no Teatro Municipal de Niterói, no dia 8 de março de 1998, Tim tentou cantar, mesmo sabendo da sua má condição de saúde. Não conseguiu e retirou-se sem dar explicações; terminou sendo levado para o Hospital Universitário Antônio Pedro numa ambulância, vindo a falecer em 15 de Março em Niteroi aos 55 anos e com 140 quilos, após o internamento hospitalar devido a uma infeção generalizada. 

Por ter sido viciado em drogas por muitos anos, isso acabou por contribuir para o seu estado de saúde e morte. 

No ano seguinte seria homenageado por vários artistas da MPB num show tributo, que se transformou em disco, especial de TV e vídeo.

HOWE GELB


Amanhã a não perder, um dos mais fascinantes songwriters da música independente americana, Howe Gelb no Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.
Nascido em 1956, havia se mudado para Tucson, Arizona, ainda adolescente no início de 1970 após a sua casa ter sido destruída por inundações na Pensilvânia. Em 1980, formou a pós-punk band Giant Sandworms, com o seu grande amigo Rainer Ptacek,  o ícon amado e renomado slide guitarist, de Tucson. Rainer morreu de cancro no cérebro, em 1997. 
 Giant Sand surgiu em 1983 e lançou o álbum de estreia em 1985, Valley of Rain. Nos 25 anos seguintes, já lançou mais de 40 álbums.

Ele tem os seus musicos e bandas na Dinamarca, Espanha, um grupo coral gospel completo anexado no Canadá, mas de qualquer maneira eles chamam há sua musica de Americana. Howe Gebl apenas diz que é "da terra".

Howe Gelb tem viajado muitas milhas, um longo e empoeirado caminho para chegar ao seu lugar de destaque como um estadista de Americana, em roda livre. A "Erosion Rock", um tipo de música  que muda com os elementos numa base diária como a natureza, como a areia gigante, acreditando que a evolução contínua deve ser um elemento palpável na música, como quando as músicas são entregues pela primeira vez de novo e de novo, antes da captura congelada de um estúdio de gravação.
  
Howe Gelb foi selado com títulos como "padrinho do alt-country" e "embaixador ancião do desert rock rock", é um daqueles personagens que não aparecem muito frequentemente no panorama da música rock contemporânea. Extravagante, egocêntrico, eclético e extremamente criativo.

Em três décadas conseguiu combinar elementos de rock, country, blues, punk, garage, lo-fi, jazz, gospel, avant-garde noise, e flamenco música cigana. Guitarra e piano são suas armas de tumulto. Começou a sua carreira em 1985, no grupo de country rock alternativo “Giant Sand”, com a qual gravou mais de 20 discos, sempre se envolvendo, durante e depois do fim da banda, em vários projetos coletivos, como com o “Arizona Amp and Alternator” ou o “The Band of Blacky Ranchette” e também desenvolvendo trabalhos solos.
 O músico norte-americano tem neste momento o projecto Giant Giant Sand, o actual line up agora é formado por 10 ou 12 musicos, gente de referências e proveniências diversas, que nasceu "Tucson", uma ópera country-rock. 
 Um dos músicos mais ecléticos (e hiper-activos) no seu currículo amontoam-se os projectos- Giant Sand, Calexico, Friends Of Dean Martinez, ou os OP8, projecto que conta com Lisa Germano, que em 2007 encantou Lisboa e Braga.
Ao longo da sua carreira foi solidificando o estatuto de um dos nomes incontornáveis do country rock alternativo ou desert rock - etiquetas que para alguns parecem redutoras - em cerca de 30 anos de carreira, não é difícil encontrar nos seus discos elementos de blues, garage, jazz, gospel ou até punk.

Howe Gelb é saber que a sua música tanto pode ser elétrica como acústica, barulhenta como charmosa e apaixonante.Ao piano ou à guitarra, o seu nome tem sido arrumado ao lado de músicos como Bob Dylan ou Neil Young ( Gelb está no encontro das palavras do primeiro e na libertação rock do segundo), David Byrne, e Captain Beefheart, comparações que todos se encaixam desajeitadamente. Hoje em dia, outros artistas se comparam a Gelb.


 Howe Gelb passou mais de 30 anos desafiando convenções musicais, não tem vivido obcecado com as raízes da música americana, tendo inclusive gravado discos que vão do encontro com a troupe de músicos ciganos andaluz ("Alegrias", 2010) com o guitarrista extraordinário Raimundo Amador, ou o lume caseiro soprado por um coro gospel (‘Sno angel “like you”, 2006). “Alegrías”  além do significado explícito, refere-se a uma forma musical típica do Flamenco caraterizada por um ritmo veloz, mas também mais sóbrio, dependendo das arquiteturas musicais.

Neste disco, aventura-se naqueles territórios latinos que não lhe são completamente desconhecidos devido, muito provavelmente, ao facto de ter sido criado na cidade de Tucson, no Arizona, muito perto da fronteira com o México. Para aprofundar as raízes latinas, Howe Gebl fez o caminho ao contrário: foi até a Espanha para encontrar Fernando Vacas e a sua “Band of Gypsies”, na tolerante e multiétnica cidade de Córdoba, famosa por acolher de forma pacífica árabes, cristãos e judeus.
 O carismático líder dos Giant Sand um dos mais interessantes escritores de canções das últimas décadas,  que regressa a Portugal como convidado da Capital Europeia da Cultura, já passou por Portugal, em 2007, para dois concertos, um no dia de 30 Janeiro, em Lisboa, Santiago Alquimista- dois anos antes tinha celebrado o seu aniversário com um concerto inesquecível ao leme dos seus Giant Sand; e o segundo foi no dia seguinte, no Theatro Circo, em Braga.

Em ambos os concertos, os portugueses Dead Combo actuaram na primeira parte, numa combinação que é, no mínimo, curiosa. É que, reza a história, os Dead Combo nasceram após um concerto de Howe Gelb em Lisboa, quando Tó Trips conheceu Pedro Gonçalves algures no Bairro Alto e decidiram formar uma banda.

Howe Gelb regressou a Portugal a solo, em 2011, meses depois de ter editado o álbum "Snarl Some Piano", onde actuou no festival Sintra Misty.

 Como diz uma das letras dos Giant Sand: "There's something in the water, besides a moon that don't know when to quit" - definitivamente é bom termos Gelb sempre ao nosso lado...

THE FELICE BROTHERS

The Felice Brothers uma banda de folk americana natural da cidade de New York, acabaram de concluir o lançamento do seu quarto álbum Celebration Florida e começar a sua turné europeia. Para visualizar a sua música a sua editora Loose Music estão oferecendo  'Cus's Catskill Gym' para download via Soundcloud.

Uma banda de dois irmãos e três amigos de longa data, são
reverenciados pelas suas apresentações ao vivo, adicionando a sua aceitação a uma longa lista de clássicas canções de boxe -Simon and Garfunkel’s ‘The Boxer,’ Warren Zevon’s ‘Boom Boom Mancini,’ ou Bob Dylan’s ‘Who Killed Davey Moore’.Os Irmãos Felice sublinhar a sua estética escura em sua trilha 'Ginásio Cus de Catskill. "a música carrega muito como uma luta real seria, com riffs memoráveis ​​e batidas eletrônicas ecoando em toda a história da carreira de Mike Tyson.

27/09/2012

ANDREW BIRD

Andrew Bird anunciou novo álbum juntamente com os detalhes para o seu próximo lançamento intitulado Hands Of Glory. Para acompanhar toda essa notícia, o seu primeiro single e video do álbum intitulado“Three White Horses”. 

AS GUITARRAS APARECIDAS DOS SONIC YOUTH

Tudo começou em 1999, com a banda em tourné, roubaram-lhes o camião com todos os instrumentos. Isso foi antes de uma apresentação no festival Laranja County, Califórnia. Poucos dias depois, o camião apareceu vazio em Los Angeles.

Ao longo dos anos, os fãs do Sonic Youth tentaram encontrar o equipamento. Um jovem na Bélgica,  colocou a Jazzmaster, usada porThurton  Moore, no Ebay.

Outra da mesma marca, de propriedade de Lee Ranaldo foi descoberta numa loja de instrumentos usados. "É muito estranho, depois de todos esses anos ainda aparecem todas estas coisas (insturmentos). Muito obrigado a todos os fãs ", agradeceu Ranaldo

KILLING JOKE

Killing Joke - MMXII, 2012, a banda britânica, um dos nomes do pós-punk, ao longo da carreira,  aventurou-se por vários estilos como rock e metal industrial, gótico e música eletrónica.Pesado e lento Killing Joke (pelo menos no início da sua carreira) eram uma banda de quase-metal dance com uma melodia de tristeza e melancolia. 

 Eles finalmente tornam-se menos pesado e mais arty (este último parece quase impossível) - mais dançante mesmo - mas no início fizeram algumas lajes de dinamite derretido que escorria com o poder das espessas espessura, e forte percussão . As origens dos Killing Joke remente para Matt Stagger Band. 

 Paul Ferguson tocava bateria no grupo quando conheceu Jaz Coleman (voz e teclados) no final dos anos 70. Coleman entrou para a banda brevemente, mas logo ele e Ferguson dividiram-se para formar os Killing Joke no final de 1978.

24/09/2012

concertos em Santiago

O início do outono esta semana desencadeou uma verdadeira tempestade musical em Santiago. A antiga reivindicação que o programa cultural da cidade tem uma certa lógica continua por cumprir, mas desta vez, em vez parece que os decidiram pisar no outro. Isto levou a acontecer coisas como o artista americano Howe Gelb e os seus compatriotas, Jayhawks actuem o no mesmo dia e quase ao mesmo tempo, apenas separados por uma distância de 400 metros.

 O festival Music Way, começa sexta-feira, a atração principal do dia os galeses Manic Street Preachers. No dia seguinte, a atração principal será os suecos The Hives. O evento substitui o Rock in Way que foi realizado no ano passado no Monte Gozo.

  Além do acima exposto, haverá uma significativa presença de bandas galego como Os Resentidos, Heredeiros da Crus, Maryland ou Holywater.

THEE OH SEES

Thee Oh Sees’ novo single “Wait Let’s Go”, retirado do mais recente capítulo da série de registos,  Famous Class Record’s singles series Less Artists More Condos.

Precede o beneficio, Ariel Panero Memorial Fund at VH1′s Save the Music

JOE STRUMMER REEDITADO 2012

O trabalho de Joe Strummer & The Mescalaros está previsto para ser re-editado esta semana.

Emergindo de um período prolongado no deserto, o trabalho de Joe Strummer com os Mescalaros provocou uma despedida e tardia carreira maravilhosa.

Experiências com novos estilos de todo o mundo, os Mescalaros mantiveram a ponta do punk que Joe Strummer adicionava a tudo o que tocava. Com o décimo aniversário da morte do cantor se aproximando, os dois álbuns de estúdio estão definidos para ser re-editados.

'Global A-Go-Go' e 'Streetcore' será embalado em vinil e CD duplo,  com a Hellcat Records
Hellcat, a relançar os álbuns amanhã, 25 Setembro.

Juntamente com o material original, cada álbum virá empacotado com raridades.

STUART BRAITHWAITE - MOGWAY

Stuart Braithwaite dos Mogwai  leva-nos através dos seus álbuns favoritos, e explica os erros de Margaret Thatcher, e como John Peel financiou a cena musical escocesa.
 Can - Tago Mago
 The God Machine - Scenes From The Second Story
 The Cure – Pornography
 The Stooges - Fun House
Aphex Twin - Richard D James  
David Bowie - Low  
Codeine - Frigid Stars
Slint – Spiderland 
Belong - October Language 
Nick Drake - Pink Moon
 Joy Division - Closer
Washington Phillips - Key To The Kingdom 

ALAN SPARHAWK+ THE MURDER OF CROWS

Alan Sparhawk dos Low, e Gaelynn Lea, os The Murder Of Crows, dão um show esta noite,  o projecto da singer/violinist Gaelynn Lea, do indie folk collective Snöbarn, lançaram o  EP 'Imperfecta'.

A dupla começou a escrever juntos após a realização de uma banda sonora ao vivo para um filme de Lon Chaney no ano passado, passando a gravar o EP no quarto de Lea ao vivo, contempla / inspirado por legiões de aves no bairro, descreve-o como "ave-ideal observando música ".

O título do EP alude a Osteogenesis Imperfecta, uma doença que atinge Lea, o que significa que atualmente é incapaz de tocar ao vivo. Consequentemente, eles decidiram dar o show por webcast esta noite na igreja do Sagrado Coração em Duluth, Minnesota,

SCOTT WALKER

Scott Walker lançou, há 6 anos,The Drift, 2006. Será o primeiro LP Walker desde Drift (embora Walker fez uma aparição no album dos Bat For Lashes, Two Suns, 2009) o novo álbum será intitulado Bish Bosch eestá previsto para ser lançado na 4AD a 3 de dezembro,

DAVID BOWIE ZIGGY STARDUST

Paper Bag Records celebra o 10th aniversario com covers de Bowie.

Austra, Born Ruffians, CFCF, Cuff The Duke, Elliott Brood, PS I Love You, Slim Twig, The Acorn, The Luyas, The Rural Alberta Advantage, Woodhands, Yamantaka // Sonic Titan, Young Galaxy
  1. Born Ruffians – Five Years
  2. Austra & CFCF – Soul Love
  3. PS I Love You – Moonage Daydream
  4. The Rural Alberta Advantage – Starman
  5. Slim Twig – It Ain’t Easy
  6. The Luyas – Lady Stardust
  7. Cuff The Duke – Star
  8. Young Galaxy – Hang On To Yourself
  9. Elliott BROOD – Ziggy Stardust
  10. The Acorn – Suffragette City
  11. Woodhands – Rock ‘n’ Roll Suicide
  12. Yamantaka//Sonic Titan – John, I’m Only Dancing [Bonus Track]
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AS NOSSAS MEMORIAS

Memórias de infância sempre me intrigaram. Eu queria me lembrar mais, porém tenho que me contentar com cenas que aparecem na minha mente como flashes. Movido por minhas curiosidades, fiz algumas pesquisas, e  o psicanalista brasileiro,  Luiz Alberto Py, explica que são muitos (e difusos) os factores que farão com que a gente se lembre de algo, e esqueça outros factos, mas é certo que tudo, tudinho, vem à tona numa sessão de hipnose. Quer dizer, a gente até acha que nada ficou, mas está tudo lá, registado no nosso inconsciente.

ROUPA DE BICICLETA

O tempo já começa a arrefecer, é preciso agasalhar a bike com roupa.

TOM ZÉ

O cantor e compositor, perto de completar 76 anos, convidou Pélico para o lançamento do seu mais recente álbum no Sesc Vila Mariana. O cantor e compositor espalhou a sua prosa única de 21 a 23 de setembro, em shows que contarão ainda com Emicida, Mallu Magalhães e Pélico como convidados.

Tropicalismo Lixo Lógico é a pura Tropicália recontada de outra maneira – coisa que Tom Zé sabe fazer bem. O baiano participou do movimento original, ao lado de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Mutantes – bem mostrado no documentário Tropicália, de Marcelo Machado – e decidiu rever o caldo musical que lhe deu origem a partir da influência árabe na Bahia. 

E, como o próprio Tropicalismo, não prescinde de participações, Rodrigo Amarante, do Los Hermanos, a cantora Mallu Magalhães, Emicida, Pélico e Washington aparecem entre as 16 faixas.

23/09/2012

Tim Burton e Oliveira no Plano Nacional de Cinema

Obras de cineastas como Charlie Chaplin, Tim Burton, François Truffaut, Steven Spielberg, Martin Scorsese, Abbas Kiarostami, Manoel de Oliveira, Fernando Lopes, Luís Filipe Rocha, Edgar Pêra, João Salaviza, Regina Pessoa fazem parte do programa do Plano Nacional de Cinema (PNC), criado pela Secretaria de Estado da Cultura e pelo Ministério da Educação e Ciência, que foi apresentado nesta sexta-feira de manhã, na Cinemateca, em Lisboa

CITAÇÃO

"Sossega, o que vai acontecer, acontecerá"
Caio Fernando Loureiro de Abreu (1948 - 1996) foi um jornalista e escritor brasileiro

22/09/2012

O POLEMICO AMOR DE M. JAGGER E D. BOWIE

'Do you want some coffee?' What Bowie’s wife asked when she caught him in bed with Jagger.

Foi revelado no fim de semana que Mick Jagger uma vez perseguiu a atriz Angelina Jolie, enquanto ele ainda estava casado com a supermodelo Jerry Hall.

Agora mais novas reclamações sobre a vida do vocalista dos Rolling Stones é amor ultrajante surgiram.


Mais novas especulações sobre a vida do vocalista dos Rolling Stones, na nova e controversa biografia, 'Mick: The Wild Life and Mad Genius of Jagger', o autor Christopher Andersen alega que o agora rocker de 68 anos de idade teve um caso de amor a longo prazo com o companheiro musical David Bowie.

21/09/2012

A. R. KANE

O duo londrino de Alex (Ayuli) e Rudy (Tambala), ajudou a inaugurar em dois importantes movimentos musicais na Inglaterra. O 12 polegadas dance single  "Pump Up the Volume", uma colaboração em1987 com membros dos Colourbox o grupo ad hoc M / A / R / R / S, introduziu a estética scratching e sampling, música hip-hop, house americano e o mainstream britânico, onde continua a ser uma parte integrante da cultura rave e as suas consequências.

 AR Kane: como inventar shoegaze sem realmente tentar, 'People expected us to play reggae. They got a wall of feedback' … Rudy Tambala.

Rudy Tambala diz, sua banda AR Kane nunca deve realmente ter existido. Certamente era um sonho? Dois jovens de dreads do leste de Londres, amigos desde os oito, ambos - de forma independente - tropeçaram nos Cocteau Twins, e no  music show The Tube do Channel 4, em meados dos anos 80 ... e o encontro mudou subitamente as suas vidas .
"Eles não tinham baterista", brinca Tambala, agora uma "estratégia da música digital". "Eles usaram fitas e tecnologia e Liz Fraser parecia completamente de outro mundo, com aqueles olhos grandes. E o barulho que sai da guitarra de Robin! Essa foi, 'porra! nós poderíamos fazer isto! Nós poderíamos expressar-nos assim! ".
A musica Rudy Tambala e o seu parceiro Alex Ayuli foi uma explosão de criatividade intensa entre 1986 e 1994 -  agora coletados numa nova compilação, The Singles Collection.

 Na 4AD, AR Kane ajudaria a criar um dos grandes discos do início da era acid house - e a primeiro sample baseada no Reino Unido a n º 1. Pump Up The Volume foi um meio de single duplo, lançado em 1987, que lançou as guitarras AR Kane berrando sobre uma matriz de samplers e uma batida house. Todos esperavam talvez 100.000 cópias. Quando vendeu aos milhões quase terminou  a 4AD, que simplesmente não conseguia lidar com um registo tão grande.

Criativamente,as exuberantes melodias pop, guitarras noisey, a marca d´ água AR Kane, veio com o LP de estréia em 1988, 69.
"69 is a gem," smiles Tambala. "We wanted to go as far out as we could, and in doing so we discovered the point where it stops being music."
Mais dois álbuns seguidos, mas, como diz Tambala ", a energia tinha ido" e os dois seguiram caminhos separados em 1994.

Eles cresceram dos "clubes muito, muito estranhos" para romanticos novos pontos de encontro, a festas electronica. Alex era parte de um soundsystem dub, enquanto Rudy veio da cena de jazz funk ", uma mistura de gays e heteros, preto e branco e asiático". A música que fez como AR Kane -mistura de dub, feedback, , psychedelic dream-pop, house e free jazz- ainda pode ser ouvido em artistas como Radiohead, Four Tet , Animal Collective e Burial.
"E My Bloody Valentine", Tambala diz. "Eles eram uma banda de indie jangly até que colocar para fora, Baby Milk Snatcher, em 1988. Repente, diminuiu tudo em camadas com feedback. E fizeram isso melhor do que nós,o que foi interessante."


The Complete Singles Collection sai a 1 Outubro via One Little Indian.

THIN LIZZY

Qs veteranos Thin Lizzy deram grandes notícias aos seus fãs! Segundo o guitarrista Scott Gorham, Thin Lizzy estão a preparar-se para começar a gravar em Outubro o primeiro registo discográfico da banda em 29 anos.

Após várias feitas e desfeitas o grupo formado em 1969 decidiu que estava na hora certa para gravar o sucessor de "Thunder And Lightning", editado originalmente em 1983.

A produção do LP ficará a cargo de Kevin Shirley, conhecido por já ter trabalhado com várias bandas como Led Zeppelin, Rush ou Iron Maiden.

Em entrevista à revista Hot Press, Gorham afirmou: "Estamos todos entusiasmados com este novo disco, especialmente o Ricky e o Damon, mal podem esperar por começar a gravar."
Este álbum será o primeiro sem o emblemático vocalista e baixista Phil Lynott, que morreu de forma trágica aos 36 anos devido ao abuso de estupefacientes.

A formação actual de Thin Lizzy conta com Ricky Warwick na voz, Scott Gorham e Damon Johnson nas guitarras, Marco Mendoza no baixo, Darren Wharton nos teclados e Brian Downey na bateria.

FIONA APPLE

Fiona Apple foi detida ontem num ponto de fronteira em Sierra Blanca, no Texas, o mesmo lugar que Snoop Dogg e Willie Nelson foram presos no passado. Os policias dizem ter encontrado haxixe e um pouco de maconha no autocarro da tourné de Fiona Apple. Acusada de posse, está sendo mantida numa prisão do condado de Hudspeth.

19/09/2012

O ICONE DOS ULTIMOS 60 ANOS -JOHN LENNON

A publicação britânica «NME» declarou John Lennon como o maior ícone dos últimos sessenta anos, depois de uma sondagem feita aos leitores online. O músico e compositor dos Beatles foi o líder de uma votação que começou com sessenta artistas, no início deste ano, e bateu nomes como David Bowie, Amy Winehouse, Alex Turner, dos Arctic Monkeys, Liam Gallagher, ex-Oasis, ou Damon Albarn.

 Sobre Lennon, Liam Galllagher afirmou: «O John Lennon é tudo para mim. Eu não diria que ele é melhor compositor que o McCartney, diria que são diferentes, mas excelentes. Eu gosto mais das coisas do Lennon porque são um bocadinho mais bonitas e mais loucas».


O músico comparou ainda McCartney ao seu irmão Noel, também na lista de ícones: «O McCartney é como o Noel, demasiado bom. O Lennon era louco e eu gosto desse tipo de m*rdas. A voz dele é o que eu mais adoro. Adoro a voz com que ele fala! Mas a voz com que ele canta é que é. Voz política? Estou-me a c*gar, não podia importar-me menos com política, mas tudo o resto, a voz com que canta, as canções, as palavras, dizem-me tudo».

 Liam Gallagher, dos Oasis, ficou em segundo lugar, David Bowie em terceiro e Alex Turner em quarto. Kurt Cobain, dos Nirvana, ficou em quinto.

A votação contou com mais de 160 mil votos durante mais de seis meses, em votação que celebrou os 60 anos do «NME».


John Winston Lennon ( Liverpool , 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque , 8 de dezembro de 1980) ganhou notoriedade mundial como um dos fundadores do grupo britânico The Beatles . Na época da existência dos Beatles, John Lennon formou com Paul McCartney o que seria uma das melhores e mais famosas duplas de compositores de todos os tempos.

John Lennon foi casado com Cynthia Powell , e com ela teve o filho Julian . Em 1966 , conheceu a artista plástica japonesa Yoko Ono . Em 1968, Lennon e Yoko produziram um álbum experimental, Unfinished Music No.1: Two Virgins , que causou controvérsia por apresentar o casal nu, de frente e de costas, na capa e contracapa. A partir deste momento, John e Yoko iniciariam uma parceria artística e amorosa.

Cynthia Powell pediu o divórcio no mesmo ano, alegando adultério. Em 1969 , o casal casou-se numa cerimónia privada no rochedo de Gibraltar. Usaram a repercussão do seu casamento para divulgar um evento pela paz, chamado de " Bed in ", ou "John e Yoko na cama pela paz", como um resultado prático de sua lua-de-mel, realizada no Hotel Hilton, em Amsterdão.

No final do mesmo ano, Lennon comunicou aos seus parceiros de banda que estava deixando os Beatles. Ainda no mesmo período, Lennon devolveu sua medalha de Membro do Império Britânico à Rainha Elizabeth , como uma forma de protesto contra o apoio do Reino Unido à guerra do Vietnam, o envolvimento do Reino Unido no conflito de Biafra e "o fraco desenvolvimento de Cold Turkey nos tops de sucesso".

MENOMENA

Menomena (nome retirado do clássico dos Muppet Show "Mahna Mahna") deixou de ser um trio com a saída de Brent Knopf um dos fundadores,em 2010, para se dedicar aos Ramona Falls e outros projetos criativos. A partida de Knopf deixou apenas Justin Harris e Danny Seim. Oito anos e quatro álbuns, Moms, 2012, é o quinto disco do agora trio.

LEMONHEADS EM 2012

Evan Dando e Ben Deily, co-fundadores dos Lemonheads, estão de volta com um novo álbum da banda e acrescentaram um novo membro: Ryan Adams.

 O músico vai produzir e tocar bateria no trabalho. A notícia foi confirmada pelo próprio Ryan Adams, que revelou na sua página oficial de Twitter que também a ex-baixista da banda, Juliana Hatfield, vai fazer parte do álbum: «Ansioso por produzir o novo álbum dos Lemonheadas este fim-de-semana com os dois compositores originais, Evan e Ben, e com Juliana Hatfield no baixo».

 Logo de seguida, o músico completou: «Também vou tocar bateria no álbum dos Lemonheads.“Dream come true… Back to the punker sounds.”

Os Lemonheads nasceram em 1986, fundados por Dando, Deily e Jesse Peretz, com Deily a abandonar a banda para seguir os seus estudos e procurar um trabalho em publicidade em 1989. A partir daí, a banda tornou-se liderada por Dando, mudando várias vezes os restantes membros.

Os Lemonheads separaram-se em 1997 e regressaram com nova formação em 2005, com o último álbum, «Varshons», álbum de versões, a ser lançado em 2009. No início deste ano, Dando surgiu em digressão com uma versão diferente dos Lemonheads, tocando o álbum «It’s a shame about Ray» na íntegra.


18/09/2012

STEPHEN WILDISH

Stephen Wildish é um daqueles que amam unir mais de que uma arte nos seus trabalhos.
 Cinéfilo, designer, dono do estúdio Wildish&Co, criou o Friday Project, onde cria ilustrações minimalistas, filmes, gravuras, cartões, e  todos os cartazes de filmes estão disponíveis a partir das letras do alfabeto referentes a filmes de ficção científica, terror, entre outros. 
 1960’s Film Alphabet, the 1970′s Film Alphabet, the 1980’s Film Alphabet and the 1990’s Film Alphabet, o designer Stephen Wildish agora desafia o nosso conhecimento da cultura pop, com  2000’s Film Alphabet.
Os nomes dos filmes estão em inglês. Divirta-se tentando descobrir os nomes desses clássicos.

O PRIMEIRO COMPACT DISC PORTATIL

Este foi provavelmente o primeiro compacto disco portátil , "Hip-Pocket" cabia num bolso na parte traseira de um par de calças Introduzido em 1967 pela Philco-Ford.

COIL

Caro Universo. Reeditem o catálogo para os fãs( e admiradores) dos COIL, que eram jovens demais para comprar, e agora não pode pagar.... COIL - MUSICK TO PLAY IN THE DARK 2 - DBL BLUE/GREEN SIGNED NoD SUB-EDITION. Está no ebay por £350.00.

 Originalmente lançado por volta da viragem do milénio, apresentava uns COil, com os membros originais John Balance e Peter Christopherson, acompanhado no sintetizador/ baixista Thighpaulsandra, e por Drew McDowall (substituído por Rose McDowall no segundo volume- adição de alguns vocais no tema "Where Are You?").

 1.300 cópias em vinil branco, numerados.
 100 cópias com um registro em vinil azul e uma em verde.

60 exemplares assinados e numerados em vinil colorido-amethyst coloured vinyl packaged in a white gatefold sleeve with a moon & trees picture attached to the front, a handprint in off-white paint on the back, another picture attached on the inside of the gatefold sleeve, a note saying that it is "suitable for framing (but beware of sunlight!)", and two signed prints (print 1, print 2).

 The records themselves have plain white labels, with gold leaf attached to the label on side four.

 A especial "Trauma" uma edição limitada a 26 cópias (com letras de A a Z) em vinil branco com a cover em branco liso manchada com sangue do próprio John Balance durante um episodio "psicótico/ demoníaco".

 Paranoid Inlay

 A serenidade é um problemaQuando você chegar tão perto de CéuMas você realmente quer verAs maravilhas do submundoEles pegaram a doença de São PedroComo ele ressaltou suas chaves
A serenidade é um problemaA serenidade é um problemaTal embutimento um paranóicoPintado à mão, dor por números, apenas juntar os pontos
A serenidade é um problemaA serenidade é um problemaSangrentas escavadoras britânicasEstes vegetais são suicidas
Parece ternos concussão vocêParece ternos concussão você
Querido Diário, eu devo assumir riscosEu não devo ter medo do fracassoO que eu preciso desistir?Escadas cristalinas, coisas brilhantes, espelho-bolas
Em um dia claro que eu posso ver para sempreQue o submundo é minha ostra....


 Where Are You?
 Onde você está?Você está escondendo de mim?Você ainda está à procura de coisas que ninguém mais pode ver?
Onde você está?Você está em algum lugar que não pode alcançar?Você está tomando banho no luar ou afogado na praia?
Onde você está?Você está cercado por coisas que não podemos penetrar?É a gaiola que você ama a casa que você também odeia?
Seu medo da morte atrai esses objetos estranhosSufocando você, se escondendo de você, não deixe que ele estragar vocêMostre-se para que os outros possam vê-loAssim, os outros podem alimentá-loEles querem estar perto de você
Se você não pode obter o suficiente da sua injecção hipnóticoEntão é hora de pôr um fim a esta função inválidaPobre pequeno menino fantasmaDeixe-me ser o seu brinquedo humano....






O MAPA DAS BANDAS BRITANICAS

O artista londrino Pello produziu este mapa que ilustra quais as áreas da origem de grandes bandas britânicas. Está disponível para compra como uma cópia A2, e é a melhor visualização/  mapa de musica. De Beatles a Blur, Manic Street Preachers a Suede, Madness, Slade, The Smiths, Stones e muitos outros - todos fazem parte da paisagem musical da Grã-Bretanha.

NME 60 ANOS

NME está comemorando o seu 60 º aniversário este ano, e, como parte das comemorações, está hospedando uma exposição especial para mostrar as capas mais icónicas da revista.

Tendo lugar no NEO Bankside em Londres, 'Behind NME Lines' com abertura no dia 19 setembro até 6 outubro, tem entrada gratuita, e está aberto de quarta a domingo, doze a sete horas por semana.

 'Behind NME Lines' contará com covers de toda a história da revista e inclui imagens classicas de bandas como os Sex Pistols, Blur, Oasis, The Beatles ou The Smiths.

A exposição acontece como parte do festival anual de arts, musica e performance, MERGE, que se baseia rico património e da cultura contemporânea de Bankside.

O festival MERGE vai sediar uma série de shows gratuitos, Ruby & The Ribcage, The Magic Lantern, Dominic Hammond and Hoodlums.


Para coincidir com o aniversário, a revista apresenta em profundidade os álbuns seminais dos The Beatles, Sex Pistols, Eminem, The Stone Roses, Primal Scream, The Who, The Clash, Nirvana, e dezenas de outros LPs clássicos.

Bem como com um número de opiniões originais dos arquivos  da NME, a revista também contém uma avaliação up-to-date dos registos de escritores actuais do NME.

Também possui os gostos de Johnny Marr, Noel Gallagher, The Cure, Robert Smith, Glasvegas "James Allan, Echo & The Bunnymen, Ian McCulloch, Dave Grohl e Moby, sobre os álbuns que os inspiraram.

16/09/2012

A CRISE, A MANIFESTAÇÃO, E O MEU ACIDENTE

Livrai-me de todo mal, amém.

A CRISE, A MANIFESTAÇÃO, E O MEU ACIDENTE

AINDA BEM QUE NÃO FUI OPERADO POR ESTES VIGARISTAS

A CRISE, A MANIFESTAÇÃO E O MEU ACIDENTE

ONTEM SENTI-ME PORTUGUÊS . NÃO PARTICIPEI POR MOTIVOS DE SAUDE. TIVE HÁ UMA SEMANA UM ACIDENTE DE BIKE- TIVE QUE SER OPERADO AO PUNHO ESQUERDO, E AO JOELHO DIREITO-PRATO TIBIAL EXTERNO.

Foi impressionante a massa humana que ontem saiu à rua em Portugal. Um grito de indignação que teve Lisboa como principal palco, mas que se ouviu em todo o país, com destaque para Porto e Coimbra onde também muitos milhares de pessoas fizeram questão de se manifestar contra o rumo da governação, contra a renovada austeridade e sobretudo contra as novas medidas cujo alcance e sentido de justiça poucos conseguem compreender.

The Dream Syndicate

 Os The Dream Syndicate de 1981 a 1989, ajudaram a trazer para a frente o Paisley Underground.
A última vez que os Dream Syndicate, grupo liderad por Steve Wynn, músico californiano,tocou ao vivo foi em San Francisco em 1988. E agora reaparece com a banda num punhado de shows, que inclui Espanha. Oferecem um concerto no próximo sábado 22 no Wah Wah em Valência.

 O motivo, o 30 º aniversário da publicação de um conjunto de discos em letras maiúsculas na história do rock, o aclamado The Days of Wine and Roses (1982), álbum de estréia de uma banda, então formada por Wynn,  Karl Precoda, Kendra e Dennis Duck.

 Esta é uma obra-prima do rock americano dos anos oitenta, baseado principalmente na força da violenta tempestade das guitarrasWynn e Precoda. Altamente recomendado para paladares de especialistas para o rock nostálgico e um hino de uma era: "Todo mundo diz que eu não me importo, mas estou apenas tentando lembrar os dias de vinho e rosas"

02/09/2012

CAT POWER

Cat Power lançou esta semana, Sun, o seu primeiro álbum de material original desde 2006. Escrito, gravado e produzido por Chan Marshall,a mulher por trás da alcunha Cat Power, revela um lado mais leve, mais optimista "Sea of ​​Love" da vocalista melancólica. Iggy Pop foi convidado a participar e aparece fazendo nos backing vocais de “Nothin but time”.

25 ANOS BAD

 Assinalam-se hoje 25 anos sobre a edição de 'Bad'. Para assinalar esta data, Veneza apresentou em estreia mundial o documentário Bad 25, que recorda esse álbum de 1987.



Com o sucesso megalómano de Thriller (1982), Michael Jackson ganhou uma dimensão planetária que fez dele e da sua música algo bem mais que um fenómeno pop passageiro. E como suceder a um álbum como Thriller? Michael Jackson respondeu com Bad (1987), que reafirmou o seu estatuto, desvendando também alguns sinais que iriam marcar a sua música daí em diante. Depois de Bad a vida de Michael Jackson nunca mais seria a mesma. Os escândalos iriam persegui-lo até ao seu desparecimento. Mas agora que se celebram 25 anos desde o seu lançamento, há que recordar como Bad foi, mais que tudo, um momento marcante na pop.

Spike Lee percebeu o valor que esse trabalho teve no percurso de Michael Jackson, daí que tenha realizado o documentário Bad 25, que hoje se estreia no Festival de Cinema de Veneza.


Não se poderia esperar de Spike Lee um documentário convencional de Bad, o álbum famoso de Michael Jackson, que está completando 25 anos de lançamento. O que se pode dizer é que se trata de um filme colossal, feito de muitas vozes e muito som, uma fantástica recriação dos bastidores de um momento privilegiado do pop.


 Spike Lee, cuja familiaridade com Jackson  levou-o a filmar o video They Don’t Care About Us, no Brasil. Lee esteve em Veneza para o lançamento do filme e conversou com os jornalistas. Explicou a proposta, que surge com muita clareza na superfície do filme. “A Sony havia proposto algo sobre a música de Michael Jackson, mas eu resolvi fazer algo mais, descobrir o homem, nos seus aspectos que a maioria das pessoas desconhece. Desse modo, coloquei o foco mais no processo criativo, aspecto negligenciado quando se fala dele”.

 Portanto, três anos depois da morte do rei do pop, Lee tira do bolso um documentário que parece um backstage privilegiado da produção de um álbum, mas também  pela trajectória de Jackson e das ilustres pessoas que o cercaram. Spike Lee usou de toda a sua influência para rodar o filme. Quem, senão ele, teria acesso a tais personanagens, como Martin Scorsese, Quincy Jones, Mariah Carey, Cee-Lo.

 Há informação. Ficamos a saber por exemplo, que Jackson realizou cerca de 60 músicas para escolher as 11 do álbum. Nove são da sua autoria. Várias inéditas sairão no álbum comemorativo dos 25 anos de Bad. Fala-se muito do trabalho exaustivo e obsessivo de Jackson para que tudo soasse espontâneo, como se tivesse lhe vindo fácil.

Músicas, voz, passos de dança. Tudo era cuidadosamente calculado, ensaiado à exaustão, discutido com músicos e bailarinos (sempre os melhores encontráveis no mercado) para, por fim, serem colocados no álbum. Jackson tinha também o cuidado para que as músicas escolhidas fossem apropriadas para suas apresentações públicas. Há temas que funcionam no estúdio e não fora dele. Jackson gravava como se já estivesse se apresentando diante de 80 mil pessoas num estádio de futebol.

 Há cenas impressionantes de seu show no Estádio de Wembley, na Inglaterra, em 1988. “Michael bebia de todas as fontes possíveis”, diz Lee. E sempre andava atrás de água boa. “Marvin Gaye, Fred Astaire, Steve Wonder, Gene Kelly – ele ouvia e via todos eles e os incorporava em seus trabalhos”, diz. Spike Lee sabe que basear-se nos bons autores não é de forma alguma plágio, mas base para sustentar os vôos próprios do artista. Era o que Michael fazia.

Trechos de filmes e músicas aparecem no documentário para comprovar essa filiação. “Além do canto havia também a dança e ficamos sabendo que Jackson via atentamente todos os musicais de Vincente Minelli, por exemplo”, diz. Toda essa rede de influências está lá no filme, tanto nos depoimentos quanto nas imagens que acompanham a fala das pessoas.

 Por exemplo, vemos Martin Scorsese recordando o video que rodou para o álbum Thriller, até hoje o mais vendido. “Aliás, quando conversei com Jackson, não se referia jamais a esses trabalhos como clips ou vídeos. chamava-os de curtas-metragens, pois achava que eram obras de respeitabilidade artística.”

Portanto, além da informação, há também a tentativa de reconstrução de uma carreira sólida, com ancoragem no soul, e no que de melhor havia na música americana da década. Jackson firmou o seu estilo, com a voz adolescente característica, embora tivesse extensão vocal privilegiada de três oitavas, indo até o barítono. Era uma espécie de Peter Pan e sua voz exprimia esse desejo de não crescer – compartilhado por muita gente, o que é uma das chaves do sucesso.

De qualquer forma, a impressão causada por Jackson sobre as pessoas que com ele conviveram e trabalharam é muito forte, o que se nota nos depoimentos sobre sua morte precoce. A própria relação de Spike Lee com seu personagem é feita de afeto. “Cresci com ele, no tempo dos Jackson Five. Usava cabelo afro como ele, só que, ai de mim, não podia nem cantar e nem dançar do mesmo jeito, nem de longe”, lembra Lee. “Espero que as pessoas notem que Bad 25 é uma carta de amor a Michael Jackson”.

A imagem do artista sai supervalorizada  neste  filme, que evita os preconceitos e julgamentos caricaturais sobre o ídolo. Provavelmente, os fãs vão adorar. E mesmo os que não gostem tanto a obra de Michael Jackson sairão com uma visão enriquecida do artista.

Desmistificar preconceitos, expandir a sensibilidade e visão de mundo do expectador é uma das maiores funções de um documentário.

Bad 25 é, desde já, um dos grandes filmes já feitos sobre um ídolo e a sua obra.

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